Mensagem Edificante para Alma: Todos Os Dias
Desvendando Daniel: na cova dos leões
O
capítulo anterior termina com a morte do rei Belsazar e a queda de
Babilônia. O ouro dá lugar a um metal de menor valor. Levanta-se um
poder que é representado na imagem de Daniel 2 pelo peito e braços de
prata. Esse reino que suplanta o império da Babilônia é a Medo Pérsia.
Ciro é citado na profecia como a vara na mão do Senhor para a punição de
Babilônia. Ele tinha apenas 25 anos de idade quando conquistou o
império. Seu tio, Dario, que tinha 62 anos, se tornou o primeiro
governante.Daniel 6:1: “Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino;”
Daniel 6:2: “e sobre eles, três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem conta, para que o rei não sofresse dano.”
Daniel 6:3: “Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino.”
Dario reorganizou o governo na forma de república, fazendo dele o mais democrático de todos os reinos da Antiguidade. Cento e vinte sátrapas (governadores) eram subordinados a três presidentes, ou primeiros-ministros. Cada um desses presidentes, um dos quais era Daniel, tinha 40 príncipes a ele subordinados. O problema começou quando Dario fez de Daniel o chefe dos presidentes, o que suscitou a inimizade dos outros dois.
Altos cargos no governo não eram novidade para Daniel. Ele foi posto na corte de Nabucodonosor quando ainda era bastante jovem, tendo alcançado elevadas posições, as quais ele manteve durante a maior parte das dinastias babilônicas e persas.
É interessante notar que Dario aproveitou um homem de influência política do governo anterior. Por trás de tudo, naturalmente, estava Deus.
Daniel 6:4: “Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.”
Vemos aqui outra manifestação do primeiro pecado de Lúcifer no Céu, quando desejou uma posição que não era sua. Satanás não pode ver a prosperidade de um filho de Deus, sem procurar destruí-lo.
A inveja ardia no coração dos colegas babilônios de Daniel. Estavam decididos a derrubá-lo, e passaram a observar cada movimento dele, na esperança de encontrar algo que desacreditasse sua autoridade. No entanto, não conseguiam encontrar “falta alguma em Daniel”.
Daniel 6:5: “Disseram, pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.”
Quando não conseguiram encontrar nada no caráter nem nas atividades profissionais de Daniel, que pudessem usar para desacreditá-lo diante do rei, os governadores se voltaram para a religião dele. Sendo que não havia conflito aparente entre a sua vida religiosa e o cumprimento dos deveres, eles tiveram que inventar um. Os hábitos religiosos de Daniel eram bem conhecidos: ele era um homem de oração. Esse foi então o ponto em que decidiram atacá-lo.
Daniel 6:6: “Então, estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei e lhe disseram: Ó rei Dario, vive eternamente!”
Daniel 6:7: “Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.”
Daniel 6:8: “Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito e assina a escritura, para que não seja mudada, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.”
Daniel 6:9: “Por esta causa, o rei Dario assinou a escritura e o interdito.”
Os presidentes e os governadores pediram uma audiência urgente com o rei e disseram: “Todos os presidentes do reino se reuniram e resolveram que não adoraremos outro deus, ou a qualquer homem, a não ser a ti, ó rei!” Porém, Daniel não havia sido consultado, pois se tratava de um complô contra ele.
No império medo-persa, quando uma lei era aprovada, nem mesmo o rei tinha poderes para revogá-la. A lei era o mestre, e uma vez assinada, todos deviam segui-la. Por essa razão, os inimigos de Daniel foram ao rei e propuseram que ele editasse uma lei proibindo a adoração de qualquer outro que não fosse ele mesmo, o rei.
Podia parecer estranho que um rei pudesse emitir um decreto mediante o qual todas as pessoas devessem orar tão-somente a ele durante 30 dias, mas em tempos antigos os reis eram freqüentemente tratados como deuses. Esse decreto particular pode até mesmo ter parecido razoável a muitas pessoas, pois foi interpretado como uma espécie de teste de lealdade, designado como forma de unir a todos sob o novo líder.
Daniel 6:10: “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.”
Ao tomar conhecimento do decreto, logo Daniel viu que não era a honra do rei que estava sendo defendida ou exaltada; percebeu as más intenções dos seus companheiros ao querer destruí-lo; mas nem por isso se atemorizou.
Daniel jamais permitiria que a fidelidade a Dario interrompesse seu relacionamento com Deus. Daniel sabia que Deus tinha estado com ele durante 70 anos no Império Babilônico. Tinha plena consciência e certeza de que Deus lhe tinha dado capacidades para servi-lo, quando ainda adolescente. Sabia também que havia sido Deus que o ajudara a passar nos testes diante do rei Nabucodonosor, e que lhe dera inteligência, conhecimento e capacidade.
Ele sabia que fora Deus quem lhe dera a interpretação do sonho do rei. Tomara conhecimento do livramento de seus amigos Sadraque, Mesaque e Abedenego da fornalha ardente. Daniel sabia que fora Deus que o ajudara a manter o reino unido por sete anos, enquanto Nabucodonosor estava sob a ação da terrível insanidade licantrópica, comendo grama como um bovino. Ele sabia que tinha sido Deus quem o fizera interpretar o sonho do juízo e aquela grande árvore no capítulo 4 de Daniel. Estava plenamente convicto de que havia sido Deus que lhe permitira interpretar a escrita na parede e quem o tinha posto como primeiro presidente no reino medo-persa. Tinha certeza de que Deus estaria com ele nos momentos cruciais que enfrentaria. Sua fé não vacilaria agora, pois ele fazia de Deus a fonte de sua força e energia.
As janelas do seu quarto eram abertas na direção de Jerusalém e, ao ajoelhar-se, Daniel virava o rosto naquela direção. Os conspiradores conheciam bem os hábitos de Daniel e não tiveram dificuldade em vê-lo orando, em atitude de direta violação à ordem do rei.
Se quisesse, Daniel poderia ter deixado de orar pelo curto período do decreto. Afinal, 30 dias passam rápido. Ele poderia até orar secretamente. Ele poderia fechar as janelas. Não necessitaria ajoelhar-se para orar. Ele poderia orar na cama, em silêncio, sem que ninguém soubesse. Mas não! Daniel estava em uma terra pagã, onde a religião vigente era a idolatria. Sentiu que era sua incumbência demonstrar mais uma vez o poder do seu Deus. Sentiu que precisava mais uma vez testemunhar. Não seriam as conspirações de seus inimigos que mudariam seu relacionamento com Deus. É preciso compreender como a nossa fidelidade a Deus pode afetar e influenciar a vida dos outros.
O fato de que Daniel se dispusesse a orar sob aquelas circunstâncias já é digno de nota. O que mais impressiona, porém, é que ele “dava graças”. Mesmo tendo diante de si a perspectiva da cova dos leões, Daniel dava graças. Pense no que isso significa. Daniel conhecia as promessas de Deus. “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra” (Salmo 34:7).
Aos 85 anos de idade, aproximadamente, Daniel ora para que Deus o ajude a enfrentar a cova dos leões, tal como o ajudou nas outras ocasiões de sua vida, e ora para que, por intermédio da sua fidelidade em momento de risco de vida, o rei Dario fosse levado a aceitar o Senhor.
Quando iniciamos a oração dando graças a Deus, nossa fé é reforçada e os problemas que serão apresentados nos parecerão passíveis de solução. Desse modo, estaremos em condições de orar com fé, e não em dúvida. Deus ouve a oração de fé.
Daniel 6:11: “Então, aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus,”
Daniel 6:12: “se apresentaram ao rei, e, a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.”
Daniel 6:13: “Então, responderam e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti, ó rei, nem do interdito que assinaste; antes, três vezes por dia, faz a sua oração.”
Os acusadores fingiram desapontamento. Aparentavam-se chocados pelo fato de o “mal-agradecido, exilado e judeu” mostrar tanta deslealdade para com o rei. A verdade é que Daniel era mais leal ao rei do que qualquer um deles. Tinha mais respeito pelo rei do que todos eles.
Daniel 6:14: “Tendo o rei ouvido estas coisas, ficou muito penalizado e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e, até ao pôr-do-sol, se empenhou por salvá-lo.”
Somente agora Dario compreendeu a razão do decreto. Mas nada podia fazer após tê-lo assinado. A lei dizia que nem mesmo o rei podia modificá-la, e se ele o fizesse, seria deposto. Mesmo assim o rei trabalhou até o sol se pôr, tentando encontrar uma maneira de salvar a vida de Daniel. Mas havia um obstáculo jurídico irremovível. Por causa da pressa em assinar o decreto, Dario havia caído na cova que ele mesmo cavara. Seus bajuladores o fizeram de tolo. Em vez de ser deus por um mês, estava sendo marionete por um dia.
Daniel 6:15: “Então, aqueles homens foram juntos ao rei e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto que o rei sancione se pode mudar.”
Aqueles homens sabiam que o rei pretendia livrar Daniel daquela situação. Mas, pelo fato do rei estar legalmente impedido de voltar atrás em seu decreto, havia apenas uma única chance de Daniel escapar da morte: somente se voltasse atrás e obedecesse ao decreto. Entretanto, todos sabiam que não havia a menor possibilidade disso acontecer. Não porque fosse arrogante, mas porque havia um princípio em jogo. E Daniel não era homem de ceder quando se tratava de um princípio.
Daniel 6:16: “Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te livre.”
Daniel 6:17: “Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com o seu próprio anel e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel.”
Daniel 6:18: “Então, o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.”
Por todos os relatos, Daniel é um dos poucos personagens sobre quem a Bíblia não registra nada de negativo. Mas isso não o livrou da cova dos leões. Deus permitiu que homens ímpios chegassem a realizar o seu propósito; mas isso foi para que pudesse tornar o livramento do Seu servo mais marcante e tornar ainda mais visível a derrota dos inimigos da justiça.
Após determinar que Daniel fosse jogado vivo na cova dos leões, o rei Dario foi para casa naquela noite com a consciência pesada, porque sabia que não houvera sido justo com o seu fiel servidor. A Bíblia diz que ele não conseguiu se alimentar, não quis ouvir música, como de costume, e perdeu o sono. Estava em seu magnífico palácio e não conseguia dormir.
Naquele momento, Daniel estava numa cova escura e imunda. Com a cabeça recostada sobre uma pedra, ele adormece tranqüilo. O rei, por sua vez, não conseguia dormir nem um minuto. Isso nos ensina que não é a casa em que vivemos que nos permite dormir sossegados. É a paz concedida por Deus que nos faz dormir. A paz é algo interior.
Alguns imaginam que obtendo bens materiais, alcançarão segurança e paz. Mas a verdadeira paz é concedida por Deus. Não surpreende que Daniel, apesar de lançado cruelmente numa cova de leões, tenha sentido a paz de Deus no coração e nada temeu, porque sabia que havia agido honestamente. O rei, contudo, apesar de habitar num belíssimo palácio, gozando de toda segurança, conforto e luxo, não podia dormir.
Quando se conhece a Deus, Ele proporciona paz ao coração. Ele nos capacita a enfrentar as situações difíceis da vida com confiança. Se a nossa paz não depende do que está acontecendo ao redor, mas do que sucede em nosso coração; se o reino de Deus está bem arraigado no íntimo e Jesus vive dentro de nós, então, somente então, sentiremos a verdadeira paz.
Daniel 6:19: “Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões.”
Daniel 6:20: “Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?”
Daniel 6:21: “Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive eternamente!”
Daniel 6:22: “O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dEle; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum.”
Daniel 6:23: “Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.”
Os inimigos de Daniel ficaram alegres quando o viram ser lançado na cova dos leões. E o rei se entristeceu muito por isso. Porém, no dia seguinte pela manhã, ao sair da cova vivo sem um arranhão sequer, Daniel e o rei se alegraram, enquanto a alegria dos inimigos se transformou em terror.
A parte realmente importante na história de Daniel não é o livramento. Mesmo se os leões houvessem retalhado o seu corpo, ainda assim ele teria triunfado. Deus não livrou João Batista, Estevão e tantos outros. Milhares de cristãos morreram como mártires. Nem sempre a vitória é completa nesta vida, mas a promessa de Deus é de vitória para a vida eterna.
Daniel 6:24: “Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.”
A morte dos familiares dos conspiradores pode parecer um ato bárbaro da parte do rei. Mas é preciso compreender que, com freqüência, ataques injustos aos fiéis seguidores de Deus têm trazido ruína e destruição aos seus autores. Esses acabam recebendo o destino cruel que haviam planejado (Gl 6:7).
Vimos no capítulo anterior que Belsazar foi condenado com justiça, pelo fato de que ele decidira pecar mesmo sabendo tudo a respeito da experiência de Nabucodonosor. Os homens que tentaram liquidar Daniel assim procederam mesmo sabendo de sua inocência. À semelhança de Belsazar – e de tantas outras pessoas que vivem nos dias de hoje – esses homens “não acolheram o amor da verdade” (2Ts 2:10).
Daniel 6:25: “Então, o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada!”
Daniel 6:26: “Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o Seu reino não será destruído, e o Seu domínio não terá fim.”
Daniel 6:27: “Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi Ele quem livrou a Daniel do poder dos leões.”
Daniel 6:28: “Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.”
Como Nabucodonosor, Dario ficou tão impressionado com o triunfo de Daniel, que fez um testemunho público para todo o mundo. A vida de Daniel é uma lição de que Deus pode nos livrar, qualquer que seja a circunstância. Nosso Deus é o Deus dos impossíveis e a vitória ao lado dEle é certa. A vida eterna está ao alcance de todo aquele que crer em Cristo como Salvador e Senhor de sua vida.
Quando os leões da vida, ou os leões da tentação, da depressão, do ressentimento, o(a) estiverem amedrontando, não tema, confie, sinta paz em seu coração. Deus é o maior domador de leões. Talvez você esteja se sentindo no fundo da cova, cercado por feras famintas. Erga os olhos para o alto e confie em Deus.
(Texto da jornalista Graciela Érika Rodrigues, baseado na palestra do advogado Mauro Braga. O textos anteriores podem ser obtidos no marcador “Daniel”)
Problemas, paradoxos e perplexidades
Fecha a porta do teu quarto para orar. Esta orientação de Jesus pode significar a necessidade de um ambiente onde os ruídos na comunicação sejam mínimos: nada de telefones tocando, crianças reclamando atenção, chefes cobrando tarefas, religiosos cochichando, rádios e televisores ligados, sinais anunciando e-mails recebidos, sinais de amigos no messenger, gritarias pela casa, ou qualquer coisa que possa competir com a atenção que deve ser exclusivamente dedicada a Deus, que recebe nossa oração.Fechar a porta do quarto pode também significar outra coisa, a saber, a busca de um estágio profundo de instrospecção. Abandonar o barulho das vozes, silenciar os pensamentos e alcançar aquela quietude de alma recomendada pelo Pai Celestial: “Aquietai-vos e sabei que sou Deus”.
Algumas pessoas conseguem apreender apenas aquilo que as palavras traduzem. Estão na camada dos óbvios e naturais da vida. Ficam na cadeia de causas e efeitos e tratam tudo como PROBLEMA: o que dá para montar, dá também para desmontar; o que pode deixar de funcionar, pode também ser consertado; o que pode ser expresso em palavras, pode ser compreendido e controlado. Isso vale para máquinas de lavar, aviões supersônicos, pessoas e relacionamentos, pensam elas.
Mas há pessoas que vão um pouco mais longe e descobrem que a vida não é tão lógica assim. Tratam a realidade na categoria do PARADOXO. Sabem que duas pessoas podem ter razão ao mesmo tempo, que pessoas podem ser capazes de fazer tanto o bem quanto o mal, enfim, que a vida é muito mais um degradê de cinzas do que um quadro em preto e branco.
Finalmente, há pessoas que penetram a dimensão da PERPLEXIDADE. Já não se ocupam tanto em compreender, explicar e controlar. Sabem que algumas coisas simplesmente são, sem qualquer explicação aparente ou apesar de todo o absurdo. Sabem apreciar a música e a poesia. Abraçam crianças, rolam no chão com seus cães e ficam extasiados com um pôr de sol. Não precisam de palavras para trocar segredos de amor, sabem como foi o dia dos filhos pelo bater da porta do quarto e se comunicam com os olhos, mesmo estando nos extremos de um salão de festa. Suas vidas estão além das fronteiras da razão e dos sentidos físicos. São sensíveis ao belo, ao bom, ao justo e ao verdadeiro.
A mente de Deus é, também, lógica e sua sabedoria capaz de oferecer solução às questões mais complexas da existência. Mas a intimidade com Deus se aprofunda no quarto, a portas fechadas, na quietude da alma, onde as palavras funcionam mais para fugas do que aproximações e o silêncio é significativo, como a mais bela das vozes a pronunciar a mais fértil das frases: “Tu és meu filho amado, em quem tenho prazer”.
Fonte: IBAB
abrindo meu ser, em comunhão
diante de Ti, sem véu de separação.
Amado Deus, Tu nunca rejeitas meu louvor
estais de braços abertos a me acolher
ouvidos atentos ao meu clamor
trazendo ao meu coração consolo.
És amor, És compaixão, plenitude da razão
verdade sem comparação
Senhor da vitória, dono do meu coração.
Criador, Pai, Sacerdote Irmão
Meu Pastor, Cordeiro Santo
Espirito que derrama-se em medida
recalcada, transbordante.
O adoro no altar da congregação
de joelhos na intimidade da separação
me prostro diante da Ti em doação
o clamo nos momentos de aflição.
A Ti todo meu viver pequenino
pouco, diante da Tua imensidão
És meu Deus, minha salvação.
Te amo.
Por tudo que És, obrigada Jesus.
Por ontem
hoje e o amanhã
que está em tuas mãos.
amém.
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valquiria calado.
A sede do conhecer, levou Eva a cair na armadilha do inimigo. Vigiai e orai pra que não caiam em tentações.
Desde os primórdios tempos o homem busca conhecer seu futuro, driblar as dificuldades e torcer o seu destino como se ele próprio fosse o deus de sua vida.
A poucos dias um irmão querido me trouxe um dvd, recomendando que assistisse, ele me parecia um pouco aflito, preocupado com o assunto referente, assisti um pouco, mas o achei pesado e desisti. Numa outra oportunidade, fui pesquisar o assunto, já duas pessoas outras pessoas, me falara também com receio, dos ILUMINATIS, mas quanto mais leio mas confronta-se com o que sei da Palavra de Deus, gostaria que meus irmãos, tomassem conhecimento do que se passa no mundo, afinal neles vivemos, mesmo que dele não sejamos, mas tudo que vemos, escutamos e nos é oferecido de informação, seja pesado na balança Bíblica, nos conhecimentos que adquirimos das coisas de Deus, não somos um povo influenciável, somos um povo influenciador, preguemos pois as verdades Cristãs e tomemos conhecimentos de tudo, retendo o que nos edifica e casa-se com os ensinamentos que o Mestre Jesus Cristo deixou.
Farei algumas citações Bíblicas e pesamos em medidas santas.
valquiria calado
Mateus 24- 1 a 51, nesse Livro tudo dito em profecia pelo Senhor e Mestre Jesus Cristo, o filho de Deus, nosso Salvador.
OS ILUMINATIS !!! Escatologia aterrorizante
Os teólogos do terror devem estar muito felizes e rindo à toa! Eles
estão conseguindo produzir crentes paranóicos que não estudam as
Escrituras Sagradas, não frequentam a Escola Dominical e preferem ser
manipulados por DVDs em série. Apresentando-se como os propagadores das
“verdades ocultas”, aquelas que os pastores não têm coragem de dizer, os
aterrorizadores de plantão têm conseguido convencer os incautos de que
tudo à nossa volta é conspiração da Nova Ordem Mundial. Eles ganham
dinheiro para afastar os servos de Deus da Escatologia Bíblica e
transformá-los em neuróticos, “caçadores de bruxas”.
Veja abaixo uma pequena lista de especulações e inverdades que vêm
sendo difundidas por vários teólogos aterrorizadores, mediante DVDs,
palestras nas igrejas, Internet, etc.
A Amazônia será internacionalizada pelos Estados Unidos.
A Bíblia foi produzida pelos papas.
A maçonaria dominará o mundo.
A ONU é controlada pela Illuminati.
A vacina contra a Influenza A (H1N1) foi produzida para reduzir a população.
Existe uma Nova Ordem Mundial.
Há bases alienígenas na Lua.
Jesus Cristo teve filhos.
O homem nunca foi à Lua.
O LSD foi inventado pela CIA.
Os alienígenas estão entre nós.
Os nazistas tinham contato com os extraterrestres.
Osama Bin Laden é um agente da CIA.
Pastores fulano e beltrano são maçons.
Paul McCartney morreu em 1966.
Podemos viajar no tempo e alterar o passado.
Répteis alienígenas estão no controle de tudo.
Roberto Marinho estava morto desde 2001.
Um ET visitou a cidade de Varginha.
William Shakespeare nunca escreveu nada.
Afinal, o que é a Nova Ordem Mundial? Para os paranóicos de carteirinha
(evangélicos ou não) é a concretização dos planos secretos da maçonaria
e da Illuminati. Entre os esotéricos, ela é o nome dado à Nova Era, a
esperada Era de Aquário. Mas a expressão “Nova Ordem Mundial” foi usada
pelo presidente estadunidense George Bush, o pai, em 1991, logo depois
da queda do Muro de Berlim e do esfacelamento da União Soviética. Bush a
definiu como a união das nações para alcançar as universais aspirações
humanas de paz, segurança e liberdade.
Teólogos do medo, através de DVDs em série e palestras nas igrejas,
estão gerando crentes assustados com tudo o que acontece à sua volta,
que só falam em Nova Ordem Mundial e veem o predomínio da maçonaria e da
Illuminati em governos, ONGs, empresas, igrejas, escolas, produtos,
etc. Segundo os tais aterrorizadores, várias coisas acontecerão nos
próximos anos, como a internacionalização da Amazônia. Dizem eles que,
desde 1816, os Estados Unidos tramam assumir o controle dessa imensa
floresta. E divulgam uma página de um livro didático chamado An Introduction to Geography, de um certo David Norman (imagem acima).
Na mencionada página de livro, o mapa do Brasil aparece sem a Amazônia,
e essa informação estaria supostamente sendo difundida nas escolas
norte-americanas... Ora, essa história é uma grande falácia! Em 2001,
mais precisamente no dia 2 de dezembro, o jornal O Estado de S. Paulo
apurou que a tal página teve origem na comunidade acadêmica da Unesp e
da Unicamp, em São Paulo. Não existe livro didático nenhum registrado na
Biblioteca do Congresso! Ademais, a página evidencia que o seu autor
tem precários conhecimentos da língua inglesa...
Outra informação bastante usada pela escatologia aterrorizante é a de
que os Estados Unidos são resultado de uma conspiração maçônica. Isso
porque a nota de um dólar — como eu já disse no artigo anterior — usa o
símbolo do “olho que tudo vê”. Mas o Departamento de Estado dos Estados
Unidos afirma que o símbolo tem outro significado. Denota que o país
será duradouro como uma pirâmide, desde que guiado por Deus.
Não nego que a maçonaria teve participação na Guerra da Independência
(1775-1783), na Revolução Francesa e na Inconfidência Mineira, ambas em
1789, e na Revolução Russa, em 1917. Além disso, reconheço que líderes
importantes, como Benjamin Franklin, George Washington e Thomas
Jefferson, eram maçons. Também não ignoro que, em 1914, a maçonaria se
lançou num ambicioso plano de dominação mundial que começou com a
criação da Liga das Nações.
Entretanto, afirmar, com base em símbolos, que a maçonaria está no
controle do mundo e até das igrejas evangélicas é um grande exagero. A
despeito de eu não negar que algumas lideranças eclesiásticas possam ser
maçons, asseverar que a maioria delas tem compromisso com essa
sociedade secreta é uma falácia caluniosa.
E quanto à Ordem dos Iluminados — Illuminati —, fundada na Bavária por
um maçom em 1776? Há também muita especulação em torno dela. Dizem os
teólogos do terror que essa sociedade secreta tem se empenhado na
construção da Nova Ordem Mundial, que começaria com a unificação da
Europa e culminaria em um governo planetário. Mas, em 1784, menos de dez
anos depois de sua fundação, o governo alemão destruiu essa irmandade.
Mesmo assim, vários paranóicos continuam afirmando que a Illuminati
nunca foi dissolvida e que ela está ativa e prestes a governar o
mundo...
A Escatologia
Bíblica, isto é, o estudo das últimas coisas a partir da Bíblia é o que
devemos priorizar, e não essa verdadeira “caça às bruxas”, pela qual
leigos, neófitos, incautos e paranóicos procuram símbolos satanistas e
maçônicos em tudo. Isso não é saudável para vida cristã.
Que Deus ajude os seus servos, para que, ao invés de ficarem
preocupados com a Illuminati e a maçonaria, busquem a iluminação do
Espírito, a fim de entenderem as revelações da Palavra de Deus contidas
em Daniel, Apocalipse, Mateus 24-25, 1 e 2 Tessalonicenses, 2 Pedro 3,
Judas, etc. Afinal, como diz a Bíblia, “Não ultrapasseis o que está
escrito” (1 Co 4.6, ARA).
Ciro Sanches Zibordi
Estudo copiado do blog Tempo de colheita, Assembleia de Deus do bom retiro -
http://assbomretiropedregal.blogspot.com/PROVAÇÕES, como me comportar?
PROVAÇÃO: Ato ou efeito de provar; ?situação aflitiva?.
Meus irmãos, considerem motivo de GRANDE ALEGRIA o fato de passarem por diversas provações, - pois vocês sabem que a prova da sua fé produz PERSEVERANÇA. - E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam MADUROS E ÍNTEGROS, sem lhes faltar coisa alguma. Tiago 1. 2-4 (nvi).
O crente deve enfrentar essas provações com alegria (cf. Mt. 5. 11, 12; Rm. 5. 3; I Pe 1. 6), porque isso desenvolverá nele uma fé perseverante, uma personalidade experiente e uma esperança madura (cf. Rm. 5. 3-5). Nossa fé somente pode chegar à plena maturidade quando confrontada com dificuldades e oposição (vv. 3,4). (bep).
SUPORTAR PROVAÇÕES = ?SER FELIZ?
FELIZ é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam. Tiago 1. 12 (nvi).
Depois de ter suportado vitoriosamente a provação. ?Coroa da vida?. Uma das recompensas ou galardões reservados para os crentes. Indica vida e glória dignas de rei. (ba).
NÃO DESISTIR NA HORA DA PROVAÇÃO
As que caíram sobre as pedras são os que recebem a palavra com alegria quando a ouvem, mas não têm raiz. Crêem durante algum tempo, MAS DESISTEM NA HORA DA PROVAÇÃO. Lucas 8. 13. (nvi).
Na interpretação da parabóla do semeador, por Cristo, Ele mostra com clareza que alguém pode ?crer? e iniciar uma sincera vida de fé mas desviar-se depois, por não resistir à tentação. (provação) (bep).
CRER QUE O SENHOR SABE LIVRAR
Vemos, portanto, que O SENHOR SABE LIVRAR os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o dia do juízo. II Pe. 2.9(nvi)
Deus sabe como libertar seus servos fiéis do meio ambiente imoral e corrupto, em cada geração (cf. Mt. 6. 13; 2 Tm. 4. 18; Ap. 3. 10). (bep).
MANTER A PERSEVERANÇA
É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma. Lucas 21.19 (ara)
PERSEVERANÇA: Firmeza, constância na fé, nas virtudes.
Devemos engajar-nos na mais intensa e fervente devoção a Cristo através dos meios da graça, ou seja: a oração, o testemunho, o estudo da Palavra, a adoração, a comunhão cristã e a luta diária contra o pecado (ver Jo 15.6 nota). PERSEVERANDO na verdadeira fé, o crente alcança a vida eterna e triunfa em todas as circunstâncias. (bep).
SEREMOS MADUROS
Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à MATURIDADE, atingindo a medida da plenitude de Cristo. Efésios 4. 13 (nvi).
MADURO: Chegado ao seu pleno desenvolvimento.
?MADURO?, neste caso, no presente contexto, deve também significar ?perfeito?, ou seja, ?homem sem qualquer deficiência ou defeito?, porquanto nada menos do que isso concorda com o próprio texto, ao mesmo tempo que o vocábulo grego ?teleios? naturalmente tem esse significado, ainda que não tenha necessariamente tal sentido, podendo indicar apenas ?MADURO?, em contraste com ?infantil?, quando aplicado a seres humanos. (nti).
SEREMOS ÍNTEGROS
O Senhor cuida da vida dos ÍNTEGROS, e a herança deles permanecerá para sempre. Salmos 37. 18 (nvi).
ÍNTEGRO: Reto, incorrupto.
Portanto, a provação prova a nossa fé, que vai produzir perseverança e que por sua vez nos tornará maduros e ÍNTEGROS, e aquele que é ÍNTEGRO, será diretamente cuidado pelo SENHOR.
Pr.João da Cruz Parente
(Salmo 31)
por Warren Berkley
Um dos nossos maiores benefícios no
estudo dos Salmos é que somos capazes de, através destes belos poemas,
aprender quanto Deus significava para Davi. Especialmente quando estudamos
a vida de Davi e então consultamos os Salmos para relacioná-los com suas
experiências da vida, os Salmos se tornam uma rica fonte cheia de verdades
construtivas e fortalecedoras sobre nosso Criador.Por exemplo, Davi se achou freqüentemente em sofrimento. Por causa de seu próprio pecado, ou como resultado de um malévolo inimigo, ele sofreu aflições repetidamente. O modo como reagiu sob pressão se torna um bom estudo para nós. E o testemunho de Salmos é que Davi estava predisposto a confiar em Deus quando estava sob pressão. Esta é uma razão pela qual ele chamou Deus sua rocha, sua cidadela, libertador e escudo (Salmo 18:2). Muitos dos Salmos entram nesta categoria.
O Salmo 31 poderia ser rotulado um salmo de libertação. A provação de Davi é descrita junto com sua reação.
A provação de Davi. Ele foi apanhado "no laço", ou seja, na armadilha dos seus inimigos (31:4) e cercado pela idolatria (31:6). Ele estava sofrendo aflição e angústia da alma (31:7) nas mãos de seus inimigos (31:8). Ele estava sendo caluniado e conspiravam contra ele (31:13). Ele disse: "Compadece-te de mim, Senhor, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo. Gasta-se a minha vida na tristeza, e os meus anos, em gemidos; debilita-se a minha força, por causa da minha iniqüidade, e os meus ossos se consomem. Tornei-me opróbrio para todos os meus adversários, espanto para os meus vizinhos e horror para os meus conhecidos; os que me vêem na rua fogem de mim" (31:9-11).
A reação de Davi a esta provação foi procurar refúgio no senhor. "Em ti, Senhor, me refugio; não seja eu jamais envergonhado; livra-me por tua justiça. Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás. Tirar-me-ás do laço que, às ocultas, me armaram, pois tu és a minha fortaleza. Nas tuas mãos entrego o meu espírito; tu me remiste, Senhor, Deus da verdade" (31:1-5). Por causa de sua predisposição de confiança no Senhor, esta foi a reação de Davi: pregar (31:23-24), louvar (31:19-21) e chorar ao Senhor seu Deus (31:22).
Quando nos encontramos no meio de uma provação desagradável, qual é nossa reação? Voltamo-nos, quase impulsivamente, para algum recurso mundano? Enganamo-nos pensando que temos dentro de nós a capacidade para enfrentar e sermos corajosos (humanismo)? Ou nos aproximamos de Deus e fazemos dele nosso refúgio? Quando em angústia, não podemos fazer nada melhor do que confiar em Deus e olhar para seu semblante de amor e misericórdia. Precisamos cultivar a mesma predisposição de confiança que observamos em Davi.
Lutero disse que este Salmo "é falado na pessoa de Cristo e seus santos, que são afligidos toda a sua vida, internamente pelo tremor e o alarme, externamente pela perseguição, a calúnia e o desprezo, por amor da palavra de Deus, e mesmo assim são livrados por Deus de todos eles e confortados." Isto parece ter alguma base boa, desde que o Salvador crucificado usou palavras que começam no versículo 5, no momento de sua morte (veja Lucas 23:46; também, a messiânica interpretação do versículo 10 seria Cristo suportando os pecados do mundo).
O Salmo 31 é um dos muitos salmos de libertação, escritos para nos levar a uma união mais íntima com nosso Deus, para que possamos procurá-lo para nos ajudar e nos segurar. Paul Earnhart, uma vez, observou a respeito dos Salmos: "Muito filho de Deus têm repousado seu coração nas orações daqueles antigos adoradores. Encontramos neles o eco de algum modo confortante de nosso desespero angustiado e sabemos que não somos os primeiros filhos de Deus a lutar a sós com temores. Nem os primeiros, nesse assunto, a conhecer uma alegria toda absorvente" (veja ainda o Salmo 116).
Gerson cardoso e Liriel "Cais"
ESTUDO
Criação versus Evolução
Desde que Charles Darwin surgiu com a sua teoria da evolução, a maioria dos cientistas e até as pessoas comuns lhe deram crédito o bastante para acreditar incondicionalmente na sua teoria. Alguns deles até ridicularizaram a idéia de um mundo criado por um ser superior. Eles parecem não dar importância alguma às descobertas que alguns cientistas fizeram sobre a teoria de Darwin, descobertas que desaprovam a mesma. Essas pessoas não sabem, ou então não querem saber que existe evidencia que comprova a teoria da criação.
Ao passar dos anos, desde que a teoria de Darwin foi criada, a evolução foi considerada uma verdade inquestionável. Dentro da comunidade cientifica, quem quer que surja com perguntas não respondidas sobre a teoria da evolução ou perde o crédito dentro da comunidade ou é silenciado pela mesma. Enquanto esses cientistas forem silenciados, o mundo não saberá que existem evidencias que disprovam a evolução. No livro Os Fatos Sobre Criação e Evolução, Dr. A. E. Wilder-Smith menciona dois exemplos de cientistas que foram silenciados pela comunidade cientifica (Weldon, 19-20). Isso pode nos levar a pensar: o que eles querem esconder?
As Teorias da Evolução
A teoria da evolução é baseada nos princípios de seleção natural e mutação. A idéia de seleção natural ou sobrevivência do mais forte, é o que rege a vida. De acordo com Darwin, ou evoluímos ou morremos (Zimmerman, 123). Então, os organismos são forçados a sofrer mutações nos seus genes em um processo conhecido como pressão de mutação. Esses organismos que tem mutações benéficas são os que mais provavelmente sobreviverão (Zimmerman, 138). De acordo com os evolucionistas, essas mutações ocorrem espontaneamente em um a cada 10,000 ou talvez 100,000 anos (Zimmerman, 137). Os geneticistas acreditam que a pressão da mutação é o mecanismo que faz a evolução 'funcionar' (Stebbins, 45).
Alguns cientistas acreditam que essas mutações ocorrem por causa do cruzamento entre espécies diferentes, eles chamam isso de recombinação genética. (Stebbins, 25) Segundo esta teoria, o cruzamento de espécies diferentes poderia enriquecer seus conjuntos de gene, assim, fazendo seleção natural e mutações ocorrerem mais facilmente ("Teoria de Evolução" 1).
Ainda, há teorias que tentam explicar evolução de uma forma diferente. Uma das mais conhecidas é a teoria de equilíbrio pontuado. Esta mais teoria recente tenta encher o intervalo no registro dos fósseis por causa da falta total de fósseis do transitivos.
A teoria de equilíbrio pontuado declara que as mudanças foram rápidas e não lentas como Darwin argumentava. Segundo esta teoria, as mudanças foram rápidas e drásticas. Isto poderia explicar por que não há fósseis transitivos para servir como evidencia à teoria do evolução ("Punctuated Equilibrium" 1). Segundo esta teoria, até mesmo no início dos tempos, mudanças poderiam ter sido rápidas e drásticas. O registro de fósseis apoia a idéia de uma explosão de organismos nascendo ao mesmo tempo (Zimmerman, 122). Isto deve ter começado há uns 3.5 bilhões anos atrás (Stebbins, 9-10).
Outra teoria de evolução é o chamado nascimento independente de organismos. Esta teoria tenta explicar como os primeiros organismos vieram para vida e se desenvolveram sem a necessidade de evolução. O autor discute que não um, mas muitos organismos nasceram ao mesmo tempo. Assim, ainda que evolução tivesse ocorrido independentemente, organismos que vivem hoje não são ligados por antepassados (Senapathy, 1-9).
Essas teorias do evolução (exceto por essa última) assegura que a semelhança entre organismos é um sinal de que eles são ligados por antepassados comuns. Eles usam a evidência de fósseis para provar sua teoria. Segundo eles, há fósseis que provam que o ser humano se desenvolveu por toda a história. Algumas destas evidências são os fósseis de Neandertáis, Australopithecus e Cro-magnon. Eles asseguram que esses são nossos antepassados de muito tempo (Zimmerman, 108).
Problemas com a Teoria da Evolução
Embora aparentemente a teoria de evolução faça sentido, se você olhá-la cuidadosamente, você notará que ela tem algumas falhas maiores. Ela vai contra algum das leis mais das básicas da natureza, não unicamente a termodinâmica, mas também DNA e probabilidade.
Termodinâmica
Termodinâmica é uma lei física que declara todos os sistemas complexos tendem a tornar-se mais simples ao longo do tempo (Taylor, 2). Segundo a lei da termodinâmica, um sistema pode unicamente aumentar sua complexidade se uma quantia enorme de energia for gasta. Como o Criacionista Paul Taylor disse:
"Se evolução é verdadeira, deve haver uma força extremamente poderosa ou um mecanismo em trabalho no cosmos que pode firmemente derrotar a tendência ao caos provada pela segunda Lei. Se tal uma força importante ou mecanismo está em existência, isto poderia parecer isto aparentemente deveria estar completamente óbvio para todos cientistas. Ainda, o fato que, nada assim já foi encontrado (Taylor, 4)."Para colocar isto ainda mais claramente, a teoria do evolução declara que acima dos anos, os átomos se organizaram em um caminho mais organizado que poderia ser benéfico. Este argumento é refutado pela Segunda Lei da Termodinâmica, desde isto declara que sem uma quantia grande de energia gastada, coisa alguma pode tornar-se mais complexa (Taylor, 2). Entretanto, o corpo de nenhum ser humano ou animais têm esta quantidade de energia para gastar com a evolução. Essa energia é gasta em ações e pode unicamente ser adquirida por comida. A 2a Lei não vai contra seleção natural, mas ela refuta maiores mutações.
O Evolucionista Jeffrey S. Wicken uma vez disse sobre o relacionamento entre evolução e a 2a Lei: "A flecha do cosmológica gera desordem ao passo que a flecha do evolução gera complexidade (Taylor, 3)."
Há, entretanto, alguns evolucionistas que insistem que a 2a Lei não se aplica à Terra já que ela é um sistema aberto (significando que ela recebe energia de fora do sistema). Embora seja verdade que a Terra recebe energia do Sol, essa energia é térmica. Este tipo de energia unicamente aumenta o entropia (desordem), assim, a 2a Lei se aplica à Terra (Taylor, 4).
DNA e Mutações
Outra falha na teoria de evolução tem haver com DNA. No tempo que Darwin e Lamark formularam suas teorias, eles nada sabiam sobre os caracteres de Mendel. Entretanto, o co-desenvolvedor da teoria da evolução, Wallace, que viveu mais que ambos uma vez disse: "...a essência dos caracteres do Mendel é a sua rigidez. Eles são transmitidos sem variação, e portanto, exceto pelo mais raro acidente, nunca podem tornar-se adaptado para qualquer condição variada ("Scientists Talk About DNA" 3)."
A. M. Winchester disse que: "...mais de 99% de todas mutações são nocivas (Zimmerman, 137)."
É importante notar que esta opinião é geralmente aceita por geneticistas. O que isto prova é que mesmo que hajam oportunidades para mutações menores ocorrem, quase todas serão nocivas.
Quanto ao 1% que é benéfico, isto tem sido calculado que mesmo que isto ocorra as oportunidades são que 1 em 10,000 destas mutações podem contribuir permanentemente e sejam incorporadas dentro o estoque de uma espécie (Zimmerman, 138).
Esses números e fatos acima fazem referência unicamente à mutações pequenas, em relação às mutações maiores, como sugeridas por equilíbrio pontuados as chances são ainda menores. Algumas características complexas como penas, dentes, circulação, e ossos da baleia dentre outros não podem mudar devidos ao acúmulo de genes selecionados naturalmente ou a mutações (Zimmerman, 138). Evolucionistas discutem que o ambiente é que influencia as mutações, entretanto, o ambiente pode unicamente afetar o organismo fisicamente, isto não pode alterar-se a estrutura molecular do DNA (Stebbins, 37).
Seres Humanos e Macacos
A parte mais absurda da teoria da evolução é a que se refere ao fato que seres humanos vieram dos macacos. A única evidência considerada é a semelhança física e os fósseis, supostamente, de antepassados humanos. Evolucionistas reclamam que a semelhança do DNA entre os seres humanos e macacos é uma prova que seres humanos vieram dos macacos. Mas, pode um evolucionista realmente afirmar que isto é uma prova (Batten, 4)?
Primeiramente, é absolutamente incorreto para afirmar que o DNA de seres humanos e chimpanzés são 96% parecidos. Dr. Batten explica isto ao dizer: "O DNA de nenhum ser humano ou macaco está sequer perto de ser totalmente mapeado, de modo que a uma comparação correta não pode ser feita (Batten, 3)."
Dr. Batten também declara que mesmo que o DNA do ser humano do macaco fosse 96% parecido, ainda haveriam os 4% que contem informação o suficiente para encher completamente 12 milhões pares de fundamentos (do DNA). Isto é seguramente um obstáculo impossível para mutação (Batten, 4). Ele também diz que o DNA é semelhante para que nós possamos todos comer as mesmas coisas, porque se nosso DNA fosse completamente diferente, nós não seríamos capazes de digerir a comida do mesmo modo (Batten, 2). A semelhança está também uma prova que não menos do que as existências vivas foram criadas pelo mesmo um criador único ao invés de muitos (Batten, 1).
Considerando que isto 96% semelhança é verdadeira, esta ainda faz não meio que seres humanos e chimpanzés tenham antepassados comuns ("molecular" 1). Por exemplo, algumas espécies de sapos parecem ser semelhantes, mas no nível molecular são tão diferentes de si como baleias são de morcegos ("molecular" 1).
A Evolução Humana
Os evolucionistas são orgulhosos para mencionar as descobertas arqueológicas que podem talvez nos levar a pensar que a evolução é possível. Algumas destas descobertas são os fósseis dos Cro-magnon, Neanderthal, e Homo Erectus. Mas, observações feitas por alguns cientistas podem provar que essas não são exatamente uma prova da evolução.
O Australopithecus, por exemplo, que foi o antepassado mais conhecido da humanidade, provavelmente viveu durante o mesmo tempo que os primeiros seres humanos viveram. Isto foi descoberto porque em um sitio arqueológico onde um Australopithecus foi encontrado, havia ferramentas perto dos seus fósseis. Assim, desde ferramentas foram supostamente desenvolvidas apenas milhares de anos mais tarde, eles devem ter vivido mais tarde do que se é pensado (Zimmerman, 129-130). Lá tem também estão algumas descobertas interessantes sobre os Cro-magnon. Eles devem ser considerados humanos porque seus fósseis exibem muitas características humanas, especificamente aquelas do que hoje em dia pode se considerar um negro(Zimmerman, 131). Os Cro-magnon também têm uma caixa craniana muito maior do que a do homem 'moderno'. Isto não é evolução, é regressão (Zimmerman, 131). Quando considerando esses fósseis, um devemos também ter em mente que alguma destes pode ser seres humanos anormais ao invés de formas pre-humanas existentes. Alguns seres humanos com deformidades foram confundidas com formas de vida pre-humanas (Zimmerman, 129).
Evolução, a Teoria Imaginária
A ciência é classificada pelo Dicionário Americano De Oxford como: "...Ciência... um ramo de estudo que tem relação para um corpo sólido de verdades demonstradas ou com observações de fatos classificados sistematicamente mais ou menos ligado e apresentado sob leis gerais, que inclui cofre (como para confiar eles) métodos à descoberta de novas verdades em seu domínio (Weldon, 14)."
Mesmo que a teoria da evolução use métodos científicos, ela mesma não é científica porque ela tem poucas, se qualquer, 'verdades demonstradas' ou 'fatos observados' (Weldon, 14-15).
Wysong observa: "Evolução não foi formulada através do método científico verdadeiro. Eles (esses cientistas) compreendem que aqueles meios de evolução o formação inicial de organismos desconhecidos, de produtos químicos desconhecidos, em uma atmosfera desconhecida ou oceano de composição desconhecida, sob condições desconhecidas, em que organismo foi para cima uma escala de uma evolução desconhecida, deixando evidência desconhecida (Weldon, 14)."
Zoólogo Dr. Fleischman disse: " A descendência da teoria Darwiniana não tem um único fato para confortar isto na natureza. Isto não é resultado de observação científica, mas puramente um produto de imaginação ("Cientistas Falam Sobre Evolução" 1)."
Evolutionist G. Ledyard Stebbins também disse: "Seleção natural foi uma hipótese não testada assim, teoria de Darwin confia na imaginação (Stebbins, 38)."
Charles Darwin não identificou o mecanismo correto de hereditariedade; ele fez isto para cima. Isto é óbvio desde naquele tempo, ele não tinha nenhum conhecimento dos caracteres do Mendel, nem das descobertas que foram recentemente feitas com respeito ao DNA e RNA. Assim, tudo que ele podia fazer era usar sua imaginação e tentar adivinhar o mecanismo usado pela evolução.
Evolução Hoje
Segundo Ledyard Stebbins, autor de Darwin ao DNA, Moléculas para Humanidade: "...de qualquer modo a todo tempo populações estão se desenvolvendo em algum lugar no mundo (Stebbins, 4)."
Se isto é verdadeiro e evolução ocorreu no passado, por que ela parece parar? Por que não podemos ver organismos se desenvolvendo? Por que a evolução só parou agora que nós somos capazes de observá-la?
O criationista John Weldon Cristão escreveu: "Todo os dados verificados no biociências mostram que a evolução não está ocorrendo hoje, não menos do que os dados reais no geociências mostram que isto não tem ocorrido no passado, e todos dados genuínos nas ciências que são baseadas em fatos físicos mostram que isto é absolutamente impossível. Não entanto, a evolução é quase universalmente aceita como um fato em todas ciências naturais (Weldon, 17)."
Probabilidade
Você deve compreender que os obstáculos para evolução não são unicamente na área de ciência, mas também da probabilidade. As chances que um DNA com 84 nucleotídeos se forme é 1 em 480.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000. Qualquer chance menor que 10.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 é considerada matematicamente impossível. Assim desde que algumas das bactérias mais simples têm um DNA com 3.000.000 nucleotídeos, é impossível que o DNA tenha se formado por coincidência ("Cientistas Falam Sobre DNA" 1).
Segundo os evolucionistas, a evolução levou milhões de anos para começar, até mesmo nos primeiros organismos (Stebbins 10) e também em alguns formados mais tarde (Zimmerman, 123). Se é verdade, por que como formas de vidas tão complexas como seres humanos existiriam hoje. Eles não parecem calcular corretamente, ou trilhões de anos poderiam ser necessários para organismos complexos como seres humanos se formar.
Fósseis Transitivos
Aos arqueologistas há décadas tem procurando fósseis transitivos que possam provar o elo entre as espécies, ou até mesmo qualquer espécie desenvolvida de qualquer modo. Entretanto, o registro geológico falha em fornecer-nos com fósseis transitivos. Se a teoria da evolução é verdadeira, onde estão eles (Zimmerman, 124)?
No livro A Origem do Charles Darwin De Espécie duvidado da sua própria teoria por dizer: "De acordo com esta teoria, inúmeras formas transitivas deveriam existir. Por que não os encontramos eles enterrados na crosta de Terra? Por que eles não estão em toda a natureza em confusão (ou espécie mestiças) ao invés de existir, como nós os vemos, claramente discernidas ("Cientistas Falam Sobre Evolução" 2)."
Criação
A teoria de criação suporta a idéia que o mundo foi criado pelo Deus todo poderoso que é mencionado nas Sagradas Escrituras, a Bíblia. Segundo esta teoria, o mundo foi criado em 6 dias e tem mais ou menos 6,000 para 10,000 anos("Evidenciam para um Mundo Jovem", 1). Esta teoria é suportada pela evidência fornecida na Bíblia. A diferença principal entre os evolucionistas e os criacionistas é que os evolucionistas necessitam de evidências substanciais (verdades demonstradas ou fatos observados), enquanto criacionistas acreditam pela fé (Hb. 11: vs 3).
A Bíblia não tenta usar termos científicos para explicar como o universo foi criado. É simples, Deus o fez em 6 dias (Gn. 1:vs1-8). Isto está claro quando se declara que todas as coisas foram por Jesus, e para Ele (Col. 1:vs15-18). A evidência verdadeira para criação não está em leis científicas ou em soluções racionais, mas sim na experiência com Deus. A evidência verdadeira está em simplesmente saber, de uma forma que não se pode explicar e não é racional. Você simplesmente sabe.
Conclusão
É fato que evolução está é inviável. Entretanto, para provar cientificamente que todas aquelas coisas foram criadas por Deus, nunca será possível. Ainda, o apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo disse em Hebreus 11 vs. 3:
"Através da fé nós compreendemos que os mundos foram formados pela palavra de Deus; de modo que coisas que são vistas visíveis não foram feitas de coisas que aparecem (Hb. 11: vs 3)."Para muitos, esta explicação é o bastante, mas, para alguns é ridículo. Entretanto, aquelas pessoas deveriam saber que a verdadeira resposta da nossa origem não se encontra em fósseis ou em explicações científicas complexas; a resposta verdadeira se encontra em Deus.
BIBLIOGRAFIA
Batten, Don. "DNA similarity of Human and Chimps." www.ChristianAnswers.net/q- aig/aig-c018.html
Humphreys, Russell. "Evidence for a Young World." www.ChristianAnswers.net/q- aig/aig-c012.html
"Is Molecular Evidence Conclusive?" http://library.advanced.org/19012/molecule.htm
John, Weldon; Ankerberg, John. Criação e Evolução. Oregon: Harvest HP, 1993.
Moses et al. Bíblia. Rio de Janeiro: Imprensa Bíblica Brasileira, 1994.
Paul et al. New Testament. Nashville: National Publishing Co., 1987.
"Punctuated Equilibrium." http://library.advanced.org/19012/punctuat.htm
"Scientists Speak About Laws of Nature." www.pathlights.com/ce_encyclopedia/
"Scientists Speak About Evolution." www.pathlights.com/ce_encyclopedia/
"Scientists Speak about DNA." www.pathlights.com/ce_encyclopedia/08dna04.html
Senapathy, Periannan. Independent Birth of Organisms. Madison: Genome Press, 1994.
Stebbins, G. Ledyard. Darwin to DNA, Molecules to Humanity. New York: W.H.F.C., 1982.
Taylor, Paul. "Evolution versus a Basic Law of Nature." www.ChristianAnswers.net/q-eden/edn-thermodynamics.html
"Theory of Evolution." http://library.advanced.org/19012/evotheory.htm
Zimmerman, Paul. Darwin, Evolution, and Creation. Saint Louis: Concórdia PH, 1959
Fonte: Pregai



