NATAL É A FELICIDADE DE UM DEUS TER NASCIDO PRA ME SALVAR!

AOS IRMÃOS FELIZ NATAL!!!

( O nascimento de Jesus retratado numa tela de 1535-40, pintada pelo artista florentino Agnolo Bronzino.)

Senhor Jesus

Senhor, nesta Noite Santa, 
depositamos diante de Tua manjedoura todos os sonhos,
todas as lágrimas e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por aqueles que gemem sem ter quem escute seu clamor. 
Suplicamos por aqueles que Te buscam sem saber ao certo onde Te encontrar.
Para tantos que gritam paz, quando nada mais podem gritar.
Abençoa, Jesus-Menino,cada pessoa do planeta Terra, 
colocando em seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura de nossa fé. 
Fica conosco, Senhor!
Assim seja!


No dia 19 de novembro de 1997 aconteceu algo extraordinário: Bobbi McCaughey, da cidade de Carlisle, Iowa (EUA), deu à luz a sete bebês saudáveis. Com a notícia do nascimento bem sucedido dos sétuplos, o mundo pareceu fazer uma pausa para refletir, maravilhado e assombrado. Paula Mahone, a médica que fez o parto, expressou o que estava no coração de cada um: “Esta é uma situação singular”, disse ela. “Eu consideraria isto um milagre.”

Há dois mil anos, ocorreu um nascimento ainda mais extraordinário, singular e miraculoso. Esse não produziu as manchetes que os sétuplos da família McCaughey provocaram. Na verdade, relativamente poucas pessoas souberam que ele havia ocorrido. No entanto, os efeitos desse evento não apenas dividiram nosso tempo em duas partes – a.C. e d.C. –, como também estabeleceram para sempre um testemunho vivo do amor e da fidelidade de Deus. Naquela noite nasceu o Messias. O nascimento de Jesus de Nazaré não foi prematuro, nem tardio. Ele nasceu no tempo exato, de acordo com a agenda profética de Deus. Não se tratou de um acidente, ou de um golpe do destino. Tudo foi planejado, predito e prometido com centenas de anos de antecedência. O nascimento do Messias foi verdadeiramente uma vinda abençoada.
Uma pessoa abençoada
A identidade e a linhagem do Messias não foram deixadas ao acaso, pois Deus não queria nenhuma confusão sobre o assunto. Desde o começo, Ele foi revelando progressivamente quem viria a ser o Seu Ungido.


Depois que Adão e Eva pecaram, Deus amaldiçoou a serpente. Dentro dessa maldição estava a promessa de Alguém que viria e esmagaria a cabeça da serpente.
Depois que Adão e Eva pecaram, Deus amaldiçoou a serpente. Dentro dessa maldição estava a promessa de Alguém que viria e esmagaria a cabeça da serpente. Esse Prometido viria da descendência da mulher e seria um homem (Gn 3.15). Isso foi reiterado mais tarde, na promessa dada por intermédio do profeta Isaías: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu” (Is 9.6). Em outras palavras, o Messias não seria um anjo, um animal, ou alguma criatura incomum. Tampouco o Messias seria uma mulher. Deus prometeu levantar um ser humano, um homem, que um dia feriria mortalmente“a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás” (Ap 12.9).
As circunstâncias miraculosas cercando Seu nascimento dariam indicações de Sua natureza divina. Mais uma vez, por meio de Isaías, Deus fez uma promessa. À casa de Davi não seria dado um sinal de sua própria escolha, mas um sinal determinado por Deus: “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel [literalmente: Deus conosco]” (Is 7.14).
Embora muitos debates tenham focalizado a questão se o termo hebraico “almah” deveria ser traduzido como “virgem” ou “mulher jovem”, os tradutores judaicos da Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento) escolheram o termo grego “parthenos”, para indicar claramente o que entendiam que a palavra hebraica deveria significar, ou seja, “virgem”.Além disso, “parthenos” foi a palavra empregada por Mateus em seu evangelho, quando citou essa passagem de Isaías (Mt 1.23). Conseqüentemente, o sinal miraculoso que Deus iria conceder seria o fato de uma virgem conceber e dar à luz um filho.
Além disso, conforme indicado por Seu nome, esse Filho seria de natureza divina. Na tradição judaica, ensinava-se que nos tempos primitivos da história humana, pela ministração do Espírito Santo, as pessoas poderiam dirigir o futuro de seus filhos por intermédio dos nomes que lhes dessem (Gênesis Rabbah 37.7). Também era prática comum dar um nome à criança de acordo com um pensamento ou conceito indicativo da sua natureza. Por isso, quão significativo é que Deus, quando concedeu o sinal especial do Filho nascendo de uma virgem, deu-Lhe, Ele mesmo, um nome que revelava não apenas o que esse Filho faria, mas também o que Ele seria (“Emanuel”). Este menino especial seria Deus e Ele estaria conosco.
Estreitando ainda mais a árvore genealógica do Messias, Deus planejou que Ele viesse de uma nação específica – Israel (Gn 22.18; compare Gl 3.16); de uma tribo específica de Israel – Judá (Gn 49.10); e de uma família específica de Judá – a família do rei Davi (Jr 23.5). Portanto, esses eram os requisitos genealógicos e de nascimento para qualquer um que pretendesse reivindicar ser o Messias.
Uma época abençoada

Artaxerxes baixou um decreto que ordenava a reconstrução das portas e dos muros de Jerusalém. De acordo com Daniel 9.25, desta data em diante, um período de 69 semanas se encerraria na época em que “o Ungido, o Príncipe”estaria presente.
Os rabinos antigos pronunciavam uma maldição sobre qualquer pessoa que tentasse calcular a época da chegada do Messias (Sanhedrin 97b). Eles temiam que o povo perderia a fé se Ele não aparecesse na data calculada. Apesar disso, a época da primeira vinda do Messias é descrita em Daniel 9.24-27:“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas será morto (a Ed. Rev. e Corrigida diz: “tirado”) o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”
Nessa passagem, o anjo Gabriel informa ao profeta Daniel que “setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade”. Essas setenta semanas são semanas de sete anos cada, e não de sete dias – um total de 490 anos. O ponto de referência para iniciar a contagem é este: “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. O único decreto registrado nas Escrituras que encaixa historicamente com essa profecia é aquele baixado pelo rei Artaxerxes, em Neemias 2. Esse decreto, que ordenava a reconstrução das portas e dos muros de Jerusalém, foi editado no vigésimo ano do rei Artaxerxes – 445 a.C.
De acordo com o anjo Gabriel, em Daniel 9.25, desta data em diante, um período de 69 semanas, ou 483 anos, se encerraria na época em que “o Ungido, o Príncipe” estaria presente. Por meio de cuidadosos cálculos (empregando anos proféticos de 360 dias), eruditos bíblicos chegaram à conclusão de que as 69 semanas terminaram em torno do ano 32 d.C.[1]
Embora tenha havido debates a respeito da data precisa, não pode ser questionado que, de acordo com essa passagem, o Messias tinha que chegar e “já não estar” (v. 26) antes da destruição da cidade e do santuário (templo). Como Daniel recebeu essa profecia algum tempo após a primeira destruição de Jerusalém e do templo, em 586 a.C., essa segunda destruição tem de referir-se àquela efetuada pelo exército romano, em 70 d.C. Portanto, o Messias deveria chegar 483 anos depois de 445 a.C. e antes de 70 d.C.
Um lugar abençoado
Miquéias 5.2 (5.1 na Bíblia judaica) é uma promessa acerca da qual há a maior unanimidade entre eruditos cristãos e antigos estudiosos judeus – concorda-se que se trata de uma profecia messiânica: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.

O lugar abençoado do qual se originaria ou nasceria o Messias era Belém-Efrata.
De acordo com essa promessa, a pequena vila de Belém-Efrata seria o local de onde viria o Messias. Numerosas fontes judaicas antigas concordam com essa interpretação (Targum Jonathan sobre Miquéias 5.1; Lamentações Rabbah 1.16, parágrafo 51). Inclusive nos dias de Herodes, o Grande, sábios judeus compreendiam Miquéias 5.2 como sendo uma referência ao lugar de nascimento do Messias (Mt 2.4-6).
É significativo que o profeta Miquéias tenha identificado claramente qual Belém se tinha em vista, pois havia duas localidades chamadas Belém. Uma se encontrava no território dado à tribo de Zebulom, no norte (Js 19.15), enquanto a outra se localizava no território dado à tribo de Judá. Efrata era o nome original dessa segunda Belém. Ela distava aproximadamente oito quilômetros de Jerusalém para o sul e foi o lugar onde Davi nasceu e foi coroado rei.
Correspondendo à localização messiânica de Belém, existe um lugar chamado “torre do rebanho”. Nos dias bíblicos, os pastores muitas vezes vigiavam seus rebanhos de uma torre especialmente construída para isso. De lá, podiam observar a aproximação de bandidos ou animais selvagens. Miquéias 4.8 faz referência a essa torre: “A ti, ó torre do rebanho, monte da filha de Sião, a ti virá; sim, virá o primeiro domínio, o reino da filha de Jerusalém”. Uma antiga interpretação judaica considerava esse versículo como sendo messiânico e traduzia a expressão “torre do rebanho” por “Messias de Israel” (Targum Jonathan).
A única outra referência à “torre do rebanho” encontra-se em Gênesis 35.21: “Então, partiu Israel e armou a sua tenda além da torre de Éder [literalmente, “rebanho”]”. Isso ocorreu logo após a morte de Raquel, no caminho para Efrata, ou Belém (Gn 35.19). Assim, essa “torre do rebanho” encontrava-se próxima de Belém. Como resultado da localização da torre e da interpretação de Miquéias 4.8, outro Targum judaico traduz Gênesis 35.21 da seguinte forma: “Jacó partiu e armou suas tendas além da torre do rebanho, o lugar de onde o Rei Messias se revelará no fim dos dias” (Targum Pseudo-Jonathan).
Portanto, o lugar abençoado do qual se originaria ou nasceria o Messias era Belém-Efrata.
Um nascimento abençoado.
Na época em que o Messias chegou, a Palavra de Deus havia detalhado suficientemente como Ele poderia ser reconhecido simplesmente em termos de Seu nascimento, para não mencionar as profecias concernentes a toda a Sua vida. Tal detalhamento aponta para Jesus de Nazaré.
Em primeiro lugar, Jesus possuía a linhagem física correta. Ele nasceu de uma mulher, Maria, cumprindo assim os requisitos de um ser humano, um homem, nascido de uma virgem (Lc 1.34-35). Com respeito à Sua divindade, muitas passagens das Escrituras confirmam Suas obras miraculosas e Sua confissão pessoal (por exemplo, Jo 10.30-33). Ele também foi judeu – Mateus 1 e Lucas 3.23-38 confirmam que Jesus de Nazaré foi “filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1).
Em segundo lugar, Jesus nasceu no tempo certo. Obviamente, Ele viveu após 445 a.C. e antes de 70 d.C. Durante Seu ministério, Ele pregou que “o tempo está cumprido” (Mc 1.15).Como mencionamos acima, os eruditos bíblicos calcularam que ao redor do ano 32 d.C. cumpriram-se os 483 anos da profecia de Daniel. Mais especificamente, acredita-se que eles se encerraram exatamente nos dias em que Jesus foi aclamado como Messias e entrou em Jerusalém montado num jumentinho. Nessa ocasião, Jesus parou repentinamente e chorou sobre Jerusalém. Ele exclamou: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos... porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lc 19.42,44). A época da chegada do Messias havia sido proclamada pelo profeta Daniel. Mas os líderes judeus de então, representando a nação como um todo, não o reconheceram. Igualmente, em cumprimento da profecia de Daniel, Jesus foi “tirado” (Dn 9.26, Ed. Rev. e Corrigida), uma referência à Sua morte prematura por meio da crucificação. Até mesmo isso não ocorreu por acaso. A morte de Jesus tinha um propósito. Ele “a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Tm 2.6).
Em terceiro lugar, Jesus de Nazaré nasceu no lugar certo – Belém. Ele não nasceu na Belém vizinha de Nazaré, apesar de José e Maria viverem em Nazaré. Em vez disso, Ele nasceu na outra Belém, a Belém-Efrata. Deus, em Sua providência, fez com que o imperador romano Augusto decretasse que em todo o império deveria ser realizado um recenseamento. Isso exigia que todos os cidadãos retornassem às cidades de seus ancestrais. Por isso, José foi obrigado a fazer uma viagem longa e difícil a Belém, juntamente com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. Enquanto ainda estavam lá, Jesus, o Messias, nasceu, exatamente como Deus havia planejado e prometido (Lc 2.4,7).
Um outro aspecto interessante do nascimento de Jesus é que “havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite” (Lc 2.8). Foi a esses pastores que a multidão de anjos proclamou o nascimento do Messias nas proximidades de Belém. Será que esses pastores se encontravam próximos da “torre do rebanho”, o lugar a partir do qual o Messias seria revelado?
A evidência confirma que Jesus de Nazaré foi a pessoa abençoada, nascida no tempo abençoado, no lugar abençoado. Como a identificação de um bebê, feita na maternidade, as marcas históricas identificadoras que envolvem Seu nascimento provam que, de fato, Sua vinda foi uma vinda abençoada.
Por ocasião do nascimento dos sétuplos da família McCaughey, foi dito que “o nascimento é apenas o começo da história, não o fim”. Com Jesus também é assim. (Bruce Scott - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)




Uma Exposição sobre o Salmo 23





Salmo 23

O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. 
Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranquilas. 
Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. 
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. 
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda. 
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.(Salmo de Davi) 

Vivemos num mundo onde muitas, se não a maioria, das pessoas são engolfadas pelo medo e pela ansiedade. Alguns temem o futuro, vivem angustiados pelo que está para acontecer. Outros temem o passado e vivem angustiados pelo que já aconteceu. E ainda outros temem até mesmo o presente, a ansiedade se apodera de suas almas e não podem nem imaginar como enfrentarão o horror da atual situação de suas vidas. Milhares de pessoas a cada dia acordam com incontáveis problemas para resolver e aflições com as quais precisam lidar. Você é um destes? Carregando secretamente um carga tão pesada?

Eu costumava trabalhar para uma firma de consultoria financeira na qual tinha oportunidade de conversar com muitos homens de negócios a cada semana. Nunca me esquecerei de uma conversa que tive com um zangado comerciante de uma certa parte do Canadá. Ele estava no negócio de pesca já havia algum tempo. Toda sua família obtinha seu sustento dessa indústria há tanto tempo quanto podia lembrar-se. Estive conversando com ele na época em que o regime do governo canadense estava levando grande parte de suas indústrias à bancarrota, devido ao corte no orçamento e ao esvaziamento dos estoques de pescado. Em questão de poucos meses toda sua vida se desintegrou diante dele - ele observou impotente a perda de todo seu rendimento e de todos os seus bens. Quando lhe falei naquele dia, ele amaldiçoou o Governo e, à medida em que conversávamos tornou-se evidente que ele estava tomado pelo medo e pela angústia a cerca do futuro - seu futuro e de sua esposa, filhos e outros familiares. Ele estava tomado de angústia pelo seu futuro financeiro.

E você? Vive angustiado por causa de suas finanças? Para muitos de nós esta é uma área tremendamente preocupante, mas às vezes passamos da preocupação à ansiedade e somos possuídos por pensamentos de como proteger nosso futuro financeiro. Alguns de vocês têm filhos na universidade e não sabem como vão fazer para continuar a mantê-los até que concluam os estudos. Alguns têm problemas com hipoteca. Outros têm problemas com segurança e vivem angustiados a respeito do que o futuro lhes reserva.

Para alguns de nós não é o aspecto financeiro em si, mas tão somente as preocupações com o futuro e sobre o rumo de sua vida. Você é formado na faculdade, é casado, mas ainda se pergunta onde a vida o está levando ou o que Deus realmente quer de você. Tanto quanto saiba você O está procurando e fazendo tudo o que sabe e lhe foi ensinado a fazer. Mas ainda assim não está seguro do que está à sua frente.

A questão então se torna: De que forma Deus quer que eu reaja à ansiedade em minha vida?. Bem, como em todas as grandes questões da vida, as Escrituras nos dão uma resposta. Desta vez ela vem da vida de Davi. Davi diz, por exemplo, no Salmo 23, que há uma maneira construtiva e que glorifica a Deus de reagir à ansiedade em nossas vidas. Ele diz que deveríamos confiar em Deus como o bom e fiel pastor e regozijar-nos em Sua Graça. Agora, deve-se dizer que responder a Deus dessa maneira não resolverá necessariamente seus problemas financeiros, mas Deus proverá a confiança necessária conforme o que Ele estiver fazendo em sua vida. Ele o convencerá, como fez com Davi, de que é Ele quem está dirigindo a sua vida, que Ele é o único que está no controle de todos os detalhes e circunstâncias. Isto proporcionará uma incrível paz e o conhecimento de que sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Vamos examinar o Salmo 23.

Davi foi um homem exatamente como nós. Ele foi tentado a afligir-se por sua vida em muitas ocasiões, no mínimo em uma das muitas vezes em que Saul o esteve perseguindo, o que, de acordo com alguns comentaristas, pode muito bem ser cenário deste Salmo. Mas, veja, Davi suportou o tormento por seu pecado confiando e se regozijando em Deus. O Salmo 23 providencia então um modelo para nós, um paradigma a ser seguido durante toda a nossa vida, em como reagir a todas às dificuldades e aborrecimentos que estiverem em nosso caminho.

O Salmo tem duas divisões básicas, cada qual propiciando uma parte da resposta à nossa questão a cerca das preocupações. Os primeiros quatro versos se concentram em Deus como fiel e bom pastor de seu povo. Isso nos chama a confiar nEle como tal. A segunda seção delineada nos dois últimos versos, focaliza nossa atenção em Deus como um anfitrião gracioso, preparando uma esplêndida refeição para um convidado, e termina no nosso regozijo em Sua Graça sobre nós. Por que não lemos o Salmo agora.

I. Confiar em Deus como bom e fiel Pastor

A. Para o sustentar

1. Jeová é pessoal

Assim veja, Davi diz na primeira seção - versos 1 a 4, que Jeová é um pastor fiel e na última seção, versos 5 e 6, que Jeová é uma pessoa misericordiosa. Vamos falar sobre Deus como pastor por um momento. Há 3 coisas principais que quero que vocês vejam a respeito de Deus como seu pastor: 1) Ele o sustém (isto depreende-se dos versos 1 a 3a); 2) Ele o guia (v. 3b) e 3) Ele o protege (v. 4).

Focalizando primeiramente em Sua provisão, vemos 3 coisas emergir do texto. Primeiro, Deus é um pastor pessoal. Davi diz que o Senhor é o meu pastor. É como se Davi estivesse dizendo que ele sabia que o Deus do universo foi pessoalmente a ele e assumiu o controle, como um bom pastor, de toda a sua vida. Você entende isso? Você conhece o Senhor como seu pastor pessoal, como Davi? O resultado disso, de acordo com Davi, foi o conhecimento de que nada lhe faltaria. Algumas versões dizem, O Senhor é o meu pastor, eu tenho tudo o que preciso. Como um bom pastor, Jeová dá de Si mesmo para nós e então, realmente, não temos falta de nada. O restante dos versos 2 a 4 simplesmente sustentam isso. Como podemos falhar em confiar num Deus que tem disponibilizado tanto de Si mesmo para nós?

2. Seu sustento é perfeito

Em segundo lugar vemos no verso 2, que o sustento de Deus é perfeito. Davi diz que o bom pastor guia seu rebanho para pastos verdes e águas tranqüilas. Os pastos verdes provavelmente se referem aos tenros brotos novos que crescem de manhã e que são tão apreciados pelos animais da Palestina. As águas tranqüilas provavelmente se referem a uma nascente de águas refrescantes. O salmista quer nos fazer entender que este pastor vai a qualquer lugar por seu rebanho. O pastor quer que tenham o melhor e é igualmente sensível às suas necessidades. Davi quer nos fazer entender que Jeová faz o mesmo por seu povo. Essa foi a experiência de Davi e deve ser a nossa também. Alguns de nós lutam com grande esforço por causa de sua situação financeira, da situação profissional, assim como com outras coisas, mas precisamos nos agarrar à verdade, que a medida em que procuramos a Deus, não estaremos obtendo o quase melhor dEle. Ele é o pastor fiel para nos dar somente o que é excelente de acordo com Seu próprio tempo e propósito. Você pode confiar Nele assim? Atente para o que Paulo disse que o bom pastor faz por seu povo: Ele é aquele que não poupou o Seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? (Rm. 8:32)

3. Seu sustento renova e satisfaz (3a)

A primeira parte do verso 3, que é ele restaura minha alma, deveria ser entendida antes de mais nada, como uma metáfora do rebanho e seu pastor. Então, poderíamos dizer que os pastos verdes e as águas tranqüilas, providenciados pelo cuidado do pastor são a nutrição física e a força do rebanho. O pastor literalmente restaura a vida do rebanho debaixo do seu cuidado.

A providência de Deus para Davi e para nós tem a mesma finalidade. Ao mesmo tempo que supre tanto as necessidades físicas quanto espirituais, ela nos restaura e recompõe. No final das contas reforça nossa confiança em Deus e enleva nossa alma a Ele. Satisfaz nossos anseios para receber de Suas mãos.

4. Conclusão

Assim, veja que é razoável confiar em nosso fiel pastor. Sua providência é sempre perfeita e nos renova e satisfaz. Ao invés de nos preocuparmos até a morte, porque não confiar em Deus pelo que somente Ele pode prover? A fiel providência de Deus é somente uma parte daquilo que Ele faz para os que O conhecem e O amam. Ele também os guia. Veja o verso 3b.

B. Para o guiar

Ele me guia pelas veredas da justiça por causa do seu nome. Quero chamar sua atenção para duas coisas aqui: 1) Ele o guia por caminhos de justiça; 2) Ele faz isso por causa do Seu nome..

1. Ele o guia pelas veredas da justiça

E Davi prossegue para dizer que, à medida em que caminhamos pela vida, Deus nos guia, como um bom pastor, pelas veredas da justiça. Para o rebanho, é claro, isso significa caminhos retos ou precisos; caminhos que levam com certeza aos lugares de descanso e provisão mencionados no verso 2. Mas para Davi, Deus desejava conduzi-lo por caminhos de retidão durante seu reinado e capacitá-lo para ganhar grandes batalhas em sua missão de possuir a terra prometida como nação. Deus deseja nos conduzir em maior e maior retidão em nossas vidas também. Deveríamos nos preocupar com isto. Paulo diz em I Ts. 4:7 que Deus não nos tem chamado para propósitos impuros, mas em santificação ou santidade e que o intento de Deus é nos santificar por inteiro (5:23). Então devemos manter um pequeno acerto de contas com Deus. Para alguns de nós esta é a razão de não confiarmos a Deus o que devemos fazer. Nós queremos saber que Deus é o nosso pastor, porém toleramos o pecado em nossas vidas. E vão-se longos períodos sem confissão. Devemos confessar nossos pecados e permitir que Deus, como nosso fiel pastor, nos ajude. João diz que quando confessamos nossos pecados, Deus é fiel para perdoar e limpar. Mas repare porque Ele nos conduz e nos guia.

2. Ele o guia por causa do seu nome

O final do verso 3 dá a razão pela qual Deus é como um pastor fiel para Davi e ainda para nós, hoje. Ele faz isso por causa de Seu próprio nome. Quer dizer, é por causa da glória e reputação de Seu próprio nome e de Sua honra. Que espécie de reputação ganharia um pastor da Palestina se todos soubessem que ele era negligente e irresponsável para com seu próprio rebanho? Deixe-me fazer uma outra pergunta, que espécie de reputação Deus ganharia para si mesmo se fosse negligente para com aqueles que dependem dEle? O nome de Deus está em sintonia com a sua vida. Ele quer mostrar ao mundo que Ele é fiel para prover todas as suas necessidades e guiá-lo em caminhos de retidão, numa vida santa.

Até aqui vimos que Jeová deveria ser confiado como o bom pastor, especialmente como o Único que provê de Si mesmo e fielmente os dirige também. Mas, pastorear, no antigo Oriente Próximo, consistia em mais do que apenas cuidar e guiar o rebanho de alguém. O pastor devia também protegê-lo. Isto, é claro, como já falamos na introdução, está focalizado no verso 4.

C. Para o proteger

Davi diz mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo, a tua vara e o teu cajado me consolam. A frase vale da sombra da morte muito provavelmente se refere às profundas ravinas entre os penhascos íngremes. E não era tão incomum na Palestina para um pastor ter que entrar por essas ravinas escuras, onde o perigo era iminente (ou vindo dos próprios penhascos ou de animais escondidos à espreita por sua presa), via de regra para conseguir uma nova fonte de alimentos. Davi diz assim é com a minha vida. Freqüentemente enveredamos pelo que aparentam ser circunstâncias perigosas - talvez Davi estivesse pensando nas tentativas feitas contra sua vida por Saul e outros - mas nós não precisamos temer porquanto o pastor está conosco e é capaz de impedir qualquer perigo com sua vara e seu cajado, assim Deus é poderoso o suficiente para nos proteger dos perigos. Para nós, a aplicação que os Apóstolos fazem, não é que Deus nos livrará de todas as circunstâncias perigosas - isso, evidentemente, é falso, como muitos podem testificar - mas que: 1) nada pode nos separar de Cristo durante todas essas experiências (Rm. 8: 38-39) e, 2) que Ele sozinho foi aprovado em todas as coisas que são permitidas nos afligir; 3) é para nosso próprio bem e para um conhecimento mais profundo dEle (Rm. 8:28). Alguns estão passando por situações muito difíceis com seus filhos, no seu emprego e até mesmo lutando com uma morte prematura em sua família. Você precisa saber que Deus não o abandonou - Ele não é um mercenário - Ele é o Pastor Fiel (Jo. 10:14). Ele somente tem permitido que seu conhecimento, no final das contas, seja bom para você e nunca permitirá que haja separação permanente entre você e Ele. Você pode confiar que Ele o protegerá de tudo o que Ele não deseja para sua vida.

D. Resumo

Deus é um pastor fiel. Ele nos provê de tudo sem poupar um único detalhe. Ele nos guia por caminhos retos por causa de Sua própria reputação e Ele nos protege, não para nos livrar das dificuldades, apesar de fazê-lo às vezes, mas permitindo em nossas vidas apenas o que nos é benéfico de acordo com Seu bom propósito para nós. Precisamos confiar nEle como nosso fiel pastor.

A questão que levantamos na introdução e que tem sido compartilhada durante este estudo, como temos visto no Salmo 23 é: como reagirei aos problemas e à dor em minha vida?. A primeira parte do Salmo nos encoraja a confiar em Deus como o fiel pastor, ao invés de vivermos sobrecarregados de ansiedade. Mas não para por aí, pois o exemplo de Davi também nos encoraja a nos regozijarmos na graça de Deus para nós. Vejamos os versos 5 e 6.

II. Regozijando-se na graça de Deus

A. Porque Ele não poupa suas bênçãos (5)

O quadro aqui é de Deus como um gracioso anfitrião, proporcionando um banquete como se não poupasse despesas com seu convidado. Davi diz o meu cálice transborda, o que poderia significar que a qualidade da bebida é absolutamente soberba ou que o anfitrião o serviu com abundância. De qualquer forma a tremenda graça de Deus é evidente na experiência de Davi aqui. De fato, a implicação no verso 5 é de que esta tem sido a experiência de Davi com Jeová acima de qualquer outra coisa em sua vida e o verso 6 parece indicar que Davi está confiante igualmente de que a graça e a companhia de Deus continuarão por todos os seus dias..

B. Porque isso resulta em sua constante companhia (6)

Ele diz no verso 6 Certamente (repare na segurança de Davi) a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Melhor que ser perseguido por seus inimigos (Saul), a bondade e misericórdia (a misericórdia de Deus) de Deus o seguirão em todos os seus dias e ele sabe que habitará na casa do Senhor enquanto viver. Davi antevê que a direção de sua vida tem como centro a companhia e a comunhão com seu Deus. A graça de Deus pode proporcionar isso em nossas vidas também. Percebemos o quão gracioso Deus tem sido para conosco em Cristo, perdoando nossos pecados contra Ele e dando-nos Seu Espírito para nos capacitar a caminhar com Ele? (I Co. 2:12) Nós devemos nos regozijar na graça de Deus para nós, mais do que carregarmos a angústia das circunstâncias que o bom pastor permite em nossas vidas.
Conclusão

Como deveríamos nós, como povo que proclama conhecer tal grande pastor e gracioso anfitrião, reagir às dificuldades e às provações que Ele permite que nos aflijam? Poderíamos reagir como o pescador de Newfoundland fez... o único com quem falei ao telefone naquele dia. Poderíamos nos tornar tão obcecados por nossos problemas e ansiedade pelo futuro a ponto de ignorar a Deus e nos fazer incapazes de experimentar seu fiel pastoreio e graciosa disposição para conosco. Poderíamos nos zangar com Ele por permitir que tais coisas nos aconteçam quando nada fizemos para merecê-las? No entanto, o exemplo de Davi nos encoraja a reagir de modo diferente. Davi diria que quando estamos ansiosos a respeito das circunstâncias ou por alguma coisa importante, deveríamos confiar em Deus como o fiel pastor e nos regozijarmos em Sua graça para conosco. O resultado, eu penso, é que viremos a compreender, como Davi, que de acordo com o fiel pastor, somente a bondade e a misericórdia têm nos acompanhado por toda nossa vida!







DESEJO DE NATAL

Se eu pudesse compor, eu comporia
um poema de paz e de ventura,
cujas palavras cheias de ternura
fossem do amor a eterna melodia.
Se eu soubesse cantar, eu cantaria
nesta Noite de Luz e de doçura,
e toda a Terra venturosa e pura
minha canção a Deus entoaria!
Pois nesta Noite de Natal, de glória,
um menino mudou a própria história
da Humanidade que não tinha Fé...
Que em cada coração aqui presente
possa nascer, feliz, eternamente,

O SINGULAR JESUS DE NAZARÉ!



O NATAL DE JESUS 

Natal. Noite em Belém. A noite é bela.
O céu está tranqüilo e deslumbrante.
Quase ninguém percebe a luz daquela
Estrela singular e fascinante.

Quanta beleza envolve aquela tela,
o menino nasceu e o povo errante
há de encontrar no filho que revela
uma história de amor edificante.

Grande exemplo naquela estrebaria
nos deu Jesus, o filho de Maria,
ao pecador que seu perdão implora.

Hoje, neste Natal, a Humanidade
já não tem fé, amor, fraternidade,
pois a ganância tudo quer e explora.

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Evidências:
A morte de Herodes Agripa I

No capítulo 12 do livro de Atos nos é dito que um certo Herodes – que é conhecido dos historiadores seculares como Herodes Agripa I – mandou matar o apóstolo Tiago, e quis fazer o mesmo com Pedro, mas um anjo apareceu e libertou Pedro da prisão. Então, próximo do fim do capítulo, Lucas nos dá este relato: 

“Herodes, tendo-o procurado e não o achando, submetendo as sentinelas a inquérito, ordenou que fossem justiçadas. E, descendo da Judéia para Cesaréia, Herodes passou ali algum tempo. Ora, havia séria divergência entre Herodes e os habitantes de Tiro e de Sidom; porém estes, de comum acordo, se apresentaram a ele e, depois de alcançar o favor de Blasto, camarista do rei, pediram reconciliação, porque a sua terra se abastecia do país do rei. Em dia designado, Herodes, vestido de trajo real, assentado no trono, dirigiu-lhes a palavra; e o povo clamava: É voz de um deus e não de homem! No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado glória a Deus; e, comido de vermes, expirou” (Atos 12:19-23).

Naturalmente, esta é o próprio tipo de história que os céticos dizem que prova que a Bíblia não é historicamente acurada. É muito forçada, eles dizem, para ser verdade.
Acontece, contudo, que a morte de Herodes Agripa é contada também pelo historiador judeu do primeiro século, Josefo. Sua narrativa diz:

“Então, quando Agripa tinha reinado durante três anos sobre toda a Judéia, ele veio à cidade de Cesaréia, que antes era chamada Torre de Strato, e ali ele apresentou espetáculos em honra a César, ao ser informado que ali havia um festival celebrado para se fazerem votos pela sua segurança. Em cujo festival uma grande multidão de pessoas principais se tinha reunido, as quais eram de dignidade através de sua província. No segundo dia dos quais espetáculos ele vestiu um traje feito totalmente de prata, e de uma contextura verdadeiramente maravilhosa, e veio para o teatro de manhã cedo; ao tempo em que a prata de seu traje sendo iluminada pelo fresco reflexo dos raios do sol sobre ela, brilhou de uma maneira surpreendente, e ficou tão resplendente que espalhou horror entre aqueles que olhavam firmemente para ele; e no momento seus bajuladores gritaram, um de um lugar, outro de outro lugar, (ainda que não para o bem dele) que ele era um deus; e acrescentavam: ‘Sê misericordioso conosco, pois ainda que até agora te tenhamos reverenciado somente como um homem, contudo doravante te teremos como superior à natureza mortal’. Quanto a isto o rei não os repreendeu, nem rejeitou sua ímpia bajulação. Mas, estando ele presente, e depois olhou para cima, viu uma coruja pousada numa corda sobre sua cabeça, e imediatamente entendeu que este pássaro era o mensageiro de más notícias, como tinha sido antes mensageiro de boas notícias; e caiu na mais profunda tristeza. Uma dor severa também apareceu no seu abdome e começou de maneira muito violenta. Ele portanto olhou para seus amigos e disse: ‘Eu, a quem chamais deus, estou presentemente chamado a partir desta vida; enquanto a Providência assim reprova as palavras mentirosas que vós agora mesmo me disseram; e eu, que por vós fui chamado imortal, tenho que ser imediatamente afastado depressa para a morte...’ Quando ele acabou de dizer isto, sua dor se tornou violenta. Desse modo, ele foi carregado para dentro do palácio; e o rumor espalhou-se por toda parte, que ele certamente morreria dentro de pouco tempo... E quando ele tinha se esgotado muito pela dor no seu abdome durante cinco dias, ele partiu desta vida” (Antiguidades, XIX, 7.2).

Josefo é muito mais prolixo do que Lucas, mas a concordância entre as duas histórias é tocante. Os relatos são bastante diferentes, para que nenhum pudesse sido copiado do outro. E são bastante semelhantes para atestar um ao outro a autenticidade, ainda que Josefo pareça acrescentar alguns promenores até fantasiosos.
Este é um exemplo de como as fontes antigas, não cristãs, dão testemunho da exatidão histórica da Bíblia. E é uma de muitas. Naturalmente, isto coloca os incrédulos numa posição bem desconfortável. Se a Bíblia é consistentemente acurada em retratar tais eventos como a morte de Herodes, então não temos razão sólida para duvidar dos seus registros de milagres. Não há razão sólida para duvidar da ressurreição de Jesus. Não há evidência sólida de que estas coisas não aconteceram. Mas na Bíblia temos testemunhas oculares de escritores que, ponto por ponto, têm provado a si mesmos como confiáveis. Mais ainda, por meio de outros estudos vemos que é completamente razoável concluir que Deus existe, meramente pelo exame do funcionamento do universo físico. E certamente o Deus que criou o universo é capaz de executar os milagres descritos nas Escrituras. Portanto, vemos novamente que a evidência é toda a favor de aceitar a Bíblia no que ele declara ser – a palavra de Deus.
– por Jim Robson