Trago-vos um estudo edificante pra nossa saúde: física, psicológica, e espiritual.



 José, Grande exemplo de perdão liberado.
Deus o honrou grandemente; e seus feitos foram grandes, 
homem sábio que soube transforma a derrota em vitória, 
pela fidelidade a Deus.
Tinha tudo pra ser um revoltado, foi vendido por seus irmãos,
por inveja; Foi caluniado, 
por negar-se à adulterar e jogado num calabouço. 
Mas servia a um Deus que sonhava com José, 
o transformou em governador do Egito, 
salvando aquela pátria, 
e também aos que o tinha vendido, seus próprios irmãos. 
Tudo porque, ministrou o perdão e a misericórdia,
deixando o amor de Deus fluir na sua 
e na vida dos que o conhecia. 
Glória Deus pela vida de José, 
que Deus usou pra nos deixar essa lição.

    Se não liberamos o perdão, 
    o teor da amargura e do ressentimento, 
    afetará o organismo impedindo de funcionar com êxito; Psicologicamente ficamos com a mente presa nos pensamentos negativos e nos faz seres poucos inteligentes; 
    Espiritualmente falando abrimos brechas pra o inimigo de nossas almas atuar em nossas vidas, nossas orações não  são aceitas por Deus.
    Algumas referencias: 

Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações. 1 Pedro 3:7 

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;Mateus 6,12

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Mateus. 5 ,7

Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos.Romanos 4. 7
Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.Romanos 4. 8

    O Que Significa Perdoar?

José tinha apenas dezessete anos quando seus irmãos, friamente, venderam-no para a escravidão. Separado de sua família e do seu país, ele atingiu a posição de supervisor da casa de Potifar, seu senhor egípcio. Mas o desastre atingiu-o novamente. Ele recusou os avanços sexuais da esposa de Potifar e ela acusou-o falsamente de assediá-la. Ele foi posto na prisão, onde, mais uma vez, o Senhor estava com ele e se tornou o supervisor dos outros prisioneiros. José permaneceu nessa prisão pelo menos durante dois anos (Gênesis 37; 39).
Faraó, rei do Egito, teve um sonho e desejava sua interpretação. José foi capaz, pelo poder de Deus, de interpretar o sonho de Faraó e foi exaltado a uma posição de poder próxima à do próprio Faraó. Este fê-lo encarregado da armazenagem e da distribuição dos cereais em toda a terra do Egito. Foi depois disto que os irmãos de José vieram ao Egito para comprar cereais. Estava dentro do poder de José tomar vingança contra aqueles que tinham pecado contra ele tantos anos atrás. Contudo, a Bíblia nos conta que José experimentou seus irmãos e, tendo visto o arrependimento deles, recebeu-os com lágrimas e afeto (Gênesis 45:1-15). Ele os tinha perdoado por seu pecado.
Muitas pessoas não perdoariam, como José o fez. Não é fácil, freqüentemente, perdoar, e quanto maior a intimidade que temos com aquele que peca contra nós, mais difícil é perdoá-lo. As Escrituras nos ensinam, contudo, que a má vontade em perdoar os outros nos retira o perdão divino. Jesus ensinou: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15). Desde que todos os indivíduos responsáveis diante de Deus necessitam de perdão, é portanto indispensável que entendamos e pratiquemos o perdão.
  O que é o Perdão?
 
A palavra grega traduzida como "perdoar" significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: "e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" (Mateus 6:12). Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1 João 3:4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ezequiel 18:4,20) e o justo castigo do pecado resultante (Romanos 6:23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus (Isaías 59:1-2; 1 João 1:5-7).
A boa nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação através de nossa obediência aos mandamentos de Deus, ele aceita a morte de Jesus como o pagamento de nossos pecados e nos livra da culpa por nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados!
O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa (Hebreus 8:12). Não que a memória de Deus seja fraca. Por exemplo, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bate-Seba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado (2 Samuel 12:13; 1 Reis 15:5). Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada (veja Romanos 4:7-8).

  O Perdão é Condicional
 
batismo como condições para o perdão do pecador estranho (Marcos 16:16; Atos 2:37-38; 8:35-38; Romanos 10:9-10). O perdão é também condicional para o cristão que peca. O arrependimento, a mudança de pensamento, precisam ocorrer antes que o perdão divino seja estendido (Atos 8:22). Deus nos chama a perdoar assim como ele perdoa. Quando alguém peca contra mim, ele se torna um transgressor da lei de Cristo. Eu o considero um pecador. Se ele se arrepende e pede para ser perdoado, eu tenho que perdoá-lo, isto é, libertá-lo de sua culpa como transgressor. Quando eu o perdoo, não o considero mais um pecador. Posso não ser literalmente capaz de esquecer o pecado que ele cometeu mais do que Deus literalmente "esquece" nossos pecados, mas preciso deixar de atribuir a ele a culpa pelo seu pecado. Deste modo, eu o liberto de sua "dívida"”
E se o pecador não se arrepender? Tenho que perdoar aquele que peca contra mim, mas não se arrepende? Talvez esta pergunta seja melhor respondida pelas palavras de Jesus: "Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe" (Lucas 17:3-4). Jesus indicou que o perdão deveria ser estendido quando o pecador se arrepende e confessa seu pecado. Precisamos também lembrar que Deus sempre exige arrependimento como condição de divino perdão. Deus não exige de nós o que ele mesmo não está querendo fazer.
 
Perdão Não É . . .
 
 De fato, se libertamos o pecador de sua culpa sem arrependimento, encorajamo-lo a continuar em seus modos destruidores. O perdão não é a desculpa pelo pecado. Algumas pessoas "esquecem," isto é, ignoram os pecados cometidos contra elas porque têm medo de enfrentar o pecador. Entretanto a Bíblia é bem explícita sobre o curso da ação a ser seguida quando um irmão peca contra mim (Lucas 17:3; Mateus 18:15-17). O perdão fala de misericórdia, mas não deverá ser confundido com a tolerância e permissão do pecado. O Senhor perdoará ou punirá o pecador, dependendo da reação do pecador ao evangelho, mas ele não tolera a iniquidade.
A Bíblia ensina que o direito de vingança pertence ao Senhor (Romanos 12:17-21). O perdão, contudo, não é simplesmente uma recusa a tirar vingança. Algumas vezes a pessoa ofendida abstém-se de responder ao mal com o mal, mas não está querendo libertar o pecador de sua condição de transgressor mesmo quando o pecador se arrepende. A pessoa contra quem se pecou pode querer usar o pecado como um cacete para castigar o pecador, mencionando-o de vez em quando para vergonha do pecador. Se perdoo meu irmão, tenho que "esquecer" seu pecado no sentido que não mais o atribuo a ele.
O perdão não é a remoção das consequências temporais de nosso pecado. O homem que assassina outro pode arrepender-se e procurar o perdão, mas ainda assim sofrerá o castigo temporal da lei humana. Mesmo se perdoado, pode ter que passar o resto de sua vida na prisão. O perdão remove as consequências eternas do pecado!

  Como Posso Perdoar?
 
O pecado danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Criador. A pessoa contra quem se pecou frequentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Precisamos aceitar a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão; Lucas 23:34; Atos 7:60). Mesmo se o pecador se recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura (veja Efésios 4:26-27,31-32). Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.
E se o pecador se arrepender? Como posso aprender a perdoar? Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma quantia enorme (10.000 talentos) ao seu rei (Mateus 18:23-35). Ele era incapaz de pagar a dívida e implorou ao rei por compaixão. O rei perdoou-o por sua enorme dívida, mas este servo prontamente saiu e encontrou um dos seus companheiros servos que devia a ele uma quantia relativamente pequena e exigiu pagamento, agarrando-o pelo pescoço. Ainda que o companheiro de servidão implorasse por compaixão, o credor entregou-o à prisão. Quando o rei foi informado dos atos de seu servo incompassivo, irou-se e reprovou este servo, entregando-o aos torturadores até que ele pagasse totalmente sua dívida. É claro que estamos representados na parábola pelo servo que tinha uma dívida enorme. Não há comparação entre as ofensas que temos cometido contra Deus e aquelas que têm sido cometidas contra nós. Jesus observou que, justo como no caso do servo não misericordioso, o Pai não nos perdoará por nossas infraçõe se não perdoarmos nossos companheiros (18:35; veja também Mateus 5:7).
Para nos prepararmos para perdoar, precisamos lembrar que nós mesmos somos pecadores e necessitados do perdão divino (Romanos 3:23). No caso do cristão, Deus já lhe perdoou uma imensa dívida no momento do batismo. Quando nos lembramos da grandeza da dívida que Deus quer nos perdoar, certamente podemos perdoar aqueles que nos devem muito menos em comparação (Efésios 4:32; Colossenses 3:13).
­por Allen Dvorak


 Por Valquíria Calado

Nome:
QUANDO DEUS CRIOU ADÃO E EVA, DEU-LHES UM ÚNICO NOME. POR QUÊ?


Clemente de Alexandria (150-215) foi um ensinador das Escrituras muito culto, um exímio defensor da fé cristã. Nasceu em Atenas, e após converter-se ao cristianismo, viajou em busca das lições dos melhores mestres da teologia residentes na Itália, na Síria e na Palestina. Após um longo período treinando a dialética (a arte de discutir e usar argumentos lógicos), estudando as Escrituras e lendo as obras dos maiores teólogos do seu tempo, Clemente acumulou muita informação útil ao crente, e desenvolveu argumentos inteligentíssimos para usá-los tanto em suas aulas de teologia quanto em suas atividades evangelísticas. O historiador Eusébio de Cesaréia disse que, entre os teólogos cristãos, Clemente era o mais culto e perspicaz mestre de filosofia; e Jerônimo, o eruditíssimo biblicista, afirmava que entre os Pais da Igreja, ninguém superava Clemente em cultura sólida e diversificada. Ainda teremos muito o que falar sobre os escritos riquíssimos, as descobertas de novidades no texto bíblico, as "pérolas de exegese", e a teologia ampla e sólida de Clemente de Alexandria.
Porém, e por enquanto, brindaremos o leitor com uma observação perspicaz que o grande teólogo ateniense fez sobre o único nome que Deus deu ao primeiro casal, e porque deu esse único nome. Eis o texto de Clemente:

“Quando Deus criou Adão e Eva, diz a Palavra de Deus que: 'Macho e fêmea os criou; e os abençoou, e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados' (Gn 5.2, [conforme Almeida Revista e Corrigida. O texto da Almeida Revista e Atualizada, diz: 'homem e mulher os criou, e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados'.]).
Adão e Eva eram duas criaturas diferentes. Por que Deus então não lhes deu dois nomes também diferentes, e sim o mesmo nome, 'Adão'?
Porque Deus os havia casado, e quando é Deus quem faz o casamento, ambos os cônjuges tornam-se realmente uma só carne, ambos passam a ter um só nome, o mesmo nome. Antes que Deus criasse Eva, só existia Adão. Mas depois que da costela de Adão Deus criou Eva, Adão foi dividido (Gn 2.23): 'E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne: esta será chamada varoa, porque do varão foi tomada'. E o que era um só indivíduo, tornou-se dois. Mas Deus os casou (Gn 2.22,24), e as duas pessoas distintas foram reunidas e tornaram-se uma só carne, e Deus os chamou de Adão, dando aos dois um só nome.”
Jefferson Magno Costa



E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol. E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande. E, entrando no sepulcro, viram um jovem assentado à direita, vestido de uma roupa comprida, branca; e ficaram espantadas. Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. Marcos 16-2 a 6.

 

Meu Redentor Vive

Suellen Lima

Eu sei que vive o meu redentor
Eu sei que vive o meu redentor
A criação declara e a vida em mim proclama
Eu sei que vive o meu redentor

 




Quem mostrou ao sol onde devia nascer
Quem mostrou ao mar onde ir.
E quem disse a lua onde ficar quando é dia
De quem são as palavras que podem alcançar uma estrela.



Refrão
Eu sei que vive o meu redentor
Eu sei que vive o meu redentor
A criação declara e a vida em mim proclama
Eu sei que vive o meu redentor

É o meu Deus que mantém tudo em órbita

Ele alcança o esgotado e o fraco
E as mãos gentis que me acolhem
Quando estou confusa
Conquistaram a morte para me trazer vitória.





Ele vive para pagar os meus erros
Ele vive e para sempre eu proclamarei
Que preço pelos meus pecados
Sua vida preciosa ele entregou
Mas agora está vivo e o túmulo está vazio

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PAI, PORQUE TEU É O REINO A GLÓRIA PRA TODO O SEMPRE , AMÉM!




MATEUS 6- 9 a 15
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;

Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.


ORAÇÃO DA FAMILIA
PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU,
SANTIFICA MINHA CASA
ESTABELEÇA O TEU REINO EM NÓS, 
PRA QUE FAÇAMOS TUA VONTADE
QUE A NOSSA MESA SER FARTA DE PÃO, 
QUE A NOSSA FÉ CRESÇA DE GRÃO EM GRÃO
NOS CUBRA DE SANTIDADE
SABEDORIA E SUBMISSÃO
NÃO DEIXE QUE NOS FALTE O PÃO
FORTALEÇA A FÉ EM NOSSOS CORAÇÕES
QUE OS NOSSOS FILHOS TE SIRVAM COM AMOR
BENDITOS SEJAM PRA GLÓRIA DO SENHOR
O MEU MAIOR PATRIMÔNIO
PRECISA DO TEU AUXILIO
MINHA FAMILIA TE CHAMA
Ó VEM SENHOR MORAR COMIGO
ATUA GRAÇA NOS FAZ PROSPERAR
TUA PALAVRA NOS EDIFICARÁ
PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU
SANTIFICA O NOSSO LAR.


Pai Nosso, Deus e Você !!!
VOCÊ: Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Sim? Estou aqui...
VOCÊ: Por favor, não me interrompa, estou rezando!
DEUS: Mas você me chamou!
VOCÊ: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando.... Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Ai, você fez de novo.
VOCÊ: Fiz o que?
DEUS: Me chamou! Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?
VOCÊ: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...
DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?
VOCÊ: É, realmente ainda não havia pensado nisso.
DEUS: Mas prossiga sua oração.
VOCÊ: Santificado seja o Vosso nome...
DEUS: Espera ai! O que você quer dizer com isso?
VOCÊ: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!
DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.
VOCÊ: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO.
"Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."
DEUS: Está falando sério?
VOCÊ: Claro! Por que não?
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?
VOCÊ: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.
DEUS: Tenho controle sobre você?
VOCÊ: Bem, eu frequento a igreja!
DEUS: Não foi isso que Eu perguntei! Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá a televisão, as propagandas que você corre atrás e o pouco tempo que você dedica a Mim?
VOCÊ: Por favor. Pare de criticar!
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.
VOCÊ: Esta certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente, peço saúde, mas não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...
DEUS: Óptimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e Você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.
VOCÊ: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: ... "o pão nosso de cada dia nos dai hoje..."
DEUS: Pare ai! Você esta me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!
VOCÊ: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido..."
DEUS: E o seu irmão desprezado?

VOCÊ: Está vendo? Olhe Senhor, ela já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
DEUS: Mas, e a sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?
VOCÊ: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.
VOCÊ: Pode? Mas como?
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei.
VOCÊ: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
DEUS: Então não me peças perdão também!
VOCÊ: Mais uma vez está certo! Mas só quero vingar-me, quero a paz com o Senhor.
Está bem, está bem; eu perdoo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você, como está se sentindo?
VOCÊ: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...
VOCÊ: "E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal..."
DEUS: Óptimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.
VOCÊ: O que quer dizer com isso?
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!
VOCÊ: Não estou entendendo!
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre a me pedir socorro.
VOCÊ: Estou com muita vergonha. Perdoe-me Senhor!
DEUS: Claro que perdoo! Sempre perdoo a quem esta disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala!
Termine sua oração.
VOCÊ: Terminar? Ah, sim, "AMÉM!"
DEUS: O que quer dizer AMÉM?
VOCÊ: Não sei. É o final da oração.
DEUS: Você só deve dizer AMÉM quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com a minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM! quer dizer, ASSIM SEJA, concordo com tudo que rezei.
VOCÊ: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e, já agora, obrigado por fazer-me entendê-la.
DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, aqueles que querem ser livres do pecado.
Abençoo-te e fica com minha paz!
VOCÊ: Obrigado Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.

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infelizmente, mais um texto de Autor Desconhecido

Um poema sobre o Aborto - Via-Sacra dos Inocentes


Se o sol houver saído sobre ele, o agressor será culpado do sangue; o ladrão fará restituição total; e se não tiver com que pagar, será vendido por seu furto. Êxodo 22:3


Publicamos aqui a 'VIA-SACRA DOS INOCENTES' ou 'VIA-SACRA DOS NASCITUROS ABORTADOS', texto sobre o Aborto, muito bonito - e muito forte. É um texto católico, escrito por Richard Thaimann e adaptado por  J. Justiniano. Dada a importância da questão, e o poder de um texto assim, de transformar consciências e talvez vir a salvar muitas vidas, publicamo-lo com grande prazer.

1. CONDENAÇÃO
Eu fui condenado
à morte
antes de ter nascido.
A mim ninguém
me deu amor,
pois a mim
ninguém me quer.


2. JESUS COM A CRUZ
Carregaram-me
com a maldição
de ser indesejado.
Todos me amaldiçoam,
terei de ser
“eliminado”.
3. PRIMEIRA QUEDA
Eu sou um pecado,
“uma queda”.
Ninguém pode
ser obrigado
a carregar o erro
duma gravidez
não desejada!
4. ENCONTRO COM A MÃE
Quão doloroso, Senhor,
foi o teu encontro!
Eu… eu não tenho mãe,
que me encontre
e chore!
Eu estou encarcerado
no ventre de uma mulher
que me manda matar!…
5. O CIRINEU
Alguém ajudou-te
a levar a cruz.
A mim… a mim,
ninguém me ajuda!
O médico dará à mulher
um narcótico
para que ela não sofra
quando eu sofrer a morte.
6. VERÔNICA
Ó quem me dera
uma Verônica
que me consolasse
na minha condenação!
Ninguém sabe
da minha situação!
A “lei” cala
os próprios cristãos!
7. SEGUNDA QUEDA
É fácil
mandar me matar,
enquanto sou pequeno!
Meu pai faz cálculos;
quanto vou lhe custar?
Minha morte
sai mais “barato”!
Daí… tenho que morrer!
8. AS MULHERES
De que te serviram, Senhor,
as lágrimas
das mulheres?
Não puderam impedir
a tua morte!
De que me valem as “leis”?
“Legalizam” a minha morte!
9. TERCEIRA QUEDA
A queda é fatal:
Eu tenho que morrer!
Estão confirmados
os cálculos:
não há lugar para mim!
Não há um pedacinho
de pão para mim
neste vale de lágrimas.
Tenho que morrer!
10. JESUS DESPIDO
A ti despiram-te
dos vestidos.
Eu nunca tive
um vestido!
Apenas a minha pele.
Mas, mesmo assim…
agarram-me
com segurança!
11. CRUCIFICAÇÃO
A ti pregaram-te
numa cruz.
A mim partem-me
em pedaços.
E também “contam todos
os pedacinhos…”
para terem certeza
de que a mãe não fica
com infecção.
12. MORTE NA CRUZ
Tu morres.
Eu também.
Tu és inocente.
Eu também.
Lembra-te de mim,
quando entrares
no teu Reino…,
no teu Reino de Vida Eterna.
13. DESCIDO DA CRUZ
Morto, pudeste
repousar no regaço
de quem nasceste…
mas a mim
renovam-me apenas
a maldição…
Porque serei uma carga
a pesar… na consciência!
14. NO TÚMULO
A ti ofereceram-te um túmulo. 
Para mim apenaso monturo de lixo!… 
Lá esperarei o juízo final…
 quando terei de fazer
 o meu depoimentocontra…
“meus pais”.

Fonte: Folheto do Movimento GBM - Vozes e Ação em Defesa da Vida Nascente


UMA REVELAÇÃO DE DEUS: Como engolir o amargo degustando ser doce.

A Bíblia nos revela algo sobre João Batista, que muito nos chama a atenção.
Aquele que veio preparar o caminho do Mestre, pregoar as boas novas nos desertos, quebrantar os corações dos Israelitas, repreender públicamente os pecadores, Clamava ao povo que se arrependesse dos seus pecados; Este homem  tinha ousadia e valentia.
Também  batizou Jesus nas águas, viu a unção do Espírito Santo, ouviu do céu a voz que dizia:" Este é meu filho..." Este homem João Batista, alimentava-se de "gafanhotos e mel silvestre".
E aqui está uma linda revelação de Deus para nós: a vida é cheia de contradições.
Gafanhotos remetem as coisas ruins, tristes e amargas, enquanto o mel, as coisas doces, alegres, felizes e boas.
Quando vemos nas escrituras que João comia gafanhotos e mel, podemos extrair das entrelinhas que nossa existência será de altos e baixos, alegrias e tristezas, fé e dúvida, conquistas e derrotas, acertos e erros, amor e ódio, paz e guerra, vida e morte.
 Enquanto vivermos neste mundo, nossa vida será uma absorção, uma ingestão diária de coisas boas e ruins. Todos os servos de Deus experimentaram essas contradições, e nem o próprio Cristo foi isento desta realidade. Em um momento, Jesus estava nas águas do Jordão; em outro no deserto.
Uma hora ele ouviu a voz do Pai; em outra hora era confrontado pelo diabo. Em certas ocasiões o Mestre era elogiado; em outras era tentado e criticado.
Diante disso, quero refletir com você sobre duas verdades. Primeiro, quando alguém lhe oferecer "pratos de gafanhotos", aprenda a retribuir com "pratos de mel", ou seja, pague o mal com o bem. Tenha certeza de que surgirão pessoas para sentir inveja, ódio, calúnia, difamação, perseguição, fofoca. Porem, se queremos ser parecidos com Cristo na terra e chegar ao céu, devemos oferecer "pratos de mel", responder com o amor de Jesus.
  Já na segunda verdade tem a ver com o fato de João começar comendo gafanhotos e terminar saboreando o mel. Será exatamente assim nossa vida; Se temos Jesus como nosso Senhor e Salvador,
assim como João o teve, podemos experimentar muitas coisas amargas neste mundo, porém, no final, seremos alcançados pela doçura da sua Graça Divina.
( parte e inspiração; Palavra pastoral, Jean Porto, Com adaptação de Valquíria Calado)

Bíblia

Mateus 3 - 1 a 17.

E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia,
E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas.
E este João tinha as suas vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre.
Então ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão;
E eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?
Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento;
E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão.
E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.
E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.
Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará.
Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.
Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?
Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu.
E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.











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O Estudo que apresento hoje é sobre a vida conjugal, o amor, o que diz a Palavra de Deus sobre o assunto, uma analise que podemos fazer conhecendo como somos e estamos, diante da vontade de Deus.

Casamento, união e amor
E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Marcos 10:8
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Mateus 19:5 
Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. Efésios 5:31 
Desquite, divorcio e repudio 
Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. Mateus 5:31
Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais. Malaquias 2:16
  
Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Mateus 19-6,7


Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Mateus 19:8


O Amor no Casamento
Todo mundo sabe que o amor é essencial para um casamento. Existem casamentos que não exigem amor, tais como casamentos políticos e os arranjados conforme regras e tradições culturais. Mesmo assim, estes não servem como regra geral. A regra geral dita: No casamento normal deve haver amor.
Mas, nem todo tipo de amor é o amor ideal. Será que o seu amor é o ideal? Será que o amor que você tem para com o seu cônjuge é aquele que as muitas águas não podem apagar, nem os rios afogar (Ct. 8.7)? Será que o seu amor é aquele que nunca falha (I Co. 13.8)?
Para distinguir se você tem ou não o tipo ideal de amor no seu casamento, eu proponho que cada um complete uma determinada frase dentro de si mesmo. Como você completar essa frase, revelará muito. Revelará o quanto durará o seu casamento. Indicará qual será a sua reação aos apertos financeiros que atingirem o seu casamento. Dirá como você reagirá às intervenções normais que ocorrerem por parte dos familiares, à rejeição, e ao estresse normal de uma vida de casado. Evidenciará o grau de estima que você sente pelo seu cônjuge e o quanto está disposto a aceitar as mudanças inevitáveis que a vida provoca.
A frase que proponho que você complete é: Eu amo o meu cônjuge porque _______.
Como essa frase pode revelar tanto? Quero examinar duas palavras gregas usadas no mundo inteiro para descrever o amor. Uma destas palavras é “Eros” e a outra é “Ágape”.
O Amor Eros
Se você completou a frase por algo que admira em seu cônjuge, por alguma qualidade pela qual o seu cônjuge possa lhe servir, por uma atração física que lhe agrada, ou por qualquer outra qualidade ou virtude financeira, espiritual, escolástica, etc., então, por mais que isso lhe surpreenda, a base da sua união é precária.
É precária porque você manifestou um tipo de amor que não é duradouro. Este tipo de amor é motivado sempre por razões egoístas. O amor Eros se completa e se satisfaz apenas com aquilo que agrada a si mesmo, e dura apenas enquanto existe tal prazer.
O amor Eros é motivado sempre por alguma qualidade fora do seu próprio coração. A fonte deste amor reside nos atrativos do cônjuge, ou seja, nas qualidades do cônjuge que lhe dão prazer. Se a razão principal de ter se casado, ou continuar casado, é apenas a satisfação que o seu cônjuge possa lhe proporcionar, então a base do seu casamento é o amor Eros. O amor Eros sempre tem no cônjuge a razão principal de continuar casado, pois assim a sua própria satisfação é alcançada.
Os atrativos e as coisas agradáveis que o seu cônjuge possui, e que lhe dão muito prazer, podem até ser considerados como qualidades de elevado caráter moral. Mesmo assim, se as qualidades no outro formam a base central da sua união, fica evidente que “Eros” é o tipo de amor do seu casamento. E o amor “Eros” não é o tipo de amor ideal para um casamento.
Pelo fato de Eros ser o tipo de amor que se deleita em si mesmo, ele se agrada apenas quando o outro se sacrifica para lhe satisfazer. O amor Eros é uma perversão do amor verdadeiro, o Ágape. O amor Eros é tão instável quanto frágil, e termina sempre envenenando-se a si mesmo. O Eros é exigente e sempre deseja ter algo em retorno. Se for recusado, pode facilmente transformar-se em ódio.
Se você nota que tem traços do amor Eros em seu casamento, não se entregue ao desespero! O fato do amor Eros não ser a melhor base para iniciar um relacionamento permanente, pode desanimar a muitos, pois este amor é o único conhecido pela maioria dos que se casam. Um respeitado pastor disse um dia no almoço em nossa casa: “Quando um casal se casa, geralmente não conhecem o amor verdadeiro.” É verdade que todos nós quando fazemos nossos votos de casamento acabamos demonstrando, em maior ou menor grau, o quanto somos egoístas. Mas, graças a Deus, não temos que continuar nos laços egoístas do amor Eros.
Em contraste com amor Eros, há o amor ágape. Deus é este Amor, o amor verdadeiro (I Jo. 4.8, “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”). Ele nos mostra como esse amor funciona. Este amor não pede que o outro se sacrifique para o agradar; ele sacrifica-se a si mesmo pelo bem do outro. Deus é amor, e Deus se revela através do Seu Filho Jesus Cristo (Jo. 1.18, “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.”). Conhecer Jesus como seu salvador é conhecer o amor de Deus (Jo. 3.16, “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”).
Vamos estudar um pouco deste maravilhoso e eterno amor ágape.

O amor Ágape,
não se baseia em um valor externo. É um amor puro. A sua fonte não está no objeto amado. A fonte e o motivo do amor Ágape se encontram na sua própria essência. A existência contínua deste amor não está baseada na esperança de receber algo em troca. O Ágape não busca a aceitação do outro para sobreviver. O amor Ágape não é fruto de um ato que somente se realiza por manipular os outros para a sua própria satisfação. A amor ideal, o Ágape, não se frustra. Não fica frustrado porque não pede algo em retorno. É um desejo puro de querer cuidar do outro, mesmo que isso exija um sacrifício maior de si mesmo.
Quando descrevemos as características mais fundamentais do amor Ágape, descobrimos o amor divino, não aquele que vem do homem. No amor Ágape Deus age para com Seu povo. Este amor puro e divino é revelado ao homem através de Cristo. Deus amou os Seus não por causa de algo atraente ou amável que havia neles, mas por Ele aplicar o Seu amor para com eles. (Jr. 31.3, “Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.”).
Diante do Santo Deus, não há nada agradável no homem pecador (Rm. 3.10-18). Se Deus ama o homem pecador, só pode ser pelo amor Ágape, aquele amor que não busca valores no outro. A Bíblia revela que Deus age através de Cristo para fazer o pecador ser aceitável:
Ef 1.3-12, “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado, em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça, que Ele fez abundar para conosco em toda a sabedoria e prudência; descobrindo-nos o mistério da Sua vontade, segundo o Seu beneplácito, que propusera em Si mesmo, de tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra; nEle, digo, em Quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito dAquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da Sua vontade; com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo; em Quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nEle também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.”.
No Novo Testamento, o amor Ágape é fortemente manifestado através do amor de Deus que opera em um coração remido. O amor Ágape transforma o amor Eros, ou seja, é o amor remindo o amor. Este amor de Deus alcança o homem pecador através da graça de Deus em Cristo, e proporciona pleno perdão aos que se arrependem e crêem em Cristo.
Reconhecemos agora que o amor Ágape é diferente do amor Eros, pois não é um amor motivado por aquilo que a pessoa é, mas a ama apesar de tudo o que ela é.
Agora podemos entender quão reveladora é a frase sugerida no começo deste estudo sobre o amor no casamento. Sabendo disso, de que maneira completaremos esta frase agora? Complete de novo a frase: Eu amo o meu cônjuge por que ___________. Agora você poderá analisar a si mesmo pelos fatos já estudados.
Quem já conhece a Jesus Cristo, pode crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo (II Pe. 3.18). Tais pessoas podem e devem conformar-se à imagem de Jesus Cristo mais e mais (Rm. 8.29; II Co. 3.18, “... somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”). Quem está em Cristo pode conhecer o amor Ágape.

Para conhecer melhor o amor verdadeiro, que deve estar presente em todo relacionamento matrimonial, estudaremos mais detalhadamente o amor Ágape descrito em I Coríntios 13.4-6.
O Amor Verdadeiro É:
“sofredor” – O amor exercitando paciência. Prontidão em suportar qualquer afronta ou fazer qualquer sacrifício para o bem do seu amado.
“benigno” – O amor agindo cuidadosamente e com um entendimento perspicaz diante daquilo que o outro realmente necessita.
“não é invejoso”- O amor competindo com aquilo que pode feri-lo. Não busca seus direitos. Tudo que é negativo para o sucesso do relacionamento, é uma oportunidade para este amor mostrar compaixão e condolência.
“não trata com leviandade, não se ensoberbece.” – Humildade em evidência. Não reage com egoísmo e despensa qualquer satisfação própria.
“não se porta com indecência” – Amor sendo cordial e praticando as boas maneiras. Atendendo às mínimas necessidades do outro. Nada é insignificante.
“não busca os seus interesses” – Amor sem egoísmo. Ele se regozija na oportunidade de abdicar dos seus direitos, sim, de entregar a sua própria vida! Se satisfaz na entrega de si mesmo para o bem do outro.
“não se irrita” – Pelo fato do amor verdadeiro não ser egoísta, não se ofende. Pode ser ferido, mas não reage com desdém. Pelo contrário, o amor procura adoçar o que é amargo e purificar o impuro.
“não suspeita mal” – O amor que não dá lugar à astúcia. Não levanta suspeitas de qualquer tipo.
“Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade” – o amor verdadeiro é santo e puro em essência e motivos. Não se vinga. É zeloso, admira aquilo que é verdadeiro, preza tudo que a verdade faz, e nunca tem prazer naquilo que a mentira pode fazer.

Este amor não é visto nos filmes dos cinemas, nas novelas da televisão, na maior parte dos namorados nas praças, ou nas igrejas de hoje. Entendendo como o amor verdadeiro age, então podemos entender aquela afirmação dada pelo pastor que diz: “Quando um casal se casa, geralmente não conhecem o amor verdadeiro.” Mas este amor verdadeiro pode ser desenvolvido.
Quanto mais nos conformarmos a imagem de Jesus, mais esse amor aparecerá em nossos relacionamentos. É nos tornarmos mais semelhante a Cristo, pois este amor em nós é fruto do Espírito Santo.
O Amor Ágape em Gálatas 5.22
O “fruto” do Espírito Santo consiste de nove elementos que, somados, descrevem apenas um, o amor, que encabeça essa lista. Primeiro, por Deus ser amor.
Gozo é o amor cantando. O verdadeiro prazer num relacionamento só pode ser conhecido com o verdadeiro amor. Pode existir um casamento sem o gozo, mas é mera existência. Melhor é ter o amor verdadeiro, mesmo às duras custas.
Paz é o amor descansando. I Jo 4.18, “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.”
Longanimidade é o amor perdurando. Sofrendo, mas se alegrando na esperança.
Benignidade é o efeito do amor. Bondade o seu caráter. Fé o seu hábito. Mansidão é o amor esquecendo-se de si mesmo. Temperança é o amor ditando os limites.
Tudo o que o amor verdadeiro representa, foi demonstrado no sofrimento de Jesus Cristo, que traz o perdão de Deus. O pecador que se arrepende dos seus pecados e tem fé na obra de Cristo, realizada na cruz, conhecerá o amor verdadeiro de Deus.
Você já conhece este amor? É evidente na sua vida? O seu casamento merece tal amor!




Bibliografia:
BÍBLIA SAGRADA. São Paulo, São Paulo, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994.
DICIONÁRIO ELETRÓNICO AURÉLIO. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, V. 2.0, Junho, 1996, V. 3.0, Novembro, 1999.
ONLINE BIBLE. Winterbourne, Versão 7.0, www.omroep.nl/eo/Bible/software/ps, 1997.
SMALL, Dwight Hervey, Design for Christian Marriage, Spire Books, Old Tappan,1976
STRONG, JAMES LL.D., S.T.D. Abingdon’s Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible. Abingdon, Nashville, 1980.
BARCLAY, William, As Obras da Carne e o Fruto do Espírito., Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, São Paulo, 2000.
Correção gramatical: Eduardo Cadete, 04/2010
Autor: Pr Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.b