Frutificando em tempo ou fora de tempo

Marcos 11:12-13

E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.
Nada que Jesus fazia era sem sentido, ou por acaso. Como procurar figos fora do tempo? Diz o versículo acima que não era tempo de figos. Porque Jesus sendo Deus onisciente vai a figueira mesmo sabendo que não encontraria frutos? Porque Ele reprova aquela arvore? Grandes atitudes de Cristo diante dos discípulos eram como figura, para passar algo espiritual para eles, nem sempre eles compreendiam o que Cristo fazia.
Mesmo tendo fome ou sede como qualquer ser humano, Jesus passava seus ensinamentos. Por trás da fonte de Jacó estava a mensagem da água da vida e quem bebesse dela nunca teria sede. Por trás de uma arvore, bonita e cheia de folhas; porem sem frutos tinha uma grande mensagem do reino de Deus tanto para os discípulos como para nós nos dias de hoje.
Nos Evangelhos vemos muitas metáforas, entre elas Cristo nos compara a sal, a Luz e a arvore. E cada uma das comparações que ele simbolizava os discípulos, tanto eles como nós teremos que ser aprovados em todos os sentidos. Para que serve o sal, se não temperar? O que serve a Luz se não luminar? Para que serve a arvore se não frutificar?
Os seus ensinamentos eram cheios de simbologia, para cada símbolo havia uma grande mensagem. Jesus procura um fruto naquela arvore e não achou, não procurava qualquer fruto, mas um fruto bom e não encontrou.
No reino de Deus, vemos três arvores e situações que devemos avaliar; Arvore bonita cheia de folhas, mas porem sem frutos, arvore boa cheia de bons frutos e arvore má cheia de maus frutos. Não só as infrutíferas são reprovadas no reino de Deus, mas vemos em sua palavra também reprovações para aquelas que tem maus frutos. No reino de Deus só há vaga para arvore boa cheias de bons frutos. Com toda metáfora usada por Cristo devemos ser arvore boa com bons frutos, não arvore temporão que em vez em quanto frutifica, mas em tempo e fora de tempo devemos frutificar. Vemos no texto Cristo procurando frutos fora do tempo naquela arvore, veja: chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.
A boa arvore é conhecida pelos frutos, a boa arvore não precisa mostrar que é boa mas pelos seus frutos todos os aprovam e reconhecem que se trata de uma bela arvore. Mateus 7:16-20-Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 
Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Dom não qualifica, não autentica arvore alguma, dom é dádiva de Deus para os homens, Já os frutos, qualifica, autentica a arvore. Gálatas 5:22-Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Qual arvore você tem sido? Arvore bonita cheia de folhas, mas porem sem frutos?Arvore bonita, boa e cheia de frutos?Ou arvore até atrativa, mas com frutos maus?
Lembre-se quando o Senhor vier, ele quer te encontrar com bons frutos, frutificando em tempo ou fora de tempo. Lembre-se que a arvore infrutífera ou má será cortada e lançada ao fogo, para que dê lugar à outra. Mateus,3:10- E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.
Mateus 21:43- Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos.
 Lucas 6:43-45. Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos. O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.
Não basta ocupar lugar de arvore, ser bonita e conhecida como boa se os frutos os reprova, o Senhor espera de nós frutos muitos frutos.
Deus abençoe e nos conceda misericórdia que possamos dar muitos frutos em tempo ou fora de tempo.
Amém.
 Por, Josiel Dias

Mensagem Diante do Trono: Os Frutos do Espírito Santo - Por Helena


Rio de Vida - Frutos do Espírito 



Frutos do Espírito

Há um rio de vida fluindo entre nós
que desce do trono, do trono de Deus
Há uma fonte bendita fluindo entre nós que dá vida ao povo de Deus
Jesus, vem nos curar, nos erguer em glória e poder
Jesus, vem liberar entre nós o teu Espírito, somos teu povo
Jesus, digno tu és de louvor e adoração
Nos rendemos aos teus pés e um trono de glória
levantamos a Ti, Jesus


***

Porque um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isa. 9:6.

Príncipe da Paz
Jesus é muitas vezes chamado o Príncipe da Paz, mas incontáveis guerras têm sido paradoxalmente travadas em Seu nome durante os últimos dois mil anos.

Havia uma estrela de prata pendurada na Igreja da Natividade, em Belém, sobre o suposto local do nascimento de Jesus. Visitei essa gruta em 1959, quando participei de uma excursão pelas terras bíblicas. Vi uma estrela feita no chão, sob a manjedoura. Mas não pude ver nenhuma estrela de prata pendurada. Mais tarde fiquei sabendo que havia uma estrela, sim, mas que havia sido removida uns cem anos antes.

Em 1853 aquela estrela se havia tornado o foco de uma discussão que causou, em pouco tempo, a Guerra da Criméia. Tudo começou quando um clérigo da Igreja Ortodoxa Oriental decidiu substituir a estrela por uma outra da própria igreja. O clérigo do rito latino discordou. O primeiro era apoiado pela Rússia: o segundo, pela França. Quando a Turquia se colocou ao lado da França, a Rússia foi à guerra contra a Turquia. A França, a Grã-Bretanha e a Sardenha, por sua vez, declararam guerra contra a Rússia. A guerra durou três longos anos e resultou em dezenas de milhares de soldados mortos e feridos. Por fim, os aliados venceram. O lado irônico do fato é que a estrela de prata, o centro da contenda, foi retirada permanentemente dois anos depois da guerra, mas deixou um legado de má vontade que durou muito tempo.

Você já parou para pensar por que Cristo tem sido tão freqüentemente ligado à guerra e ao derramamento de sangue, quando Ele é o Príncipe da Paz? Não é Cristo que causa essas guerras. Elas são causadas por indivíduos que professam ser Seus seguidores (ver S. Tiago 4:1 e 2), mas aparentemente nunca experimentaram, e portanto não revelam por suas ações, a paz da qual Jesus é o príncipe (ver S. João 16:33).

Esta é a época do ano em que os pensamentos de muitos se voltam para o nascimento do Príncipe da Paz. Que seja também o tempo em que os seus e os meus pensamentos se voltem para Ele. Que Jesus nasça outra vez no seu coração e que você experimente sempre a paz que Ele oferece - a paz "que excede todo o entendimento". Filip. 4:7.


Anjo que caiu neste mundo,
Para trazer a flor da paz,
Para adormecer a criança triste,
  Chorando aos braços da mãe,
Vendo o sangue derramar.
Pobre criança,
Não chore,
Pois estou aqui para acalmá-la
vim trazer a flor da paz,
Para que todos esqueçam da tristeza,
  E só chorem de felicidade,
  E continue tendo o amor que há,
Fazendo com que a tristeza que nos dá,
faça com que não percebamos,
Que há guerra,
  Mas que pensemos que há amor, paz, alegria,
Pois com tudo isso podemos fazer com que tenhamos,
Um mundo sem guerras, e violência.




             Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano
(Êxodo 12:2)

NOVO ANO, NOVO COMEÇO

É apropriado para os primeiros dias do ano abrirmos este devocional falando sobre o começo de um novo ano. O versículo acima deveria ser o começo de uma era completamente diferente, na qual a contagem do tempo seria alterada. Mas qual evento revolucionário originou essa mudança?
Deus estabeleceu um recomeço para os israelitas. Por séculos, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó foram submetidos à escravidão no Egito. Agora Deus estava prestes a libertá-los e conduzi-los à terra prometida.
Da opressão à liberdade, do medo à segurança: um novo começo com Deus. Esse era um dia que realmente merecia ser lembrado. Marcava o início da história de Israel como o povo terreno de Deus.
Mas há muitos mais. No versículo 3 lemos: “Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro”. Esse era o ponto central do novo começo. Esse fato apontava para o Senhor Jesus Cristo, cuja morte sacrificial na cruz iria trazer um início ainda mais radical, não apenas para uma nação, mas para toda a humanidade que, desde então, está convidada a compartilhar dele.
Portanto, esse novo ano pode ser um ano de liberdade interior e verdadeira segurança para todos – um ano sob a benção e orientação de Deus. O Senhor não prometeu que os meses vindouros transcorreriam sem dificuldades, mas prometeu estar conosco em todas as circunstâncias que enfrentamos. Por isso em Suas mãos estamos seguros e salvos.
A promessa de Deus se aplica a todos os que desejam começar de novo sob Seu senhorio e que pertencem a Ele e à Sua nova criação pela fé no Senhor Jesus Cristo. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).


 
                                                Eu quero a Paz, a grande Paz
da Lua sozinha no céu.
A paz sem a menor lembrança,
a paz de quem nunca viveu.
A Paz que reina nos domínios
onde não há musgos nem germes.
E não há sulcos nos caminhos.
E há seiva debaixo da neve

A Paz sem devaneios, dentro
dos seus nítidos horizontes.
A Paz dos cristais no silêncio
sem nenhuma idéia de som.
A Paz que precedeu as sombras,
a que antes das tréguas nasceu.
A que nos tempos não se encontra,
a que foi desejo de Deus.
Eu quero a Paz com perfeição
de flor e orvalho, eu quero a Paz
ao alcance das nossas mãos,
com a substância e as cores do nácar.
Porém eu quero a Paz acima
de qualquer sopro humano- ou mácula.
Com delicadezas de vime
guardada de todo contato.
Assim como a Lua sem noite
e sem espaço, de tão leve,
miragem que se desvanece
em frente ao anjo anunciador.

A Lua sem anjo ou demônio,
alheia aos mares que descobre
no caminho da solidão
para lá da vida e da morte.
Eu quero a lua toda pura,
a lua sem vendas nos olhos.
Enquanto a Terra em febre esta,
a Lua completa- e não cora.

Fonte: Mensagens e Poemas

FELIZ SEJA  A PAZ ENTRE OS HOMENS DE BOA VONTADE
ESTA É A VONTADE DO PAI

Rebeca, bendita de Deus, Isac o prometido.


Deus orientou a escolha de Rebeca como esposa para o filho de Abraão, Isaque. Mas, por que Rebeca foi selecionada? Suas qualidades devem ter sido muito desejáveis do ponto de vista de Deus. Ela deve ter sido apropriada para o seu propósito de fazê-la mãe duma nação, que se tornaria um povo para o seu nome.

Foi após a morte de sua esposa amada, Sara, que Abraão fez arranjos para obter uma esposa para seu filho Isaque, então com cerca de 40 anos. Não querendo que seu filho se unisse a uma não-adoradora de Yehowah, Abraão pediu ao administrador da sua casa, mui provavelmente seu servo fiel Eliézer, que viajasse até a Alta Mesopotâmia. Não deu a seu servo nenhuma instrução especial para orientá-lo. ‘O anjo de Yehowah o fará’, disse Abraão com confiança. Confiava em que o Altíssimo, de algum modo, escolheria dentre seus parentes uma virgem adequada para Isaque. — Gên. 24:1-9.

O servo de Abraão tomou 10 camelos carregados de presentes valiosos. Acompanhado por seus assistentes, viajou durante dias, chegando finalmente à cidade de Naor, no vale da Alta Mesopotâmia. Chegou à tardinha, cansado e sedento, exatamente na hora em que as jovens da cidade vinham para tirar água do poço. Que boa oportunidade de agir segundo a ordem de seu amo! Mas, como saberia que moça escolher? Voltou-se para Jeová e orou para que a escolha fosse indicada por um sinal — de que a moça escolhida, ao lhe pedir que lhe desse de beber, se oferecesse também a dar água aos seus camelos. — Gên. 24:10-14.

I. A RESPOSTA DE DEUS À ORAÇÃO
Antes de o servo terminar de orar, surgiu uma moça muito atraente com seu cântaro sobre o ombro. Sem que ele o soubesse, ela era Rebeca, sobrinha-neta de Abraão. O servo dirigiu-lhe seu pedido: “Por favor, dá-me um gole de água do teu cântaro.” Seria esta jovem a escolha de Deus? Graciosamente, Rebeca respondeu: “Bebe, meu senhor.” Abaixou depressa o seu cântaro e deu-lhe de beber. “Tirarei também água para os teus camelos até que acabem de beber”, disse ela. De modo que Rebeca esvaziou depressa o seu cântaro no bebedouro e correu ainda várias vezes ao poço para tirar água para os 10 camelos. Que trabalho! Um camelo pode beber mais de 20 litros por dia. — Gên. 24:15-20.

O servo compreendeu que, até então, sua oração pedindo orientação fora respondida. Sua atenção fora dirigida a uma jovem virgem com as qualidades desejáveis da bondade, prontidão e diligência. Após dar-lhe uma argola de ouro para as narinas e duas belas e valiosas pulseiras de ouro, interrogou-a sobre a sua família e sobre a possibilidade de pernoitar na casa do seu pai. Ela se identificou prontamente e disse: “Temos tanto palha como muita forragem, também um lugar para se pernoitar.” Induzido pela gratidão a Deus, o servo se inclinou e bendisse o Altíssimo. — Gên. 24:21-27.

Não houve a menor hesitação no coração de Rebeca quanto a mostrar hospitalidade a este homem. Correu para casa, a fim de fazer preparativos para o hóspede inesperado, e contou à família o que ocorrera. Ao ouvir isso, seu irmão Labão correu até o poço para acolher o estranho. Preparou-se um banquete na casa. Nenhum membro da família de Rebeca perguntou sobre a identidade e o propósito do estranho. Haviam-se concentrado em mostrar hospitalidade a ele e a seus assistentes, e em alimentar seus camelos. — Gên. 24:28-32.

No entanto, o servo de Abraão só pensava numa coisa — cumprir fielmente sua comissão, em harmonia com a orientação do anjo de Yehowah. Antes de concordar em participar da refeição, o servo identificou-se e explicou seu propósito. Contou-lhes sobre o pedido de um sinal que fizera a Yehowah, e sobre como Rebeca se comportara em conformidade com o sinal. — Gên. 24:33-49.

II. DEUS DIRIGE OS ASSUNTOS

Qual seria a reação da família de Rebeca? Que momento de suspense para o servo! Cheios de admiração e respeito, Labão e Betuel, o pai, compreenderam que tudo isso devia proceder de Deus. Eles responderam: “Eis que Rebeca está diante de ti. Toma-a e vai-te, e torne-se ela esposa do filho do teu amo, assim como Yehowah falou.” — Gên. 24:50, 51.

Houve grande excitação na casa. O servo apresentou presentes valiosos para Rebeca, sua mãe e seu irmão. Depois, todos tomaram a refeição preparada. Segundo o costume daquele tempo, esses procedimentos na casa de Rebeca constituíam a preparação dum contrato de casamento. — Gên. 24:52-54a.

Mas, então, a mãe e o irmão de Rebeca suplicaram uma demora de pelo menos 10 dias antes de a deixarem ir. O servo insistiu em partir logo. Por fim, deixaram Rebeca decidir. Chamaram-na e perguntaram: “Irás com este homem?” Neste momento o servo deve ter prendido a respiração. Partiria ela logo de casa com destino a um marido que nunca vira? Qual seria a resposta de Rebeca? Estava disposta, e se sujeitaria assim, prontamente, à escolha de Deus? “Estou disposta a ir”, foi a resposta de Rebeca. Sem demora, hesitação, dúvida ou condições! Que moça notável! (Gên. 24:8, 54b-58) Ela não só era atraente, bondosa, disposta, diligente e hospitaleira; Rebeca era também decidida, perspicaz e cheia de fé implícita. Percebia a mão de Deus neste assunto, e não hesitou em agir em harmonia com a vontade Dele. Cônscia de que seu tio-avô Abraão instruíra Isaque no temor do Todo-poderoso, Rebeca não tinha motivos de se preocupar quanto a como seria tratada como esposa.

Esta jovem partiu com as bênçãos da família: “Que tu, nossa irmã, te tornes milhares de vezes dez mil, e que teu descendente tome posse do portão dos que o odeiam.” A ama e as criadas de companhia seguiram-na nos camelos. — Gên. 24:59-61.

Dias depois, numa tardinha fresca, Isaque notou a aproximação duma caravana de camelos. Ao mesmo tempo, Rebeca avistou-o. Desceu do camelo graciosa e prontamente. Quando se lhe disse quem era o homem, cobriu-se com um véu, demonstrando assim sujeição e respeito pelo noivo. Realmente, a moça que desejara seguir a orientação de Deus, de partir com um servo para um país desconhecido para encontrar-se com um noivo desconhecido, sem duvidar ou questionar, era mulher que merecia afeto. O relato bíblico diz: “Ele se enamorou dela, e Isaque encontrou consolo depois da perda de sua mãe.” — Gên 24:62-67.

Rebeca mostrou ser justamente a esposa que Isaque necessitava. O espírito animado, ardente, ativo e audaz dela tornou-o feliz novamente, à medida que ela preenchia apropriadamente o vazio que a morte da mãe deixara em sua vida. Muitos anos após o casamento, Isaque continuava a achar deleite em sua amada Rebeca. Teve medo de perdê-la. Quando a fome forçou-o a fixar residência entre os filisteus, refletiu na beleza de Rebeca. Isaque temia por sua vida, raciocinando que algum homem talvez quisesse matá-lo para obtê-la como esposa. Assim, num esforço de evitar isso, Isaque a fez passar por sua irmã. — Gên. 26:1-11.

III. REBECA COMO MÃE

Como Sara, Rebeca permaneceu estéril durante longo tempo. Isaque persistia em suplicar a Yehowah por ela. Por fim, 20 anos após o casamento, ela lhe deu à luz os gêmeos Esaú e Jacó. Antes de dar à luz, Rebeca sabia que teria gêmeos. Sua gravidez foi extremamente dolorosa. “Se é assim, por que é que estou viva?”, exclamou ela ao sentir os bebês lutarem dentro dela. Rebeca recebeu a promessa de Deus, de que dois grupos nacionais seriam separados das suas entranhas, de que um seria mais forte do que o outro e de que o mais velho serviria ao mais jovem. Ela não perdeu de vista esta promessa. — Gên. 25:21-23.

Depois que os dois meninos nasceram, Rebeca concentrou suas esperanças e seu afeto em Jacó, e, com o tempo, Esaú desprezou até mesmo seu direito de primogenitura. (Gên. 25:28-34) Passados alguns anos, chegou o dia em que Rebeca tomou medidas pessoais para agir em harmonia com a promessa profética de Yehowah. Ouvira seu idoso e cego marido, Isaque, chamar seu filho primogênito, Esaú. Isaque tinha a intenção de escolher e abençoar seu herdeiro antes de morrer. Antes de conceder a bênção, porém, Isaque mandou Esaú ir matar alguma caça e preparar-lhe um prato gostoso. — Gên. 27:1-4.

Sabendo que Esaú não era a escolha de Deus, Rebeca procurou garantir a desejada bênção a Jacó. Enquanto Esaú caçava, Rebeca deu instruções a Jacó quanto a como deveria agir para obter a bênção que de direito era sua. Jacó objetou, temendo que seu pai cego o identificaria por apalpar-lhe, e, então, pronunciaria uma maldição. Mas, Rebeca estava mais determinada do que nunca. “Venha sobre mim a invocação do mal dirigida contra ti, meu filho”, disse ela com segurança. “Apenas escuta a minha voz.” E Jacó ouviu. — Gên. 27:5-14.

Depois disso, Rebeca fez Jacó vestir roupas de Esaú, que cheiravam a floresta, a campos e a terra. Também, tirou a pele macia e sedosa de cabritinhos e colocou pedaços dela sobre as mãos e o pescoço lisos de Jacó, de modo que, às mãos de Isaque, pareceria como Esaú. Jacó, com o prato gostoso preparado por sua mãe, apresentou-se perante Isaque. O plano de Rebeca teve êxito. Jacó recebeu a bênção do seu pai, sendo nomeado herdeiro legítimo de Isaque e Abraão. — Gên. 27:15-29.

Mais tarde, quando Rebeca descobriu que Esaú planejava matar Jacó, adotou novamente uma atitude firme a favor de Jacó. Em resultado do incentivo dela, Isaque mandou Jacó à terra natal dela em busca duma esposa. Rebeca reconhecia a importância duma boa esposa para Jacó. O fato de Esaú ter tomado duas esposas dentre os detestáveis cananeus entristecera muito tanto a Isaque como a ela. — Gên. 26:34, 35; 27:41-46; 28:1-5.

Rebeca deve ter sentido muito a falta de Jacó após a sua partida. Talvez esperasse que ele pudesse voltar em breve. Mas, Jacó ficou fora durante 20 anos. Não há nenhum registro na Bíblia no que se refere a Rebeca rever seu filho amado. Caso não o tenha visto, imagine a alegria que Rebeca e Jacó sentirão ao se encontrarem novamente, quando forem levantados dentre os mortos. Quão emocionante será para Rebeca, quando souber do grande privilégio que teve, de ser um elo que conduziu ao prometido Messias, ou Cristo!

Realmente, a bela, atenta e decidida Rebeca, que obteve a atenção favorável de Yehowah, constitui bom exemplo para as moças solteiras, as esposas e as mães hodiernas. Sua fé foi deveras elogiável. 
(Yehowah é o Deus Todo-Poderoso, o Soberano Universal, o Criador. Como tal, seu nome e seus propósitos merecem ser magnificados. ...)
TEOLOGIA, BÍBLIA, ANTIGO E NOVO TESTAMENTO


 Se o amor for grande
A espera não será eterna,
Os problemas não serão dilemas,
E a distância será vencida.


Se a compreensão insistir,
As brigas fortalecerão-nos,
Os fatos farão-nos rir,
E os diálogos marcarão-nos.


Se o respeito prevalecer,
Os carinhos serão doces e suaves,
Os beijos profundos e cheios de valor,
E os abraços calorosos e confortantes.

Se a confiança existir,
A dúvida se extinguirá,
As perguntas serão respondidas,
E as palavras poderão ser ditas.


Talvez não seja um amor eterno.
E não é um amor doentio,
Nem um amor ideal.
Mas um amor verdadeiro.


Aquele que vence as barreiras
Impostas pela vida e pelas ocasiões.
Aquele que não teme a escolha,
E faz a opção de simplesmente
Ser intensamente vivido.


Myrian Sartori





 

AINDA HÁ ESPERANÇA!

Na cultura brasileira existe um dito popular, que diz que : "A esperança é a última que morre". Na verdade este dito contraria o princípio bíblico de I Coríntios 13:13, que nos diz que a esperança não morre, mas permanece para sempre.

É bem verdade que muitas vezes passamos por situações para as quais parece não haver mais esperança... situações onde nos encontramos num beco sem saída". Nessas horas de tribulação, de provação e até mesmo de angústia e desespero, as circunstâncias parecem ser maiores que nós, e sentimo-nos derrotados, fracassados, impotentes e sem esperança.
Foi assim com Jairo, quando recebeu a notícia de que era tarde demais, sua única filha havia morrido, e já não valia a pena Jesus ir até ela (Marcos 5:35). Foi assim com Marta, quando seu irmão Lázaro adoeceu e morreu quatro dias antes de Jesus chegar a Betânia (João 11:17). Foi assim com Jó, quando ele perdeu tudo o que tinha - bens, filhos e filhas, saúde, reputação (Jó 1 e 2) - numa sucessão de perdas quando até mesmo sua esposa e seus amigos se voltaram contra ele.

Mas até mesmo nessas situações tão extremas, a guerra não esta perdida. Talvez ao longo da nossa caminhada com Deus, nós percamos algumas batalhas, mas nunca a guerra! O nosso general é Cristo... é Ele quem peleja por nós e nos dá a vitória. Jesus Cristo - a esperança da glória! É n'Ele que devemos colocar a nossa esperança e a nossa fé! Assim como Jairo, Marta e Jó, devemos colocar nossa fé no Senhor e crer que nem tudo está perdido, e que apesar da adversidade das circunstâncias, "Ainda há esperança". "Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova" (Jó 14: 7 - 9). Sim, devemos crer que ao cheiro das águas, viverá e dará frutos! Uma pequena fé num Deus Grande... firmados na promessa de que "seremos como árvore plantada junto a corrente de águas que, no devido tempo dá o seu fruto, cuja folhagem não murcha, e tudo quanto fizermos será bem sucedido" (Salmo 1:3).

O Senhor está no controle. Ele tem um plano, e assim como Ele disse a Jairo, hoje Ele diz a você e a mim: "Não tenhas medo, confia em mim". Crer e confiar. E Jesus ordenou à filha de Jairo que se levantasse, e a menina logo saltou e começou a andar. "Ainda há esperança!" Marta sabia disso quando disse: "Senhor, se cá estivesses, o meu irmão não teria morrido. "Mas eu sei que mesmo agora não é tarde demais, pois tudo o que pedirdes a Deus, Ele te dará" (João 11:20).

Há um propósito para todas as coisas, inclusive para as nossas provações. Portanto, "Aquietai-vos e sabeis que Eu sou Deus" (Salmo 46:10). O Senhor quer reverter as adversidades em bênçãos, para nós e para outros. Quando Jesus soube que Lázaro havia adoecido, Ele disse que sua doença não era para morte, mas para a glória de Deus.
Que Ele, o Filho de Deus, receberia glória em resultado daquela enfermidade. Jesus ressuscitou Lázaro e muitos judeus que presenciaram este milagre creram n'Ele. Da mesma forma, hoje o Senhor nos convida a declarar que a adversidade pela qual estamos passando, não é para a morte, mas para a Glória de Deus! Quando Jó analisa sua vida, ele conclui que tudo o que aconteceu com ele contribuiu para que ele tivesse uma maior intimidade com Deus: antes "eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem" (Jó 42:5). E o Senhor restaurou a sorte de Jó e deu-lhe o dobro de tudo o que ele possuía. Portanto, não se dê por vencido, "ainda há esperança"... logo você entenderá o propósito de Deus para esta hora.



Para Meditação:

"Agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor". I Cor. 13:13
(estudos bíblicos)
Clique Aqui e veja mais imagens

Voltando com carinho pra falar de amor, paz e salvação, que só em Jesus encontramos.





Um ano novo de novas esperanças,
de amor e paz
de fé 
com saúde
e adorando o Rei dos reis
 muitas alegrias e bençãos recebidas,
tudo em nome e pra glória de Jesus.
Amém!!!

O natal de Jesus.









Introdução
O mundo não pode esquecer-se de Cristo enquanto se lembrar da história, pois, ele é o agente estabilizador da história A.C e D.C. omiti-lo da história seria como omitir da astronomia as estrelas ou da botânica as flores, sua vida impactou a história da humanidade perdida, pois ele nos trouxe a esperança firmada na eternidade. O profeta Isaías previu isto quando escreveu o seguinte: " ... o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará a luz a um filho, e chamará o seu nome Emanuel " ( Is. 7:14 ). Em concordância com isto o apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas: " Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei " ( Gál. 4:4 ). Este sinal profético foi dado a Acáz como garantia da esperança de Judá em meio as adversidades, e assim, ele tem um cumprimento imediato e histórico. O seu uso no novo testamento descrito em Mat. 1:23, mostra que ele também tem um cumprimento messiânico em Jesus Cristo, Emanuel ( o Deus conosco ). No texto descrito aos Gálatas, Paulo mostra que de fato Cristo veio no tempo estabelecido por Deus quando todo o cenário estava preparado para a aparição do personagem principal da história. Portanto, quando lemos a sagrada escritura, compreendemos o porque o natal de Jesus é uma esperança firmada na eternidade.

É um convite a crer na veracidade das profecias -
Não apenas o texto de Isaías 7:14, mas quando lemos também Isaías 9:6, que diz: " Um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome maravilhoso, conselheiro, Deus forte, pai da eternidade, princípe da paz. " Em todo o ministério de Jesus cumpriu-se integralmente as profecias a respeito de seu nascimento, cegos viram, coxos andaram, surdos ouviram, mortos ressuscitaram e etc. Os anjos desceram e cantaram " Glória nas alturas e paz na terra, porque o príncipe da paz chegou como sinal da boa vontade de Deus para com os homens " ( Luc. 2:14 ).

É uma mensagem de esperança - No mundo de pessimismo, de tristezas e densas trevas o nascimento de Jesus traz uma verdadeira mensagem de esperança, por isso mesmo, o profeta Isaías escreveu o seguinte: " O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz " ( Is. 9:2 ). Assim bem como o apóstolo Paulo, deixou isto bem claro no inicio da sua primeira carta a Timóteo quando disse: " Cristo esperança nossa " ( I Tim. 1:1 ). A luz do resplendor tecnológico e científico da humanidade ofusca-se com o brilho dessa luz que Cristo afirmou ser " Eu sou a luz do mundo " ( Jo. 8:12 ), deve haver em nós a mesma esperança que houve em Simeão que aguardava a consolação no templo, e quando viu alegrou-se dizendo: " Agora, Senhor, despedis em paz o teu servo, pois os meus olhos viram a tua salvação, a qual tu preparaste perante a face de todos os povos, luz para iluminar as nações e para a glória do teu povo. " ( Luc. 2:29 - 32 ).


É motivo de renovação para darmos graças a Deus - O anjo do Senhor orientou os magos para não temerem, antes pelo contrário, disse: " vos trago novas de grande alegria que será para todo o povo " ( Luc. 2:10 ). Portanto, devemos nos encher a cada dia com essas novas de alegria para que então possamos dar graças a Deus pela paz que desfrutamos, pois Jesus Cristo nos trouxe esta paz, devemos dar graça pela salvação gratuita no cordeiro que tira o pecado do mundo, devemos dar graça por seu nascimento que ligou o céu com a terra, graças por aceitar o natal de Jesus como festa do Espírito sem simbolismos exagerados, e então dizer: " O Senhor Deus é a minha força e o meu cântico e se tornou a minha salvação " ( Is. 12:2 ).

Conclusão

Seja o natal de Jesus Cristo poderoso apelo do amor de Deus aos nossos corações, para que nos tornê-mos mais íntimos de Deus a cada dia.
Amém!





 ********


Queridos, hoje eu os convido a ler com carinho minhas humildes palavras, trago um pouco de mim, da força e do consolo que Deus me deu e dá, ouçam as musicas, demora eu sei, mas só por hoje façam, reflitam deste amor, se console se preciso, ou saibam como alguns andam por estradas doloridas, mas com a misericórdia do Pai superamos, e se estiver nestas condições, saiba, Deus é contigo, você não está sozinho. Abraços com meus afetos, tua irmã Valquíria.



Estou aqui pra falar de familia, do natal e de como comemoramos...
Relato minha experiência de natais: Costumávamos nos reunir pra comemorar, passávamos meses planejando o natal, discutíamos o cardápio, a decoração, os presentes, quem dos familiares viria e até como acomoda-los. Não pense que havia luxo, ostentação, nada que lembrasse os gastos superflos de hoje; Os brinquedos eram comprados em promoções, as roupas e sapatos também, compras mesmo deixávamos pra o inicio do ano, quando as promoções do estoque de natal, davam alegria em comprar, era quase outro natal. A comida era sempre simples, bolos feito no fogo de carvão, com brasas por cima, o peru tinha sido sevado durante meses pra tal ocasião, o vinho, minha nossa, era de qualidade barata, comprado em garafões grandes; Tinha a tia que fazia sempre rabanadas e uma torta de abacaxi, receita que levou, nunca deu a ninguém, ela gostava de fazer mistério, a tal torta famosa na familia, chama-se "a torta da tia Neta", disputada como ouro nas festas.
Era tanta alegria, claro tinha as famosas discusões familiares que davam assunto pra seis meses, mas até isso faz falta. O tempo como o vento, vem e vai, e aos poucos foi desfalcando os autores e astros desta peça, comedia da vida em familia; essa alegria, essa junção de sangue, essa comunhão, se foi no vento.
Num natal qualquer na arrumação da casa houve um acidente, perdi minha mãe, no meio de tantas perdas... foi o ano sem natal, voltamos do enterro e olhavamos os preparativos da ceia na mesa, prontos pra ir ao forno... o vinho gelando, a cortina na metade, as receitas separadas... não houve natal, não naquele ano.
Mas no seguinte, as crianças, os seres de coração puro, nos pediram o natal, voltamos aos poucos a faze-lo.
Entendemos que temos um compromisso com os que foram, temos um testimunho a dá, somos responsaveis pelo legado de amor, ternura de escrever uma nova história de familia, cada ano, cada experiencia de vida e de morte, é crescimento interior, muralhas de uma fortaleza que levantamos, isso depende de nós, e temos um ajudador o Espirito Santo de Deus, o Consolador que prometeu Jesus.
Escrevo estas palavras, com o coração cheio delas, não soube dizer o sentimento que sinto, mas desejo a todos que sofrem nestes dias, com lembranças, saudades, ou necessidades, que confie em Deus, você não está sozinho, estais coberto de amor do Pai, ganhas o maior presente o Filho, és herdeiro do  céu, dono da terra, e acima de tudo daqui, do que sentes, tens a obrigação de fazer feliz os que te cercam e a ti mesmo.
Hoje minha geração ocupa o lugar dos que se foram, dormem no Senhor, e como eles trabalhamos com o coração pra ensinar aos pequenos o valor da comunhão, o vlor de mesmo sangrando o coração, colocamos sorrisos nos rosto, sim eles esperam alegria, a festa do natal é alegria e comunhão, paz com o irmão, reconciliação, e o mais importante gratidão pelo Filho de Deus entre nós. Creia Ele só participará de sua ceia se houver amor, o banquete que Jesus espera encontra não é de comidas caras ou baratas, mais do deleite de amor, da fartura de comunhão, do vinho do Espirito Santo, Ele deseja que todos sejam fartos, porque esse banquete Ele já nos deu, é só compartilhar.


Amados eu não sei se consegui dizer tudo, mas deixo certo que "Podemos Todas as Coisas Naquele que nos fortalece", seu nome é Jesus!, o autor e consumador da vida, neste natal quando Ele chegar a sua porta, abra e o abrace, ele encherá seu coração do mais puro amor, da mais bela misericordia e de consolo que só nele encontramos. Deus abençoi a todos em nome de Jesus, beijos.      Feliz Natal.





 O Natal e o Nascimento de Cristo

É pecado celebrar o natal de Jesus em 25 de dezembro?
Antes de responder a esta pergunta, vamos conhecer um pouco a história do natal.
Origem:
É verdade que a data de 25 de Dezembro marcava a celebração de uma festa pagã conhecida como Natalis Solis Invicti (Nascimento do Sol Invencível), em homenagem aos deus Mitra (da religião Persa) , e que esta festa era estimulada com orgias sexuais e embriagues. No ano de 440 d.c. porém, a data foi fixada para marcar o nascimento de Jesus, já que ninguém sabia a data de seu nascimento.
A questão é:
Esta origem pagã depõe contra os cristãos que hoje celebram o 25 de dezembro em homenagem a Jesus?
Necessariamente, não! O Natal (mesmo tendo uma origem pagã) é um evento que deveria ser celebrado por todos os cristãos ao redor do mundo (sem dogmatizar). Mas por que? Ora, havia uma festa dedicada a um deus falso, Mitra, considerado o Sol Invencível. As atenções eram voltadas para ele (e isto, sim, servia aos propósitos de satanás). Surge, porém, a igreja com uma mensagem inovadora aos pagãos: O Sol Invencível existe, e não é Mitra (uma entidade mitológica); seu nome é Jesus Cristo! Ele foi visto e tocado, pois era real (! João 1;1). Dele falou o profeta malaquias:
“Mas para vós, que temeis o meu nome, nascerá o Sol da Justiça, trazendo Salvação debaixo de suas asas”(4:2). A festa mitraica oferecia prazeres terrenos e momentâneos; ao passo que Jesus Cristo oferece Salvação, a libertação do pecado e a vida eterna. “Pois o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo (romanos 14:17)
Foi o cristianismo paganizado? Nunca! Jamais! Que nome lhe vem à mente quando mencionamos a data 25 de dezembro: Mitra ou Jesus Cristo? Mitra já foi esquecido, h”muito tempo. O Sol da Justiça veio e venceu, provando que Ele, sim, é verdadeiramente o INVENCÍVEL: Assim, o nome de Jesus foi mais uma vez engrandecido. Onde havia trevas, resplandeceu a luz.
Quanto aos presentes, Os magos que visitaram Jesus levaram presentes, porque, no Oriente não se costumava entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorreu com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente em algumas ilhas do pacifico sul.
Há como saber quando Jesus Nasceu?
Bom, Concordo com alguns pesquisadores que observam alguns detalhes bíblicos, supõe que o nascimento de Jesus Cristo foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento – a Festa dos Tabernáculos.
Dizem… Jesus Cristo nasceu na festa doas tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do 7º mês do calendário judaico, que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário.
A festa dos tabernáculos ou das cabanas, significava Deus habitando com seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou num tabernáculo no meio do seu povo (Lv 23:39-44; Números 8:13-18).
No evangelho de João capítulo 1:14, vemos: “Cristo… habitou entre nós.” Esta palavra em grego é skenoo ou tabernáculko; isto é, a festa dos tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (IS 7:14) que significa Deus conosco. Em Cristo não se cumpriu somente a festa dos tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua Morte (Mat 26:2; 1ª Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a igreja (ATOS 2).
Ele Não nasceu em dezembro como diz a tradição, mas foi gerado neste mês. Nove meses depois no final do sétimo mês do ano judaico, (setembro) no nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos tabernáculos, Deus veio habitar com seu povo. Nasceu Jesus!
Deus Tabernaculou com seu povo. Nasceu Emanuel. Deus habitando conosco.
Os Evangelhos contam que quando Jesus nasceu os pastores de ovelhas guardavam seus rebanhos nas colinas próximas de Belém.
Ali foram avisados por um anjo de que o Salvador tão esperado havia nascido.

Se Jesus realmente tivesse nascido em 25 de dezembro, quando é inverno e faz muito frio naquela região, os pastores não poderiam estar ao relento com seus rebanhos, mas bem recolhidos em abrigos.
Buscando resposta, temos uma pista importante em Lucas 1:36.
Ali o anjo Gabriel falou a Maria, mãe de Jesus, a respeito da gravidez de Isabel, sua prima.

Em Lucas 1:5, está escrito que Zacarias, que seria o pai de João Batista, era sacerdote do turno de Abias.
Como os sacerdotes foram se tornando numerosos, foram divididos em 24 turnos, de modo que todos pudessem revezar-se no trabalho do Templo, ao longo do ano.
Cada turno servia por duas semanas, uma na primeira metade do ano, e outra na segunda, o que dava 48 semanas.
Como o ano hebraico tinha 51 semanas, era completado com três semanas de festas de peregrinação, quando todos os sacerdotes deveriam estar presentes.
O turno de Abias era o oitavo, durante a décima semana, que foi quando Zacarias teve sua visão com o anjo Gabriel.
Ao retornar para casa, Zacarias observou o período de purificação ritual, e João foi concebido na 12ª semana do ano.
Nasceu 40 semanas mais tarde, na época das festas da Páscoa, em 14 de Nisan, por volta do nosso mês de abril.
Lembre que na anunciação a Maria (Lucas 1:36), o anjo disse que Isabel estava grávida do sexto mês, o que mostra que a concepção de Jesus aconteceu seis meses (25 semanas) depois da de João.
Assim, Aquele que é a Luz do Mundo foi concebido na época da Festa das Luzes.

Então Jesus nasceu 40 semanas mais tarde, quando era comemorada a Festa dos Tabernáculos, ou Festa das Cabanas.
Os Evangelhos afirmam que em Belém não havia lugar para José e Maria, de modo que eles tiveram de encontrar pouso num estábulo.
Belém ficava bem próxima de Jerusalém, e não estava abarrotada de gente por causa do censo do imperador romano, que tinha o ano todo para ser feito.

O motivo de haver tanta gente em Belém era a peregrinação do povo de todo o país a Jerusalém para a Festa das Cabanas.
Jesus nasceu num estábulo.
A palavra hebraica para “estábulo” é “sukah”, ou sucote, como em Gen. 33:17.
Assim, é bem provável que Jesus tenha nascido em uma cabana, pelo meio do mês de setembro ou outubro.
Note a comparação: nosso corpo não é um abrigo adequado para Deus, mas Jesus nascendo numa cabana mostra que Deus veio morar numa cabana (corpo) conosco.
Se Jesus nasceu no primeiro dia de Sucote, então foi circuncidado ao oitavo dia, como mandava a Lei Cerimonial, no dia original de uma festividade que se seguia à Festa das Cabanas, chamada “Simchat Torah” (Alegria na Torah), que agora se celebra o dia seguinte no judaísmo rabínico.
Deste modo Jesus haveria entrado no pacto no dia do “regozijo na Torah.”
Queridos leitores, é preciso entender então o que significa a palavra natal, e conforme nosso querido amigo “Aurélio”: relativo a nascimento, onde ocorreu nascimento ou ainda, dia do nascimento.
Diante da realidade da tradição Cristã, e do exposto acima, é inevitável o entendimento que a festa comemorada no dia 25/dezembro, é o natal de nosso Senhor Jesus Cristo ou seja sua festa de aniversário.
Sendo assim, não podemos dizer que o natal é uma festa pagã, pois se comemora o nascimento do autor de toda a vida. Sendo assim, só cabe apresentar aos queridos leitores que existe sim, um trabalho muito grande de satanás para tentar mudar o sentido desta comemoração, portanto cabendo ao verdadeiro povo de Deus, comemorar sim, com proporções cada vez maiores, para que todos saibam qual o verdadeiro sentido do natal.
Então sem radicalismos e extremos:
Antes de tudo, é preciso esclarecer o seguinte:
O Natal não é um artigo de fé; não faz parte do corpo doutrinário da igreja; é questão de ordem pessoal. É preciso que haja espírito de tolerância para com os que não pensam como nós em aspectos secundários de nossa fé (Romanos 14). Os extremos devem ser evitados.

Não se deve dizer a respeito de quem comemora o Natal: “Está em pecado; enganado por satanás.” Por outro lado, quem não celebra o 25 de dezembro não deve ser crucificado por causa disso. Creio, porém, que quem se fecha para essa data, perde uma grande oportunidade, pois nesse dia a maioria das pessoas está sensível a ouvir algo sobre Jesus.
Pergunte-lhes o que acham de Jesus ou o que acham do Natal; qual o real significado; será que o Natal significa comer e beber, cantar e dançar? Diga que o mundo precisa do Pai da Eternidade (Isaias 9:6) e não do “papai Noel”. Anuncie para o mundo o que um anjo disse aos pastores ao nascer Jesus: “Eu vos trago novas de grande alegrai, que o será para todo o povo. Na cidade de Davi nos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, O Senhor”(Lucas 2: 9,10,11).
Medite também quando Paulo chegou em Atenas e encontrou o povo entregue a idolatria; a atitude de Paulo foi sensata e inteligente.
Está em ATOS Capítulo 17.

No amor de Cristo que se derramou por mim e por ti lá na Cruz.
FELIZ NATAL!
Autor: Prof. Rodrigo






 A Morte

Quem gosta de falar em morte? Creio que ninguém em sã consciência. Talvez por medo, talvez por receio do desconhecido ou quem sabe por amar a vida, mas, mesmo para os salvos, também é doloroso falar sobre ela

Enquanto caminhava por um cemitério, um rapaz se deteve para ler uma inscrição sobre a lápide de uma sepultura. Ficou intrigado ao ler o epitáfio seguinte:
"Detém-te, amigo, ao por aqui passares: Qual és agora eu fui também um dia; Serás em pouco o mesmo que ora sou. Prepara-te p'ra vir fazer-me companhia."
O rapaz ficou ali, pensativo. Então, tomando um lápis, rabiscou na lápide o seguinte:
"Fazer-te companhia não me agrada, Enquanto não souber tua morada."
Podem estas palavras ser um tanto prosaicas, mas é profundo o pensamento que encerram.
Toda pessoa deve interessar-se no que lhe há de acontecer por ocasião da morte. Deve saber justamente para onde vai quando o último suspiro abandonar seu corpo, pois todo vivente defronta o mistério da morte, mais cedo ou mais tarde.
A Bíblia descreve a morte como um inimigo da humanidade. Deus nos conta que o último dos nossos inimigos a ser derrotado é a morte. A Bíblia ensina que a morte entrou no mundo por causa da desobediência de Adão e Eva. Em Romanos 5:12 escreve S. Paulo: "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram." Deus tomara providências para que o homem comesse da árvore da vida e vivesse para sempre. Quando o homem desobedeceu a Deus, foi privado deste privilégio. Gênesis 3:22 e 23.
Desde que houve a primeira morte, Satanás tem trabalhado àrduamente para confundir o espírito humano, a fim de que não compreendesse o plano da salvação e sua relação com a morte. A Bíblia ensina de modo simples o que Deus deseja que saibamos acerca da morte e seu remédio. Compreendendo o plano de Deus em relação à morte e à ressurreição, o aguilhão da morte será removido.
Ponhamos de parte todas as teorias preconcebidas e deixemos que Deus nos guie agora, ao estudarmos, no Seu Livro, Seus ensinos acerca da morte. 

Nascemos, vivemos e morremos. E daí? Esta pergunta tem desafiado a humanidade através da História do Mundo. Nosso entendimento do que acontece após a morte influenciará muito a maneira pela qual vivemos. Para aqueles que procuram agradar a Deus, é importante saber o que ele revelou sobre este assunto. Só por um estudo da Bíblia podemos evitar os perigosos erros da sabedoria humana.
O que é a morte? O que acontecerá depois que eu morrer? A Bíblia responde a essas perguntas.

O que é a morte?

A morte é uma separação. Podemos entender este fato claramente, considerando como a Bíblia descreve a morte espiritual. Comecemos no livro de Gênesis, onde encontramos pela primeira vez o conceito de morte.
Quando Deus disse a Adão que não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele revelou que a conseqüência da desobediência seria a morte no mesmo dia do pecado (Gênesis 2:17). Com certeza, Deus cumpriu sua promessa sobre a conseqüência do pecado, porque ele sempre fala a verdade e nunca quebra uma promessa. Por causa do pecado do casal original, Deus expulsou-os do Jardim do Éden (Gênesis 3:23-24). Mesmo tendo Adão vivido, em seu corpo físico, por 930 anos, ele e sua esposa morreram no dia de seu pecado, no sentido de que eles foram separados de Deus. A morte espiritual é a separação de Deus.
O caso de Adão e Eva nos ajuda a entender que é possível estar fisicamente vivo, enquanto morto espiritualmente (veja Efésios 2:1-6, por exemplo). A razão para esta morte espiritual esta separação de Deus é sempre a mesma. Separamo-nos de Deus pelo nosso próprio pecado (Isaías 59:1-2).
A morte física também é uma separação. Quando o corpo está separado do espírito, ele está morto (Tiago 2:26). Eclesiastes 12:7 nos diz que isto é o que acontece no fim da vida física: "O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu".
Assunto: A morte dos justos e injustos.
2 Coríntios- 5: 1,2 – PORQUE sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu;
Porque sabemos que, se nossa casa se desfizer, for queimada, apedrejada, serrada aos pedaços, apodrecida pela doença e desfigurada… Paulo usa essa expressão condicional: nossa casa terrestre se desfizer, tornar-se pó, morrer. Porque sabia que Cristo o faria ressuscitar, porque não experimentaria a morte, pelo contrário, seu corpo seria transformado.
A morte ou a transformação existe para todos os seres humanos, todos irão ressuscitar após a morte, para a vida com Deus ou para eterno sofrimento.
Jesus mesmo declara que não sabemos nem o dia e nem a hora, mas todos os justos serão transformados.( Mateus-24:36)
1Coríntio- 15:52 – Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
A morte ou a transformação existe para os homens e mulheres de Deus hoje. Alegrem-se, regozijem-se na tribulação. Portanto, sempre estejamos motivados para uma vida de santidade. (Mateus- 24:42). Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.
1João-3:2,3 – Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
A expressão “casa terrestre”- refere-se ao corpo terreno ou à sua vida terrena.
Lembremo-nos que Deus é espírito. E precisou de um corpo para realizar sua obra redentora na terra. E Jesus deixou o exemplo para os seus discípulos fazerem as mesmas obras até sua volta, prometendo vir buscá-los para ficarem com Ele eternamente.
Temos de Deus um edifício, uma casa ou corpo . Jesus disse: Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. (João-14: 2,3)
Isto provavelmente estava animando os discípulos quanto a morte física, do tempo terreno, passageiro, temporário e que Jesus estava preparando uma  morada eterna e voltaria para buscá-los, para estar juntamente com Ele.
Alguns entendem que esse trecho é um ensinamento difícil de se compreender , que, os fiéis depois da morte, enquanto  aguardam a ressurreição, existem como espíritos desencarnados, como sombra sem corpo.
Notamos, no  entanto, que Moises e Elias, no monte da transfiguração, aparecem de corpo espiritual resplandecentes..
Apocalipse- 6:11- E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram (Ap.7:9) em corpos celestiais para morar nos céu com o Senhor. A morte dos justos leva-os imediatamente à presença de Cristo.
1Coríntio- 13:12- Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Enigma: Adivinhação, que só pode ser decifrada com muito esforço. (Juízes-  14:12). Jesus falava por meio de “Parábolas”,  segredo de Deus, encoberto, e, que somente o Espírito Santo revelará aos fiéis.
João- 16:25 – Disse-vos isto por parábolas; chega, porém, a hora em que não vos falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai.
Logo, a morte é lucro. (Filipenses- 1: 21,22) – Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Agora  a obra do Espírito Santo é transmitir aos fiéis a presença de Deus nesta vida terrena pela fé em Jesus Cristo.
Por isso, testemunhe Jesus Cristo, enquanto viver neste corpo físico, sorrindo ou chorando, glorifique o Seu Nome em toda sua vida.
  O que acontecerá após a minha morte?
É claro que o espírito voltará a Deus, mas o que ele fará com meu espírito? Mesmo que a Bíblia possa não satisfazer toda a nossa curiosidade sobre o que acontece depois da morte, ela é clara ao apresentar diversos fatos vitais:
- Deus confortará o fiel e mandará o ímpio para um lugar de tormento (Lucas 16:25).
- Deus julgará cada pessoa (Hebreus 9:27). Este julgamento será de acordo com a palavra que Deus revelou através de Seu Filho (João 12:48). Ele julgará as coisas que fizemos em corpo (2 Coríntios 5:10). Passagens como Mateus 25:31-46 e 2 Tessalonicenses 1:7-12 mostram claramente que haverá uma eterna separação (morte espiritual) entre os justos (obedientes) e os injustos (desobedientes).
Podemos concluir, então, que a morte eterna não é o fim da existência, mas uma eterna separação de Deus. É óbvio no caso do homem rico porém desobediente em Lucas 16 que uma pessoa ainda será consciente, mas que o injusto nunca pode atravessar a separação para estar na presença de Deus.