Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. Provérbios 16;24

Congresso Infantil. Na simplicidade das  Crianças Deus opera maravilhas.


Apresento abaixo algumas histórias da Bíblia para serem lidas com as crianças ensinando-as as verdades de Deus.


1- Quem fez o mundo? Gn 1.1-25 No começo Deus criou os céus e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água. Então Deus disse: —Que haja luz! E a luz começou a existir. Deus viu que a luz era boa e a separou da escuridão. Deus pôs na luz o nome de “dia” e na escuridão pôs o nome de “noite”. A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o primeiro dia. Então Deus disse: —Que haja no meio da água uma divisão para separá-la em duas partes! E assim aconteceu. Deus fez uma divisão que separou a água em duas partes: uma parte ficou do lado de baixo da divisão, e a outra parte ficou do lado de cima. Nessa divisão Deus pôs o nome de “céu”. A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o segundo dia. Aí Deus disse: —Que a água que está debaixo do céu se ajunte num só lugar a fim de que apareça a terra seca! E assim aconteceu. Deus pôs na parte seca o nome de “terra” e nas águas que se haviam ajuntado ele pôs o nome de “mares”. E Deus viu que o que havia feito era bom. Em seguida ele disse: —Que a terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que dêem sementes e árvores que dêem frutas! E assim aconteceu. A terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutas. E Deus viu que o que havia feito era bom. A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o terceiro dia. Então Deus disse: —Que haja luzes no céu para separarem o dia da noite e para marcarem os dias, os anos e as estações! Essas luzes brilharão no céu para iluminar a terra. E assim aconteceu. Deus fez as duas grandes luzes: a maior para governar o dia e a menor para governar a noite. E fez também as estrelas. Deus pôs essas luzes no céu para iluminarem a terra, para governarem o dia e a noite e para separarem a luz da escuridão. E Deus viu que o que havia feito era bom. A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o quarto dia. Depois Deus disse: —Que as águas fiquem cheias de todo tipo de seres vivos, e que na terra haja aves que voem no ar! Assim Deus criou os grandes monstros do mar, e todas as espécies de seres vivos que em grande quantidade se movem nas águas, e criou também todas as espécies de aves. E Deus viu que o que havia feito era bom. Ele abençoou os seres vivos do mar e disse: —Aumentem muito em número e encham as águas dos mares! E que as aves se multipliquem na terra! A noite passou, e veio a manhã. Esse foi o quinto dia. Então Deus disse: —Que a terra produza todo tipo de animais: domésticos, selvagens e os que se arrastam pelo chão, cada um de acordo com a sua espécie! E assim aconteceu. Deus fez os animais, cada um de acordo com a sua espécie: os animais domésticos, os selvagens e os que se arrastam pelo chão. E Deus viu que o que havia feito era bom. 



2- O garoto salvo das águas - Ex 2.1-10 Um homem e uma mulher da tribo de Levi casaram. A mulher ficou grávida e deu à luz um filho. Ela viu que o menino era muito bonito e então o escondeu durante três meses. Como não podia escondê-lo por mais tempo, ela pegou uma cesta de junco, tapou os buracos com betume e piche, pôs nela o menino e deixou a cesta entre os juncos, na beira do rio.A irmã do menino ficou de longe, para ver o que ia acontecer com ele. A filha do rei do Egito foi até o rio e estava tomando banho enquanto as suas empregadas passeavam ali pela margem. De repente, ela viu a cesta no meio da moita de juncos e mandou que uma das suas escravas fosse buscá-la. A princesa abriu a cesta e viu um bebê chorando. Ela ficou com muita pena dele e disse: —Este é um menino israelita. Então a irmã da criança perguntou à princesa: —Quer que eu vá chamar uma mulher israelita para amamentar e criar esta criança para a senhora? —Vá—respondeu a princesa. Então a moça foi e trouxe a própria mãe do menino. Aí a princesa lhe disse: —Leve este menino e o crie para mim, que eu pagarei pelo seu trabalho. A mulher levou o menino e o criou. Quando ele já estava grande, ela o levou à filha do rei, que o adotou como filho. Ela pôs nele o nome de Moisés e disse: —Eu o tirei da água. 


3- O menino que ouvia a voz de Deus - 1Sm 3.1-21 Samuel ainda era menino e ajudava Eli na adoração a Deus, o SENHOR. Naqueles dias poucas mensagens vinham do SENHOR, e as visões também eram muito raras. Certa noite Eli, já quase cego, estava dormindo no seu quarto. Samuel dormia na Tenda Sagrada, onde ficava a arca da aliança. E a lâmpada de Deus ainda estava acesa. Então o SENHOR Deus chamou: —Samuel, Samuel! —Estou aqui! —respondeu ele. Então correu para onde Eli estava e disse: —O senhor me chamou? Estou aqui. Mas Eli respondeu: —Eu não chamei você. Volte para a cama. E Samuel voltou. Então o SENHOR Deus tornou a chamar Samuel. O menino se levantou, foi aonde estava Eli e disse: —O senhor me chamou? Estou aqui. Mas Eli tornou a responder: —Eu não chamei você, filho. Volte para a cama. Samuel não o conhecia SENHOR pois o SENHOR ainda não havia falado com ele. Aí o SENHOR chamou Samuel pela terceira vez. Ele se levantou, foi aonde Eli estava e disse: —O senhor me chamou? Estou aqui. Então Eli compreendeu que era o SENHOR quem estava chamando o menino e ordenou: —Volte para a cama e, se ele chamar você outra vez, diga: “Fala, ó SENHOR, pois o teu servo está escutando!” E Samuel voltou para a cama. Então o SENHOR veio e ficou ali. E, como havia feito antes, disse: —Samuel, Samuel! —Fala, pois o teu servo está escutando! —respondeu Samuel. E o SENHOR disse: —Eu vou fazer com o povo de Israel uma coisa tão terrível, que todos os que ouvirem a respeito disso ficarão apavorados. Naquele dia farei contra Eli tudo o que disse a respeito da família dele, do começo até o fim. Eu lhe disse que ia castigar a sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar. Por isso, juro à família de Eli que nenhum sacrifício ou oferta poderá apagar o seu terrível pecado. Samuel ficou na cama até de manhã. Aí se levantou e abriu os portões da área da Tenda Sagrada. Ele estava com medo de falar com Eli sobre a visão que havia tido. Mas Eli o chamou: —Samuel, meu filho! —Estou aqui! —respondeu ele. —O que foi que Deus lhe disse? —perguntou Eli. —Não esconda nada de mim. Deus o castigará severamente se você não me contar tudo o que ele disse. Então Samuel contou tudo, sem esconder nada. E Eli disse: —Ele é Deus, o SENHOR. Que ele faça tudo o que achar melhor! E Samuel cresceu. O SENHOR estava com ele e fazia tudo o que Samuel dizia que ia acontecer. Assim todo o povo de Israel, do norte ao sul do país, ficou sabendo que Samuel era, de fato, um profeta do SENHOR. O SENHOR continuou a aparecer em Siló, onde havia se revelado a Samuel e falado com ele. E a palavra de Samuel era respeitada por todo o povo de Israel. 


4- Um jovem que virou rei - 1Sm 9.1-27 Havia um homem chamado Quis, que era da tribo de Benjamim. Ele era filho de Abiel, neto de Zeror, bisneto de Becorate e trineto de Afias. Quis era rico e importante. Tinha um filho jovem e bonito, chamado Saul. Não havia ninguém mais bonito do que ele entre todos os israelitas. Além disso era mais alto do que todos. Quando estava no meio do povo, ele aparecia dos ombros para cima. E aconteceu que algumas jumentas que pertenciam a Quis, o pai de Saul, se perderam. Então ele disse a Saul: —Filho, leve com você um dos nossos empregados e vá procurar as jumentas. Eles foram por toda a região montanhosa de Efraim e pela terra de Salisa, porém não acharam as jumentas. Então procuraram na terra de Saalim, porém elas não estavam lá. Aí procuraram no território da tribo de Benjamim, mas também não as encontraram. Quando entraram na terra de Zufe, Saul disse ao empregado: —Vamos voltar para casa; se não, em vez de se preocupar com as jumentas, o meu pai vai acabar se preocupando com a gente. O empregado respondeu: —Espere. Nesta cidade mora um homem santo que é muito respeitado porque tudo o que ele diz acontece. Vamos falar com ele. Talvez ele possa nos dizer onde podemos encontrar as jumentas. Saul perguntou: —Se formos lá, o que vamos levar para ele? Não há comida nas nossas sacolas, e não temos nada para lhe dar. Ou será que temos? O empregado respondeu: —Tenho uma pequena quantia de prata que posso dar a ele para que nos conte onde poderemos achar as jumentas. —É uma boa idéia! —respondeu Saul. —Vamos. Então eles foram à cidade onde o homem santo morava. Quando estavam subindo o morro para chegar à cidade, encontraram algumas moças que estavam saindo para tirar água. Eles perguntaram: —O vidente está na cidade? (Antigamente, quando alguém queria fazer uma pergunta a Deus, costumava dizer: “Vamos falar com o vidente.” Porque naquele tempo os profetas eram chamados de videntes.) —É uma boa idéia! —respondeu Saul. —Vamos. Então eles foram à cidade onde o homem santo morava. Quando estavam subindo o morro para chegar à cidade, encontraram algumas moças que estavam saindo para tirar água. Eles perguntaram: —O vidente está na cidade? (Antigamente, quando alguém queria fazer uma pergunta a Deus, costumava dizer: “Vamos falar com o vidente.” Porque naquele tempo os profetas eram chamados de videntes.) —É uma boa idéia! —respondeu Saul. —Vamos. Então eles foram à cidade onde o homem santo morava. Quando estavam subindo o morro para chegar à cidade, encontraram algumas moças que estavam saindo para tirar água. Eles perguntaram: —O vidente está na cidade? (Antigamente, quando alguém queria fazer uma pergunta a Deus, costumava dizer: “Vamos falar com o vidente.” Porque naquele tempo os profetas eram chamados de videntes.) —Ele está, sim! —responderam elas. —Olhem! Ali vai ele, ali na frente. Andem depressa. Ele está entrando na cidade porque o povo vai oferecer hoje um sacrifício no altar do monte. Assim que entrarem na cidade, vocês o encontrarão antes que ele suba o monte para comer. O povo não começa a comer antes que ele chegue lá, pois primeiro ele tem de abençoar o sacrifício. Só depois é que os convidados podem comer. Subam lá agora e logo vocês o encontrarão. Então eles foram até a cidade. Quando iam entrando, viram Samuel, que saía para subir até o lugar de adoração. Um dia antes de Saul chegar, o SENHOR Deus tinha dito a Samuel: —Amanhã, a esta hora, eu vou enviar a você um homem da tribo de Benjamim. Você o ungirá para ser o governador do meu povo de Israel. Ele libertará o povo do domínio dos filisteus. Eu tenho visto o sofrimento do meu povo e ouvido os seus pedidos de ajuda. Quando Samuel viu Saul, o SENHOR lhe disse: —Este é o homem de quem lhe falei. Ele governará o meu povo. Saul foi encontrar-se com Samuel, perto do portão, e perguntou: —Por favor, onde mora o vidente? Samuel respondeu: —Eu sou o vidente. Vá adiante de mim até o lugar de adoração. Vocês dois vão jantar comigo hoje. Amanhã cedo eu responderei a todas as suas perguntas, e então vocês poderão ir embora. E não se preocupe com as jumentas que se perderam há três dias, pois elas já foram encontradas. Afinal, quem é que o povo de Israel está querendo? Eles querem é você—você e a família do seu pai. Saul respondeu: —Eu sou da tribo de Benjamim, a menor de Israel, e a minha família é a menos importante da tribo. Então por que o senhor está falando comigo desse jeito? Aí Samuel levou Saul e o seu empregado para o salão de festas e pediu que os dois sentassem à cabeceira da mesa. Ao redor dessa mesa estavam sentados mais ou menos trinta convidados. E Samuel disse ao cozinheiro: —Traga aquele pedaço de carne que eu lhe entreguei e pedi para deixar reservado. O cozinheiro pegou o melhor pedaço da perna e o pôs na frente de Saul. Samuel disse: —Olhe! Aqui está o pedaço que foi reservado para você. Coma-o, pois foi guardado para você comer nesta ocasião em que convidei o povo. E assim, naquele dia, Saul jantou com Samuel. Depois os dois desceram do lugar de adoração para a cidade. Aí arrumaram uma cama para Saul no terraço, e ele dormiu ali. Quando chegaram à saída da cidade, Samuel disse a Saul: —Diga ao seu empregado que vá na frente e você espere aqui um instante. O empregado foi, e Samuel disse a Saul: —Eu tenho um recado de Deus para você.Samuel tinha levado consigo um frasco de azeite. Ele derramou o azeite na cabeça de Saul, beijou-o e disse: —O SENHOR Deus está ungindo você como o chefe do seu povo, o povo de Israel. Você o governará e o livrará de todos os seus inimigos. Esta é a prova de que Deus o escolheu para ser o chefe do seu povo. 


5- As crianças e as vasilhas de óleo - 2Rs 4.1-7 Certa mulher, que era viúva de um dos membros de um grupo de profetas, foi falar com Eliseu e disse: —O meu marido morreu. Como o senhor sabe, ele era um homem que temia a Deus, o SENHOR. Mas agora um homem a quem ele devia dinheiro veio para levar os meus dois filhos a fim de serem escravos, como pagamento da dívida. Eliseu perguntou: —O que posso fazer por você? Diga! O que é que você tem em casa? —Não tenho nada, a não ser um jarro pequeno de azeite! —respondeu a mulher.Eliseu disse: —Vá pedir que os seus vizinhos lhe emprestem muitas vasilhas vazias. Depois você e os seus filhos entrem em casa, fechem a porta e comecem a derramar azeite nas vasilhas. E vão pondo de lado as que forem ficando cheias. Então a mulher foi para casa com os filhos, fechou a porta, pegou o pequeno jarro de azeite e começou a derramar o azeite nas vasilhas, conforme os seus filhos iam trazendo. Quando todas as vasilhas estavam cheias, ela perguntou se havia mais alguma. —Essa foi a última! —respondeu um dos filhos. Então o azeite parou de correr. Ela foi e contou ao profeta Eliseu. Aí ele disse: —Venda o azeite e pague todas as suas dívidas. Ainda vai sobrar dinheiro para você e os seus filhos irem vivendo. 

6- O rei menino que ficou escondido - 2Rs 11.1-12 Assim que Atalia, a mãe do rei Acazias, soube da morte do filho, deu ordem para que todas as pessoas da família real fossem mortas. Somente Joás, filho de Acazias, escapou. Ele ia ser morto junto com os outros, mas foi salvo pela sua tia Jeoseba, que era filha do rei Jeorão e meia-irmã de Acazias. Ela levou Joás e a sua babá para um quarto do Templo e o escondeu de Atalia. Assim ele não foi morto. Durante seis anos Jeoseba cuidou do menino e o conservou escondido no Templo, enquanto Atalia era a rainha. Mas no sétimo ano o sacerdote Joiada mandou chamar os oficiais encarregados dos guarda-costas e dos guardas do palácio e disse que viessem ao Templo. Ali ele fez com que jurassem concordar com o que ele havia planejado fazer. Então lhes mostrou Joás, o filho do rei Acazias, e deu a eles as seguintes ordens: —Quando vocês ficarem de serviço no sábado, a terça parte deve guardar o palácio; a outra terça parte deve ficar de guarda no Portão Sur, e a outra terça parte deve ficar no portão, atrás dos outros guardas. Os dois grupos que deixarem o serviço no sábado ficarão de guarda no Templo para proteger o rei. Vocês devem guardar o rei Joás com as espadas na mão e ir com ele a qualquer lugar aonde ele for. Qualquer pessoa que chegar perto de vocês deve ser morta. Os oficiais obedeceram à ordem de Joiada e levaram a ele os seus soldados, isto é, os que saíam do serviço no sábado e os que entravam de serviço no sábado. Joiada entregou aos oficiais as lanças e os escudos que tinham sido do rei Davi e que haviam ficado guardados no Templo. Ele pôs os soldados armados com espadas por toda a frente do Templo, para protegerem o rei. Então Joiada levou Joás para fora, colocou a coroa na cabeça dele e lhe deu uma cópia da Lei. Aí Joás foi ungido e apresentado como rei. O povo bateu palmas e gritou: —Viva o rei!


7- Os jovens na fornalha - Dn 1.1-30 O rei Nabucodonosor mandou fazer uma estátua que media vinte e sete metros de altura por dois metros e setenta de largura e ordenou que a pusessem na planície de Durá, na província da Babilônia. Depois, ordenou que todos os governadores regionais, os prefeitos, os governadores das províncias, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todas as outras autoridades viessem à cerimônia de inauguração da estátua. Todos eles vieram e ficaram de pé em frente da estátua para a cerimônia de inauguração. Aí o encarregado de anunciar o começo da cerimônia disse em voz alta: —Povos de todas as nações, raças e línguas! Quando ouvirem o som das trombetas, das flautas, das cítaras, das liras, das harpas e dos outros instrumentos musicais, ajoelhem-se todos e adorem a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor mandou fazer. Quem não se ajoelhar e não adorar a estátua será jogado na mesma hora numa fornalha acesa. Assim, logo que os instrumentos começaram a tocar, todas as pessoas que estavam ali se ajoelharam e adoraram a estátua de ouro. Foi nessa hora que alguns astrólogos aproveitaram a ocasião para acusar os judeus. Eles disseram ao rei Nabucodonosor: —Que o rei viva para sempre! O senhor deu a seguinte ordem: “Quando ouvirem o som dos instrumentos musicais, todos se ajoelharão e adorarão a estátua de ouro. Quem desobedecer a essa ordem será jogado numa fornalha acesa.” Ora, o senhor pôs como administradores da província da Babilônia alguns judeus. Esses judeus—Sadraque, Mesaque e Abede-Nego—não respeitam o senhor, não prestam culto ao deus do senhor, nem adoram a estátua de ouro que o senhor mandou fazer. Ao ouvir isso, Nabucodonosor ficou furioso e mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Eles foram levados para o lugar onde o rei estava, e ele lhes disse: —É verdade que vocês não prestam culto ao meu deus, nem adoram a estátua de ouro que eu mandei fazer? Pois bem! Será que agora vocês estão dispostos a se ajoelhar e a adorar a estátua, logo que os instrumentos musicais começarem a tocar? Se não, vocês serão jogados na mesma hora numa fornalha acesa. E quem é o deus que os poderá salvar? Sadraque, Mesaque e Abede-Nego responderam assim: —Ó rei, nós não vamos nos defender. Pois, se o nosso Deus, a quem adoramos, quiser, ele poderá nos salvar da fornalha e nos livrar do seu poder, ó rei.E mesmo que o nosso Deus não nos salve, o senhor pode ficar sabendo que não prestaremos culto ao seu deus, nem adoraremos a estátua de ouro que o senhor mandou fazer. Ao ouvir isso, Nabucodonosor ficou furioso com os três jovens e, vermelho de raiva, mandou que se esquentasse a fornalha sete vezes mais do que de costume. Depois, mandou que os seus soldados mais fortes amarrassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os jogassem na fornalha. Os três jovens, completamente vestidos com os seus mantos, capas, chapéus e todas as outras roupas, foram amarrados e jogados na fornalha. A ordem do rei tinha sido cumprida, e a fornalha estava mais quente do que nunca; por isso, as labaredas mataram os soldados que jogaram os três jovens lá dentro. E, amarrados, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego caíram na fornalha. De repente, Nabucodonosor se levantou e perguntou, muito espantado, aos seus conselheiros: —Não foram três os homens que amarramos e jogamos na fornalha? —Sim, senhor! —responderam eles. —Como é, então, que estou vendo quatro homens andando soltos na fornalha? —perguntou o rei. —Eles estão passeando lá dentro, sem sofrerem nada. E o quarto homem parece um anjo. Aí o rei chegou perto da porta da fornalha e gritou: —Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, saiam daí e venham cá! Os três saíram da fornalha, e todas as autoridades que estavam ali chegaram perto deles e viram que o fogo não havia feito nenhum mal a eles. As labaredas não tinham chamuscado nem um cabelo da sua cabeça, as suas roupas não estavam queimadas, e eles não estavam com cheiro de fumaça. O rei gritou: —Que o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja louvado! Ele enviou o seu Anjo e salvou os seus servos, que confiam nele. Eles não cumpriram a minha ordem; pelo contrário, escolheram morrer em vez de se ajoelhar e adorar um deus que não era o deles. Por isso, ordeno que qualquer pessoa, seja qual for a sua raça, nação ou língua, que insultar o nome do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja cortada em pedaços e que a sua casa seja completamente arrasada. Pois não há outro Deus que possa salvar como este. Então o rei Nabucodonosor colocou os três jovens em cargos ainda mais importantes na província da Babilônia. 


8- Jesus, encontrado no templo - Lc 2.40-52 O menino crescia e ficava forte; tinha muita sabedoria e era abençoado por Deus. Todos os anos os pais de Jesus iam a Jerusalém para a Festa da Páscoa. Quando Jesus tinha doze anos, eles foram à Festa, conforme o seu costume. Depois que a Festa acabou, eles começaram a viagem de volta para casa. Mas Jesus tinha ficado em Jerusalém, e os seus pais não sabiam disso. Eles pensavam que ele estivesse no grupo de pessoas que vinha voltando e por isso viajaram o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre os parentes e amigos. Como não o encontraram, voltaram a Jerusalém para procurá-lo. Três dias depois encontraram o menino num dos pátios do Templo, sentado no meio dos mestres da Lei, ouvindo-os e fazendo perguntas a eles. Todos os que o ouviam estavam muito admirados com a sua inteligência e com as respostas que dava. Quando os pais viram o menino, também ficaram admirados. E a sua mãe lhe disse: —Meu filho, por que foi que você fez isso conosco? O seu pai e eu estávamos muito aflitos procurando você. Jesus respondeu: —Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa do meu Pai? Mas eles não entenderam o que ele disse. Então Jesus voltou com os seus pais para Nazaré e continuava a ser obediente a eles. E a sua mãe guardava tudo isso no coração. Conforme crescia, Jesus ia crescendo também em sabedoria, e tanto Deus como as pessoas gostavam cada vez mais dele. 


9- O menino que teve seu lanche multiplicado - Jo 6.5-13 Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe: —Onde vamos comprar comida para toda esta gente? Ele sabia muito bem o que ia fazer, mas disse isso para ver qual seria a resposta de Filipe. Filipe respondeu assim: —Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata. Então um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse: —Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isso para tanta gente? Jesus disse: —Digam a todos que se sentem no chão. Então todos se sentaram. (Havia muita grama naquele lugar.) Estavam ali quase cinco mil homens. Em seguida Jesus pegou os pães, deu graças a Deus e os repartiu com todos; e fez o mesmo com os peixes. E todos comeram à vontade. Quando já estavam satisfeitos, ele disse aos discípulos: —Recolham os pedaços que sobraram a fim de que não se perca nada. Eles ajuntaram os pedaços e encheram doze cestos com o que sobrou dos cinco pães.

Elias R. Oliveira Fonte: Bíblia Sagrada

Fonte:
Vivos

Acima os abençoados que trouxeram a palavras e os louvores,  juntamente com os mestres e dirigente. A todos meus abraços cheiinhos de paz e amor. Deus os abençoe grandemente, com abundancia bençãos celestiais. Em nome de Jesus . amém.

“A bênção do Senhor é que enriquece, e não acrescenta dores.” Pv 10:22

Políticos evangélicos e católicos estão unidos em Brasília


Políticos evangélicos e católicos estão unidos em Brasília
Devido às necessidades em comum, os parlamentares evangélicos e católicos passaram a atuar em conjunto, pela aprovação de projetos de interesse de ambas as partes, como retirada de pauta ou reprovação de projetos que contrariam os princípios cristãos. As duas bancadas possuem cerca de 100 parlamentares.

Segundo “O Globo”, atualmente são pelos menos 368 projetos em que as duas bancadas trabalham unidas. Dentre esses projetos em que católicos e evangélicos lutam para que não sejam aprovados, estão propostas como a união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, legalização do aborto e o divórcio instantâneo. Este último, prevê que o processo ocorra pela internet.
Um dos projetos em que os parlamentares cristãos trabalham juntos é justamente sobre outro tema polêmico: uma pensão para a mulher que engravidar após ser estuprada. Os críticos do projeto, que se chama Estatuto do Nascituro, o apelidaram de “Bolsa-Estupro”, pois prevê que a pensão seja paga pelo governo até a criança completar 18 anos.
“Foi-se o tempo em que católicos e evangélicos se estranhavam aqui no Congresso. Principalmente pelas críticas dos católicos aos cultos dos evangélicos. Esse tempo, passou e hoje trabalhamos juntos na proteção da família e da vida”, afirma o deputado João Campos, (PSDB-GO), líder da bancada evangélica no Congresso.
Fonte: Gospel

Aborto: Os Dois Pontos Cruciais

 
A legislação sobre o assunto
O artigo 128 do Código Penal brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe e quando a gravidez resulta de estupro. Porém, apenas sete hospitais no pais faziam o aborto legal. Esse ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a obrigatoriedade de o SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razão de consciência - um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais que procedimentos médicos mecânicos. Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou aborto a um assassinato. Além disto, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles (obrigação de lutar pela vida). "O juiz que autoriza o aborto é co-autor do crime. Isso fere o direito à vida", disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/97). Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto.
 
O ensino bíblico
O assunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de Deus. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como "Não abortarás". Mas a razão é clara. Era tão inconcebível que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés. Crianças era consideradas como um presente ou herança de Deus (Gn 33.5; Sl 113.9; 127.3). Era Deus quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1 Sm. 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome de família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, "Não matarás" (Êx 20.13). Mas os tempos mudaram. A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer, e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de Deus, e não pela ética da sociedade onde está inserida.
 
A humanidade do feto
Há dois pontos cruciais em torno dos quais gira as questões éticas e morais relacionadas com o aborto provocado. O primeiro é quanto à humanidade do feto. Esse ponto tem a ver com a resposta à pergunta: quando é que, no processo de concepção, gestação e nascimento, o embrião se torna um ser humano, uma pessoa, adquirindo assim o direito à vida? Muitos que são a favor do aborto argumentam que o embrião (e depois o feto), só se torna um ser humano após determinado período de gestação, antes do qual abortar não seria assassinato. Por exemplo, o aborto é permitido na Inglaterra até 7 meses de gestação. Outros são mais radicais. Em 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos passou uma lei permitindo o aborto, argumentando que uma criança não nascida não é uma pessoa no sentido pleno do termo, e portanto, não tem direito constitucional à vida, liberdade e propriedades. Entretanto, muitos biólogos, geneticistas e médicos concordam que a vida biológica inicia-se desde a concepção. As Escrituras confirmam este conceito ensinando que Deus considera sagrada vida de crianças não nascidas. Veja, por exemplo, Êx 4.11; 21.21-25; Jó 10.8-12; Sl 139.13-16; Jr. 1.5; Mt 1.18; e Lc 1.39-44. Apesar de algumas dessas passagens terem pontos de difícil interpretação, não é difícil de ver que a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem se originam simultaneamente na concepção.
 
Os Pais da Igreja, que vieram logo após os apóstolos, reconheceram esta verdade, como aparece claramente nos escritos de Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, Clemente de Alexandria e outros. No Império Romano pagão, o aborto era praticado livremente, mas os cristãos se posicionaram contra a prática. Em 314 o concílio de Ancira (moderna Ankara) decretou que deveriam ser excluídos da ceia do Senhor durante 10 anos todos os que procurassem provocar o aborto ou fizesse drogas para provocá-lo. Anteriormente, o sínodo de Elvira (305-306) havia excluído até a morte os que praticassem tais coisas. Assim, a evidência biológica e bíblica é que crianças não nascidas são seres humanos, são pessoas, e que matá-las é assassinato.
 
A santidade da vida
O segundo ponto tem a ver com a santidade da vida. Ainda que as crianças fossem reconhecidas como seres humanos, como pessoas, antes de nascer, ainda assim suas vidas estariam ameaçadas pelo aborto. Vivemos em uma sociedade que perdeu o conceito da santidade da vida. O conceito bíblico de que o homem é uma criatura especial, feito à imagem de Deus, diferente de todas as demais formas de vida, e que possui uma alma imortal, tem sido substituído pelo conceito humanista do evolucionismo, que vê o homem simplesmente como uma espécie a mais, o Homo sapiens, sem nada que realmente o faça distinto das demais espécies. A vida humana perdeu seu valor. O direito à continuar existindo não é mais determinado pelo alto valor que se dava ao homem por ser feito à imagem de Deus, mas por fatores financeiros, sociológicos e de conveniência pessoal, geralmente utilitaristas e egoístas. Em São Paulo, por exemplo, um médico declarou "Faço aborto com o mesmo respeito com que faço uma cesárea. É um procedimento tão ético como uma cauterização". E perguntado se faria aborto em sua filha, respondeu: "Faria, se ela considerasse a gravidez inoportuna por algum motivo. Eu mesmo já fiz sete abortos de namoradas minhas que não podiam sustentar a gravidez" (A Folha de São Paulo, 29 de agosto de 1997).
 
Conclusão
Esses pontos devem ser encarados por todos os cristãos. Evidentemente, existem situações complexas e difíceis, como no caso da gravidez de risco e do estupro. Meu ponto é que as soluções sempre devem ser a favor da vida. C. Everett Koop,ex-cirurgião geral dos Estados Unidos, escreveu: "Nos meus 36 anos de cirurgia pediátrica, nunca vi um caso em que o aborto fosse a única saída para que a mãe sobrevivesse". Sua prática nestes casos raros era provocar o nascimento prematuro da criança e dar todas as condições para sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, é preciso que a Igreja se compadeça e auxilie os cristãos que se vêem diante deste terrível dilema. Condenação não irá substituir orientação, apoio e acompanhamento. A dor, a revolta e o sofrimento de quem foi estuprada não se resolverá matando o ser humano concebido em seu ventre. Por outro lado, a Igreja não pode simplesmente abandonar à sua sorte as estupradas grávidas que resolvem ter a criança. É preciso apoio, acompanhamento e orientaçã
o.
 
Autor: Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Augustus Nicodemus Lopes é paraibano e pastor presbiteriano. É bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (Recife), mestre em Novo Testamento pela Universidade Reformada de Potchefstroom (África do Sul) e doutor em Interpretação Bíblica pelo Westminster Theological Seminary (EUA), com estudos no Seminário Reformado de Kampen (Holanda). Foi professor e diretor do Seminário Presbiteriano do Norte (1985-1991), professor de exegese do Seminário JMC em São Paulo, professor de Novo Testamento do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (1995-2001), pastor da Primeira Igreja Presbiteriana do Recife (1989-1991) e pastor da Igreja Evangélica Suiça de São Paulo (1995-2001). Atualmente é chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É autor de vários livros, entre eles O Que Você Precisa Saber Sobre Batalha Espiritual (CEP), O Culto Espíritual (CEP), A Bíblia e Sua Familia (CEP) e A Bíblia e Seus Intérpretes (CEP). É casado com Minka Schalkwijk e tem quatro filhos - Hendrika, Samuel, David e Anna.

MARCHA PARA JESUS, EM PAULO AFONSO.



Neste último sábado, dia 24 do set, aconteceu a 07° Edição da Marcha para Jesus, em nossa cidade, um evento que teve organização da ABAME. Percorrendo as principias ruas de Paulo Afonso com muita alegria, entusiasmo e evangelismo, ao som da banda nação resgate, na segunda parte quem comandou o povão de Deus foi o Ministério Fé Brasil, depois tivemos a ministração da palavra pelo Evangelista Rubens Cunha e para finalizar tivemos à apresentação do Sandro Nazireu.


















Por que nós Marchamos?

A marcha para Jesus é um evento internacional e interdenominacional que ocorre anualmente em milhares de cidades do mundo. Um ato pacífico, consciente e excitante do mover de Deus em nossos dias.

A Igreja tem a oportunidade de mostrar que não é restrita aos templos, mas viva e aberta a toda sociedade, além de unir as igrejas cristãs em um ato de expressão pública de fé, amor, agradecimento e exaltação do nome de Jesus Cristo. O lema da Marcha para Jesus em 2005 é:

Criados para amar, Chamados para servir.









POR QUE NÓS MARCHAMOS?

1. Obediência

A visão inicial da Marcha para Jesus, como qualquer outra ação em que os cristãos empreendem para Deus, está baseado no conhecimento e na obediência. Nós acreditamos que Deus diz para nós marcharmos, e esta obediência precede uma revelação. O Espírito Santo de Deus nos conduz em toda a verdade (João 16:13) e a teologia do ato de marcharmos para Jesus emerge quando nós nos engajamos em ouvir o que o Espírito Santo está dizendo para uma Igreja atuante e batalhadora nesta terra.





2. Unidade

Nós marchamos porque há uma unidade - o corpo de Cristo - ativa, presente e unida na terra, e Deus se alegra deste ato (Salmos 133). Nossa unidade é expressa através da união de cristãos de todas as denominações em louvar ao Senhor.

A unidade visível e espiritual da Igreja é também um importante meio de evangelismo, e com ela sobrevem uma força sobrenatural que pode mudar o destino de uma cidade ou nação.























3. Oração e Louvor

Nós marchamos porque temos a convicção de que a presença de Deus estará em nosso meio, assim como Deus habita nos louvores do seu povo (Salmos 22:3). A Marcha para Jesus é uma oportunidade de realizarmos coletivamente uma manifestação consciente de Deus, e isto é algo que raramente o mundo vê. Através da Marcha a nossa adoração a Deus ressoam nos ares, e a presença do Espírito Santo será manifestada em nosso meio.




4. Proclamação

Nós estamos fazendo uma declaração teológica: a Igreja está em movimento e está viva ! Queremos ser conhecidos publicamente como discípulos de Jesus. Os cristãos que estão juntos em Espírito e em Verdade são a real Igreja do Senhor, e não necessariamente os templos e edifícios em que nós nos encontramos.

Declare ao mundo e os principados que a Igreja está em movimento, proclamando publicamente que Jesus é o Senhor.

Enquanto esteve na Terra, Jesus investiu a maioria de seu tempo nas ruas, nos campos, ou seja, ao ar livre. Muitas das vezes quando Ele ensinou dentro das sinagogas, foi expulso ou retirado do local.








5. Celebração

Festas descritas no Antigo Testamento incluíram festividades e celebrações, como também adoração e oração. Refletindo sobre este espírito de celebração, as marchas possuem uma qualidade extremamente espontânea e alegre. Vemos e ouvimos nas Marcha caras pintadas, cartazes, roupas coloridas e canções vivazes. É uma celebração do amor extravagante de Deus para o mundo, já que esta alegria de estarmos no Senhor e a força que precisamos !







6. Simbolismo Profético

Marchar para Jesus é um ato profético que dá consciência espiritual às pessoas. Moisés ergueu o cajado e o Mar Vermelho se abriu para que os hebreus contiuassem sua marcha rumo a terra prometida. Josué mobilizou as pessoas de Israel para marchar ao redor das paredes de Jericó. Jeosafá marchou no deserto entoando louvores a Deus. Neemias organizou uma marcha ao redor das paredes de Jerusalém. Quando nós marchamos, estamos agindo profeticamente, assim como nós pedimos para que Deus derrame o seu Santo Espírito e traga a santidade em nossa sociedade.








7. Reivindicando a Terra

Quando marcharmos para Jesus, há uma sensação natural de estarmos revindicando o lugar do qual nós caminhamos. Liberamos no mundo espiritual a oportunidade do qual Deus deseja: "Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, eu a darei ..." (Josué 1:3). Por que o inimigo ainda detém nosso bairro, cidade e nação ? Levemos as Boas Novas em o nome do Senhor Jesus !



8. Arrependimento Público

Todas as vezes que Israel se arrependia de seus pecados, Deus vinha e curava Seu Povo e Sua Terra. Quando nós marchamos, somos levantados como intercessores, tapando as brechas deixadas pelos atos ímpios de nossa nação.



9. Demolindo Fortalezas

Em II Coríntios 10, Paulo fala sobre fortalezas inimigas espirituais. Como nosso enfoque é exaltar a Cristo e louvar a Deus, estaremos destruindo tais fortalezas erguidas pelo inimigo em certas áreas em nossas cidades e regiões, declarando com fé que Jesus Cristo é o Senhor do Brasil!






João 16:13




Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o 
que há de vir



A Paz que excede todo o entendimento.

(Filipenses 4 : 7)





valquíria calado a serviço do reino de Jesus Cristo. 


A paz que excede todo entendimento seja com todos, amém.




LEVANTAI-VOS MULHERES SANTAS.





Texto: Is 32.9-13.



  • Levantai-vos, mulheres que estais sossegadas e ouvi a minha voz; e vós, filhas, que estais , tão seguras, inclinai os ouvidos às minhas palavras.
  • Num ano e dias vireis a ser perturbadas, ó mulheres que tão seguras estais; pois a vindima falhará, e a colheita não virá.
  • Tremei, mulheres que estais sossegadas, e turbai-vos, vós que estais tão seguras; despi-vos e ponde-vos nuas, e cingi com saco os vossos lombos.
  • Batei nos peitos pelos campos aprazíveis, e pela vinha frutífera;
  • pela terra do meu povo, que produz espinheiros e sarças, e por todas as casas de alegria, na cidade jubilosa



Introdução: O capitulo trinta e dois do livro do profeta Isaías, trata-se de uma maravilhosa promessa de restauração, podemos ver isso estampado logo nos primeiros versículos. Mas, o restante do capitulo também traz uma palavra de advertência. Isaias conclama em forma de apelo as mulheres de Jerusalém a despertarem de sua comodidade e a se colocarem de pé e ouvirem a voz do Senhor e assim pudessem estar preparadas para o que haveria de vir. Nos versículos que se seguem, podemos aprender algumas importantes e fundamentais lições para que a mulher cristã de nossos dias também se coloque de pé e esteja conseqüentemente preparada para uma vida cristã mais profunda com Deus.


I _O texto nos oferece cinco atitudes que deveriam ser tomadas pra que aquelas mulheres pudessem de fato estarem de pé na presença de Deus:

Isaías conclama as mulheres:

1_ A um despertamento da consciência. (v. 9a)
... levantai-vos, mulheres que estais em repouso...
Na linguagem revista e corrigida diz: ... mulheres que estais despreocupadas...
Isaías denuncia a passividade das mulheres de Jerusalém que, mesmo diante da situação da cidade, continuavam vivendo suas vidas despreocupadamente. A insensibilidade reinava entre e povo de Deus e as mulheres haviam tomado parte neste modo de comportamento leviano e de total indiferença em relação a Deus e a sua própria condição espiritual.
Da mesma maneira, a mulher cristã de hoje deve estar sempre consciente de suas necessidades espirituais e manter sempre acesa a chama do relacionamento com o Senhor.

2_ A estarem advertidas quanto ao fato de se prepararem para as aflições que iriam lhes sobrevir. (v.10a e 13a)
Porque daqui a um ano vireis a ser turbadas, ó mulheres que estais tão seguras... Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e sarças, como também sobre todas as casas de alegria na cidade que anda pulando de prazer.
Isaias conscientiza o povo a respeito das conseqüências decorrentes da sua indiferença para com Deus, em razão disto as mulheres também foram advertidas a estarem preparadas para enfrentarem essas conseqüências. Exatamente como hoje também é requerido da mulher de Deus, a necessidade de estar sempre preparada para enfrentar qualquer aflição que surgir em sua jornada espiritual.


3_ A recobrarem o temor e o tremor. (v. 11a)
Tremei, mulheres que estais em repouso, turbai-vos...
Não há duvidas de que nos tempos do profeta, Jerusalém havia naufragado na ociosidade espiritual, a falta de temor era visível e as mulheres que exerciam um papel fundamental na formação espiritual do lar e dos seus próprios filhos, também viviam dessa maneira. Diante desta situação, a recomendação de Isaías era que elas tremessem novamente diante de Deus.
Isso nos mostra que o temor, o respeito e a honra ao Senhor deve sem dúvida ser uma marca na vida da mulher cristã.

4_ Ao arrependimento. (v. 11b)
...despi-vos, e ponde-vos nuas, e cingi com panos de saco os vossos lombos.
As mulheres precisavam arrepender-se e buscar ao Senhor pra que houvesse perdão e uma conseqüente restauração para o povo. As mulheres de hoje, continuam sem dúvidas exercendo a mesma influencia na promoção de um avivamento, seja na vida de um individuo em especial, de uma igreja e até mesmo de uma nação inteira. Estes versículos nos mostram que o caminho para a restauração espiritual continua sendo o arrependimento sincero e a busca incessante pelo perdão e a presença de Deus.

5_ Isaias conclama as mulheres a, depois de atenderem as suas recomendações, viverem na expectativa de um derramamento do Espírito e a restauração do povo de Deus. (v. 15)
Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em campo fértil...
Estes cinco passos se forem seguidos conforme as recomendações do profeta, sem dúvida promoverão uma restauração espiritual e um poderoso derramamento do Espírito Santo de Deus na vida de qualquer cristão e, só assim, estaremos de fato em pé na presença do Senhor.

II_ A mulher cristã de nossos dias prescisa mais do que nunca estar de pé diante do Senhor:

1- Para viver e agradar a Deus;

2-Para ter um bom testemunho (I Pe 3.1; I Tm 2.3);

3-Para auxiliar bem o marido (Pv 12.4; Et 1.20);
* Gn 2.18-20. Eva deveria ser a adjuntora, ajudadora.

4- Para estruturar seu próprio lar (Pv 14.1);


5- Para as boas obras;
* Dorcas era estimada e respeitada pela obras que praticava. At 9.36-39

6- Para vencer as criticas e a oposição;
* A pecadora que ungiu os pés de Jesus venceu os obstáculos e adorou ao Senhor. Mt 26.7-13;

7- Para a obra do ministério;
* Febe foi recomendada por Paulo por ser dedicada e valorosa na obra do ministério. Rm 16.1,2.

8- Para permanecer inabalável e sempre confiante em meio as grandes provações da vida cristã.
* Isabel era avançada em idade e até mesmo estéril, mesmo assim não se deixou ser vencida pelo tempo e nem pelas situações contrarias. Ela permaneceu confiando e assim foi abençoada pelo Senhor. Lc 1.7.


Conclusão

Diante destas verdades aprendidas através da infalível Palavra de Deus, creio que ainda é válido o apelo do profeta Isaías:
Levantai-vos ó mulheres...


Que Deus nos abençoe!



Por: Ítalo Dean Barros de Sousa




Cantoras do Exército de Salvação 
em apresentação ao ar livre - 1952

Cantoras do Exército de Salvação 
em apresentação ao ar livre - 1952

O Beijo da Redenção
ou Quem Foi Que Me Beijou?


Homenagem ao heroísmo anônimo do Exército da Salvação


Certa vez, na Inglaterra, em lúgubre prisão,
Mrs. Booth exercia a sagrada missão
De pregar o evangelho a todo o condenado...
...A todo que sentisse a culpa do pecado...
Levando a cada qual a plácida esperança
De outra vida melhor, firmada na confiança
Num Deus que tudo pode e tudo justifica,
No amor que dá perdão, na fé que santifica.


Mrs. Booth parava em cada cela e, atenta,
Ouvia as queixas mil de cada detenta
E, depois, lhes pregava a mensagem da cruz:
“Eterna salvação no sangue de Jesus!”...


De repente, ela ouviu uns gritos de mulher,
Vindos perto dali, de uma cela qualquer.
Correu para o lugar de onde escutara os brados,
E viu, aos empurrões, levada por soldados,
Uma pobre mulher de pálido semblante,
Em cujo olhar faiscava um ódio provocante.
De quem, não tendo nada mais para perder,
Procura, na desgraça, o alívio de morrer!...


Os soldados em vão procuravam detê-la:
Cabelo em desalinho, o rosto em sangue... Ao vê-la,
Mrs. Booth sentiu pela infeliz criatura
Infinita piedade e inaudita ternura.
E, em vez de condená-la, amou-a profundamente.
Porque seu coração estava plenamente
Cheio de paz celeste e bondade cristã.


- Que poderei fazer por essa minha irmã?
(Perguntou a si mesma) E a resposta imediata
Foi aquela vontade ardente que a arrebata,
Num impulso de amor, para depositar
Na face da infeliz um beijo singular...
Fê-lo com rapidez, quando, na confusão,
A pobre era lançada no fundo da prisão.


Sem perceber qual fora a pessoa querida
Que lhe havia osculado a face dolorida,
Deixou de praguejar e, ansiosa, perguntou:
- Quem foi que me beijou? Quem foi que me beijou?


Os soldados, porém, sem prestar atenção
Aos rogos da infeliz, trancaram-lhe na prisão
Dizendo-lhe: - Estás louca! Acaso alguém no mundo
Beijaria este rosto envelhecido e imundo?!


No entanto, a desgraçada outra vez indagou:
- Quem foi que me beijou? Quem foi que me beijou?


Mrs.Booth ficou bastante impressionada;
E, no dia seguinte, na hora acostumada,
Ao presídio voltou.


A velha carcereira
Que houvera presenciado à cena derradeira
Da prisão, disse: – Aquela excêntrica mulher
Parece alucinada, a todo instante quer
Saber quem a beijou, ontem, lá no saguão,
Quando era conduzida às grades da prisão.


Mrs. Booth seguiu e entrou na fria cela.
Vendo-a, a pobre se ergueu e perguntou a ela:
- Ontem, quando a senhora, à tarde aqui chegou,
Por acaso não viu quem foi que me beijou?
Devia ser alguém diferente de todos,
Que só me querem mal, só me lançam apodos...


Sim, alguém diferente, algum bom coração
Que teve de mim profunda compaixão.
Pois ninguém vem a mim para me confortar;
Para me falar de amor ou para me ofertar
Um pouco de ilusão, um nada de esperança...
E, ontem, como no tempo ingênuo de criança,
Não sei, não sei por que, mas alguém me beijou...


Segurando-lhe as mãos, Mrs. Booth falou:
- Explica-me: porque no instante do castigo
Pudeste destacar o simples gesto amigo
De um beijo em tua face?


- Ah! Bondosa senhora, 
Desde que minha mãe morreu até agora,
Nunca mais recebi um gesto de carinho,
Nem tampouco um olhar de apoio em meu caminho!...
A minha mãe morreu quando eu tinha sete anos;
Era pobre demais, cheia de desenganos...
E numa noite fria, em meio ao sofrimento,
Vendo se aproximar o seu último momento,
Chamou-me junto a si, deu-me muitos conselhos,
Dizendo-me, a chorar: “Minha filha indefesa,
Quem cuidará de ti no mundo de incerteza?
Ah! Minha pobre filha! Ah! Minha pobre filha!
Que Deus cuide de ti, te livre da armadilha
Satânica do mal.” E, depois, me abraçou;
Deu-me um beijo profundo, inclinou-se... e expirou.


Daquele dia em diante, apenas a desdita
É que tenho encontrado em minha vida aflita.
Jogada ao desamparo, enferma e decaída,
Ao mundo me entreguei em paga da comida...
E o mundo me despreza, o mundo me condena,
Mas nunca alivia o mal que me envenena...
Sou nódoa que envergonha essa sociedade,
Que jamais perdoou minha felicidade;
Pois em todo o lugar tenho sido humilhada,
Recolhida à prisão, perseguida, espancada;
Mas ninguém quer saber porque é que eu vivo assim,
Ninguém quer me ajudar, ninguém cuida de mim!...


Mrs. Booth se ergueu, e, abraçando-a, falou:
- Minha filha, fui eu quem te beijou!
Fi-lo porque te amei, e te amei porque Cristo
Naquela hora induziu minh’alma a fazer isso,
Para te revelar que seu amor profundo
Jamais fez distinção de pessoas no mundo.
Por Ele o teu pecado há de tornar-se leve
E tua alma, tão pura e branca como a neve.
Minha filha, este mundo é assim mesmo, inconstante
No modo de julgar: é sempre intolerante
Às faltas do pequeno; no entanto, é generoso
Ao erro mais atroz e vil do poderoso...
É sempre desigual na recompensa à plebe,
Pois o que mais trabalha é o que menos recebe...
Discordar dos mandões é converter-se em réu...
Minha filha, somente a justiça do céu
Não nos faz restrições! Só o amor nos redime
Da prática do mal, da execução do crime!
Verdadeiro? Só Deus. Amigo? Só Jesus,
Legando a todos nós o Novo Testamento,
Que nos garante o céu pelo arrependimento.


Ardente de emoção, sorrindo comovida,
Falou à Mrs. Booth a pobre decaída:
- Ah! Minha boa amiga, agora eu creio em Deus.
Creio que Ele perdoou todos os erros meus!


Já não sou infeliz nem desejo vingança,
Pois sinto dentro em mim uma nova esperança:
- Doce paz que me dá paciência em suportar
O castigo que a Lei resolva me aplicar.


Venha sempre me ver, beije-me sempre, a fim
De que eu possa sentir que alguém cuida de mim,
Alguém que me recorde o doce amor materno,
Alguém que fale em Deus e em seu coração eterno!


E quando, novamente, a pobre decaída
No fundo da prisão sozinha se encontrou,
Ergueu o olhar aos céus e disse, agradecida:
- “Foi Deus quem me beijou! Foi Deus quem me beijou!”


Uma homenagem ao Exército da Salvação
Rio de Janeiro, 15 de Novembro de 1951


Fonte: http://cidadaniaevangelica.blogspot.com/